quinta-feira, 9 de maio de 2013

Final Fantasy VIII: existe amor nos videogames!!!


                 
                        
Cansa jogar Final Fantasy??

Não amigos, definitivamente não. Esta é uma das franquias mais amadas de todos os tempos e eu, como bom gamer das antigas, também me rendo. Já disse em outras postagens que o RPG não é mais o mesmo nos videogames. Na verdade, RPG não é mais o mesmo em lugar nenhum. Como meus leitores já devem saber (aqueles que estão aqui pela primeira vez, digo agora), tenho uma grupo de RPG, e jogamos via Skype. Não é o ideal, apesar de servir para o propósito. Jogar RPG é sempre uma boa forma de interação com as pessoas, além de divertido, podemos interpretar, deixar a imaginação nos levar. Antigamente, os jogos de videogames tinham esse poder quase sobrenatural, de nos dar algo para sonhar ou quem sabe, nos entreter por horas. Quem perdeu horas na frente da tela, brigando com a própria limitação com o idioma inglês, se surpreendendo em cada fase ou obstáculo transpassado, deixou uma lágrima saudosista rolar pela face. Não se fazem mais jogos de RPG para videogames como antigamente.

  

Agora, deixando a tristeza da introdução e indo ao que interessa, vamos ao jogo. Diferente de seu antecessor, que foi um divisor de águas, neste temos um jogo mais claro e fácil e até meio “romântico”. FFVII era um jogo bem diferente, tanto pelo carisma dos personagens, como pela história em si, que é uma epopeia, por assim dizer. Não por nada que rendeu filmes e outros jogos, e dizem até as lendas, que ganhará um reboot. Em FFVIII, o que vemos é uma história bem costurada, com motivações elementares e por que não dizer, humanizada. Apesar de não ter tido o mesmo sucesso (entretanto rendeu mais de 50 milhões de dólares, nas 13 primeiras semanas de lançamento, record absoluto até hoje!!!), seus personagens são bons, e é neste jogo, uma das cenas mais bonitas que eu já vi em CGs de videogame, a cena da dança. Sim amigos, existe amor nos videogames. Essa abordagem foi uma coisa inédita na época e nunca tinha sido abordado até aquele momento, pelo menos não nos videogames.

 

Temos a história de Squall Leonheart, especialista em gunblade (uma arma maluca, que é uma mistura de revolver e espada, daí o nome sacaram? Gun+Blade...), que é aluno de uma escola que treina seus alunos, para enfrentarem as mais diversas situações. Como todo bom herói de videogame, Squall é uma cara meio tímido e “na dele”. É esforçado e tem como maior rival, uma cara chamado Seifer, outro especialista de gunblade. Ambos tem como maior vontade, se tornarem membros do grupo de elite chamado SEED. Como o reacionamento entre eles não é bom, e Squall de certa forma é o alvo do ódio de Seifer, este acaba por se unir a Edea, uma feiticeira que está sendo controlada por Ultimécia, a grande vilã do jogo. Neste meio tempo, Squall conhece Rinoa, líder dos Fore Ows e ambos acabam por se envolver romanticamente. Em resumo, eu poderia dizer que é um jogo bem “sessão da tarde”, com aventura, romance e muita ação. Não é a primeira vez que a série FF tenta isso. Em FFIV, foi o amor de Rosa que mudou o Dark Knight Cecil. Drama na medida certa.

   

A jogabilidade desse game foi completamente reconstruída e é bem diferente do que vemos em FFVII. Não existe mais a barra de MP e as magias passam a ser “capturadas” como itens. Os Limit Breaks mudaram também, deixando o jogo bem mais complicado em alguns momentos. Alias, fica a dica para os que gostam de evoluir o personagem no início, para não ter tanta dificuldade mais para frente no jogo. Isso funciona bem com vários jogos, mas aqui quanto mais poderoso você for, mais difícil se tornará o inimigo. Então quando for jogar, não se preocupe tanto assim em ficar forte. Aprendi esse da pior forma, acreditem!!!

  

A trilha sonora desse jogo é um espetáculo a parte. Este jogo, foi o primeiro a receber uma música tema cantada. Inclusive, no Japão, essa música tema foi lançada como single, como forma de divulgação do jogo e tal. É um dos prediletos por todos os viciados em músicas de games (including me of course!!!). O nome da música é Eyes on me e esse jogo também tem uma ópera em latin, Liberi Fatali que também é muito boa.

                        

Por fim, digo a todos você que são fãs de fantasy, não deixem de jogar FFVIII, pois é uma experiência que mostra bem o que é uma boa história, aliada de um bom sistema de jogos. RPGistas iram simplesmente amar, pois esse jogo traz um pouco da fantasia medieval, com uma pitada de futurismo. Muita gente pergunta, qual o motivo de eu sempre postar sobre jogos antigos. Como disse antes, esse tipo de jogo está se perdendo hoje em dia. Vemos hoje uma briga alucinada por muitos gráficos realistas e muito show, pirotecnia de pixels e não temos o mesmo cuidado com a história. Posto, para que outros saibam que um jogo é mais do que só gráfico, é história. Vou ficando por aqui. Deixo alguns links para quem quiser conhecer o jogo, e não é difícil jogar pelo computador. O que não falta são emuladores de PS1. Eu continuo jogando com o meu bom PSP. Obrigado pela atenção. Abraços.

Eyes On Me... Demais, eu sei!!!!


Liberi Fatali...OST. Opening Theme Final Fantasy VIII...e nossa querida Marta Suplicy diz que games não são cultura...chupa essa manga Martinha!!!!

Gameplay básico...

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Sandman apresenta: Os caçadores de Sonhos.


                             

Existem amores impossíveis??

Aqui estou amigos do blog, novamente e com muita felicidade trazendo mais uma história de SANDMAN. Alias, será que todas as histórias não começam nos domínios de Morpheus? Ou será que é onde todas as histórias terminam? Quando li está obra do grande Neil Gaiman, me vi pensando sobre isso. Uma história nunca termina de verdade, ela apenas muda de cenário. Lemos um livro, nos envolvemos com a história e para a continuação dela, a nossa mente e imaginação pertence. Acho que essa é a verdadeira essência das histórias de Gaiman. Nada nunca acaba de verdade e nós, os leitores, nos tornamos parte da história quando imaginamos os desdobramentos dela. Esta linha de pensamento me pegou, logo quando terminei de ler este encadernado e comecei a lembrar de todos os livros que li, de todas as histórias e pensei; nos meus sonhos, Frodo realmente reencontra seu grande amigo Samwise e ambos conversam e relembram da grande aventura pelo qual passaram, com Elrod, Gandalf, Galadriel e todos os outros elfos rindo e se divertindo, com algo que se tornou apenas mais uma história a ser contada. Aqui, em Os caçadores de sonhos, temos um conto que tem apenas uma única intenção: ensinar uma lição. Ensinar a quem? Qual lição? Isso amigos, só na cabeça de quem leu!

                       
Esta obra é baseada em um livro ilustrado, com roteiro de Neil Gaiman e arte de Yoshitaka Amano. Conta a história de um monge budista e seu relacionamento com uma esperta raposa. A história do livro é incrível e a participação do Morpheus, não é tão grande assim, apesar de ser de importância vital. Ou será que ele não estava presente em todos os momentos? Todos os caminhos levam até ele, o senhor do Sonhar, não é verdade? Inicialmente, era apenas um livro, no entanto, nosso amigo P. Craig Russel, um velho conhecido de quem acompanha as histórias de SANDMAN, decidiu fazer uma versão do livro ilustrado para os quadrinhos. E não poderia ter tomado uma decisão melhor!

         

Esta obra é de uma beleza e de uma simplicidade, que acho difícil não tocar qualquer pessoa que se disponha a ler. Com certeza, entrou no Hall das melhores histórias já escritas para os quadrinhos e sobre a arte, nem se fala. Claro, sou suspeito para falar da obra de Neil Gaiman, primeiro pelo motivo de ser uma fã incondicional de quadrinhos e de ser mais fã ainda do gênero fantasy. Quando um autor mistura ambos, só posso aplaudir. O segundo motivo, é que sou muito fã de cultura oriental, especificamente de cultura japonesa e a história é ambientada no Japão. Não é o Japão de hoje, entretanto eu diria que é um Japão mais “fantástico”, um Japão de contos, onde uma raposa pode ter seu coração tocado pela nobreza de uma pessoa, que quer e luta para ser comum e humilde.
                     
Para quem indico esse livro? Acredito que para todos. Todos mesmo, seja fã ou não de Gaiman, seja fã ou não de fantasy, seja homem ou mulher (ou raposa!!!). É uma viagem de conhecimento, uma exploração do reino do Sonhar, uma overdose de assimilação de valores, onde no final, não sabemos quem somos. Para aqueles que já conhecem o nosso querido amigo Morpheus, esperem encontrar com as 3 bruxas, só que uma forma “diferente”, além de Cain e Abel, e o corvo mais popular deste e de muitos mundos. Os elementos de SANDMAN estão presentes em cada linha e em cada ilustração. Para todos que querem acreditar que o amor vence qualquer barreira, para os que se interessam em aprender e para os jogadores, que não resistem a uma boa aposta, essa é a indicação. Não vejo a hora de apresentar tal obra, tal experiência, para minha filha. Aguarde aí bebê. Você também foi concebida no reino de Morpheus. Domingo está chegando!!!
                      
                        

Vou ficando por aqui amigos, e antes da tradicional despedida, alguns avisos. Sei que muita gente gosta das postagens sobre games, e estou devendo alguns. Relaxem que estas postagens iram voltar. Inclusive o próximo post será sobre um clássico dos videogames. O segundo aviso é sobre a fan page do blog. O link para a Fan Page, está aí a esquerda do seu monitor ou se vocês quiserem, clique em http://www.facebook.com/PyrenteauNerdSpace. Como sempre, deixo link para os que quiserem comprar as obras. O Senhor Saraiva possui o livro ilustrado e na Panini Comics, vocês encontram a graphic novel. Obrigado pela atenção. Abraços.


terça-feira, 7 de maio de 2013

Loki.


                         

É verdade que toda história tem dois lados??

Sim, é verdade. E não me refiro apenas aos quadrinhos, mas em tudo na vida. Toda história tem dois lados e nunca são iguais. Agora, quando levamos essa epifania para os quadrinhos, começamos a ver alguns vilões de outra forma. Vejam por exemplo o Dr. Doom (Dr. Destino). É de conhecimento público que ele é o maior vilão do Fantastic Four, apesar de não ser o mais poderoso. Porém, não convém colocar seres como o Devorador de Mundos (Galactus), em uma comparação plenamente humana, mesmo porque Galactus não é humano. Voltando ao Dr. Doom, ele é implacável sim e muito cruel na maioria das vezes, entretanto seu país (Latvéria), é rico e próspero. Vivem uma ditadura sim, e mesmo assim são felizes! Lembro de uma Graphic Novel do Dr. Strange, onde ambos precisam trabalhar juntos. Não darei mais detalhes dessa revista, pois pretendo falar dela futuramente. A questão é que, quando o Doutor Estranho chega a Latvéria, se espanta com o carinho do povo com seu soberano. E surge então o questionamento: Será que ele (Dr. Destino) é tão mal assim? Qual sua real história? Nesta obra, experimentamos um pouco desse questionamento. Quem é Loki de verdade?

                 

Bem, para os que conhecem um pouco de mitologia nórdica, sabem que Loki é o irmão de Thor, o Deus do Trovão. É o Deus da travessura, da trapaça. Não é necessariamente mau. Pelo menos não intencionalmente. Por outro lado, meu caro leitor, pare e pense em seu tempo de criança. Tente lembrar das suas brincadeiras e resgate suas memórias, sobre determinada brincadeira ou “trollada”, e reflita se você não se machucou ou pior, machucou alguém. Brincadeiras nem sempre são inofensivas e às vezes, acidentes acontecem. Com Loki das lendas, é bem por aí. Já com nosso amigo dos quadrinhos, podemos definitivamente, coloca-lo no lugar de vilão. Tanto nas revistas, quanto no filme, Loki foi o responsável pela primeira união dos heróis que se tornariam os Vingadores (The Avengers).

 

Na ocasião, os Avengers tinham em sua configuração inicial: Thor (o Deus do Trovão, irmão de Loki e seu arqui-inimigo), Homem-Formiga, Vespa, Homem de Ferro e Hulk. Não sei a razão por não termos o Homem-Formiga e a Vespa, todavia na fase 3 (ou talvez na fase 2...) está mais do que certo de um longa sobre o Homem-Formiga. Para quem não sabe, a Disney tem um projeto para expansão do universo MARVEL. Na primeira fase, tivemos Ironman 1 e 2, Captain America e Avengers, fechando a fase 1. Na fase 2, que por sinal já começou, teremos Ironman 3, e mais 2 filmes. Um com Thor e outro com o Capitão America e fechando tudo, Avengers 2. Vamos ver!!!

                              

Continuando com Loki, não é um personagem qualquer. Entre outras coisas, foi o responsável pela criação do Homem-Absorvente, tentou usurpar o trono de Odin, pai de Thor e pai adotivo de Loki, entre outras tantas maldades, como os ataques do Destruidor (robô mega poderoso criado por Odin). Ele é um dos seres mais poderosos da MARVEL e sempre está presente em eventos de grande importância. No entanto nessa obra, escrita por Robert Rodi e desenhada por Esad Ribic, lançada inicialmente em 2005 (duas edições) e posteriormente em 2007, encadernada com capa dura, vemos uma outra face de Loki. Na verdade, eu diria que vemos a verdadeira face de Loki e podemos explorar seus sentimentos, ora conflitantes, ora impiedosos por seu meio-irmão Thor e por Sif.

                     

Recomendo essa revista para todos os fãs de quadrinhos que gostam de “ver o outro lado das histórias”. Agora, vou logo avisando, não procurem muitas semelhanças com o Loki dos cinemas. Avengers é um filme legal e tal, mas não é em hipótese alguma fiel aos quadrinhos. Sou um leitor de quadrinhos das antigas, então tento ser bem imparcial quando comparo quadrinhos com filmes. Raramente podemos ver adaptações cinematográficas totalmente fieis, ainda mais em se tratando de heróis tão conhecidos e populares. Tenho a mente aberta, contudo! Sei reconhecer um bom filme, mesmo que não seja totalmente como nos quadrinhos. Agora, se vocês são leitores das antigas, reconheceram uma história sobre Loki, Thor e Sif. Uma travessura de Loki com o cabelo da Sif, não vou dar spoiler, mas li essa aventura/história a muito tempo, na época das revistinhas da Ed. Abril (Sif tinha cabelos loiros, até Loki aprontar das suas e Thor teve que resolver-apesar de não ter saído exatamente como ele queria!!!). Bons tempos. Vou ficando por aqui. Essa revista está a venda na Panini comics. Vou deixar o link aí embaixo, vale muito. Obrigado pela atenção. Abraços.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Artemis Fowl, o menino prodígio do crime!


                             

Quem gosta de um bom anti-heroi??

Tanto na literatura quanto nos quadrinhos, existem vários exemplos de anti-herois. Qual o motivo para esses personagens serem tão populares. Acredito que tenha algo haver, com a forma com qual se portam diante das situações. Os anti-herois fazem coisas e dizem coisas que os heróis jamais falariam ou fariam. E muitas vezes, os heróis não são capazes de fazer o que precisa ser feito. De certa forma, um grade herói da MARVEL, o Wolverine, é um anti-heroi clássico, exatamente por isso. Ele faz o que tem que ser feito e nem sempre o que tem que ser feito é uma coisa fácil ou bonita de se ver. Alias amigos, ele mesmo não cansa de dizer que é o melhor no que faz, só que o que ele faz não é bonito de se ver. Agora imaginem um anti-heroi, com esse mesmo espírito, porém adolescente e com um intelecto maior que o Reed Richards? Este é Artemis Fowl.

                                      

Criado por Eoin Colfer, um professor irlandês, Artemis Fowl é um verdadeiro sucesso entre a literatura fantástica. Seu personagem, como já deixei bem claro na minha introdução, não é exatamente um herói legalzinho e cheio de boas intenções. Na verdade é o oposto disso. Não estou dizendo que ele é malévolo e capaz de maldades. Mas, é determinado e não tem medo ou escrúpulos de fazer o que tem que ser feito, doa a quem doer. Esse personagem é muito bom e os livros são uma mistura de ação, aventura, fantasia e ficção científica. A trama é bem construída, e no decorrer dos livros, você vai se afeiçoando aos outros personagens de forma que cada um, se torna indispensável e inevitavelmente, entristece o leitor quando o livro termina, pois é impossível não querer mais de Artemis Fowl quando se termina um único livro.

                           

No primeiro livro, temos a apresentação dos personagens. E também a grande sacada da série, introduzir a fantasia em tempo contemporâneo. Neste primeiro livro, descobrimos quem é Artemis, exploramos um pouco de sua personalidade e temos a revelação de que, existem fadas. Só que se vocês acham que as fadas de Artemis Fowl são aquelas coisas bonitinhas, com asinhas e que soltam pozinho mágico, não se engane. Neste livro, as fadas são duronas e jogam sujo quando precisam jogar. Existem momentos cômicos, além de grandes reviravoltas. Infelizmente, pelo que o autor andou dizendo em sua página oficial, The Last Guardian será o último da série. Uma legião de fãs está em protesto por isso. Entretanto nunca se sabe. Se tem uma coisa que eu aprendi, em todos esses anos lendo e jogando, é que nem sempre o que é o fim, é “realmente” o fim.

  

No decorrer do blog, falarei mais de Artemis Fowl, portanto por hora, basta vocês saberem que é uma excelente leitura. Rápida e divertida, e que surpreende muita gente que tem certo preconceito com literatura infanto-juvenil. É o tipo de leitura que pode ser compartilhada com pais e filhos. Muito se fala, sobre filmes para família e jogos para família, e no caso, acho que existem livros para a família. Este é o caso de Artemis Fowl. Aqui no Brasil, o primeiro livro ganhou o título: Artemis Fowl, o menino prodígio do crime. É óbvio que vou deixar o link do Senhor Saraiva, para aqueles que quiserem comprar o livro. Vale muito a pena. Vou ficando por aqui e quando vocês menos esperarem, Artemis Fowl voltará ao blog. Agradeço a atenção. Abraços.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

A Tessalíada.


Quem gosta de bruxas??

Atendendo à pedidos, mais uma série do maravilho mundo de Sandman. Desta vez trago aos leitores do blog Tessalíada. Esta série traz Thessaly, uma bruxa mais velha que a antiguidade e que tem em sua história, um romance com Morpheus (e que, por sinal, não deu muito certo, na verdade Thessaly partiu o coração de Lord Sonho), muito poder (reza a lenda que Thessaly é mais poderosa que todos os demônios juntos), e sabe fazer um excelente chá. O selo Vertigo em sua revista mensal, nos trouxe já tem um tempo, esta série onde podemos conhecer e ter uma outra visão de uma das mais poderosas ou quem sabe, a mais poderosa das bruxas da Tessália.


Thessaly cansada de suas responsabilidades, afinal é como Uncle Ben ensinou ao nosso bom e velho amigo Peter Parker (Spiderman), grandes poderes grandes responsabilidades. E como eu já disse, Tessaly é simplesmente um dos seres mais poderosos deste e de vários universos. Só que, digamos, decidiu “dar um tempo”. Sabe como é, viver um pouco a vida de mundana, como uma normal e nada espetaculosa aluna de uma universidade de New York. Claro que o universo conspira contra e a “férias” de Thessaly não são um mar de rosas que se imagina. Procurada por figuras do passado, que entre outras coisas, estão tentando mata-la, Thessaly é arrastada para dentro de uma batalha do qual não quer fazer parte, apesar de não ter escolha.

Brilhantemente escrita por Bill Willingham, que vocês já devem conhecer de outro post, porém para os que não conhecem ou não se lembram de quem é este senhor, basta saber que escreve uma das melhores, senão a melhor série do selo Vertigo: Fábulas. Sim amigos, Bill Willingham entende de fantasia e magia, pode acreditar. Thessaly ou simplesmente Thess, logo na primeira parte da séria, dá uma surra nas filhas de Garm, com direito a lutar com pantufas de coelho nos pés. Perde um amigo/pretendente, chato e inconveniente, isso sem contar que tem seu chá (que é maravilhoso, como já disse aqui!!) estragado. E isso é só o começo. Não é tão difícil conseguir essas histórias pela internet, mas em mídia física é. Recentemente, vi que Tessalíada anda bem popular, principalmente nos USA. Então é bem provável que brevemente teremos novas histórias. Vou ficando por aqui. Agradeço a atenção. Abraços. 

terça-feira, 30 de abril de 2013

Batman: Arkham Asylum [game on]


           

Who are you?
I’m Batman.

Sim amigos do post. Outro post com o Homem Morcego. Só que dessa vez, temos um belo game que saiu para o PS3, PC e para XBOX. Podemos dizer que é um jogo de ação, sendo que possui alguns elementos Stealth. Este jogo é em primeira pessoa e foi uma grande revolução na época que foi lançado. Este incrível jogo, chegou aqui nas Américas em agosto de 2009 e sua versão para PC, que por sinal é a que eu tenho, chegou em setembro de 2009. A história por si só é bem elementar, ainda mais quando se conhece a mitologia do Batman. O Coringa, em mais um dos seus planos, envolve todos os detentos do Arkham e testa o Cavaleiro das Trevas. O que ele pretende mesmo, é criar um verdadeiro exército de Banes. E é claro que Batman não vai deixar.

        

As vozes desse jogo são um show a parte. Foram usadas as mesmas vozes que ouvimos no Universo DC Animated ou seja, estão presentes Kevin Conroy (as Batman), Mark Hamill (as Joker) e Arleen Sorkin (as Harley Quinn). Detalhe, este Mark Hamill é o mesmo Mark Hamill de Star Wars IV, V e VI. Sim amigos, a voz do Coringa é do nosso amigo Luke Skywalker. Quer jogo mais nerd que esse? Como já disse, é um jogo em terceira pessoa e como tal, a mecânica de luta foi muito bem trabalhada. Inclusive é bem bacana quando se joga e tem a nossa disposição aquele arsenal de gadgets do Batman. É quase um sonho de criança!!!. A experiência que o jogo proporciona, é bem fiel ao que sempre imaginamos quando lemos o quadrinho ou quando assistimos o desenho.

    

Sobre a jogabilidade, esse jogo teve uma aceitação excelente e foi muito elogiado pela crítica especializada. Entre os vários prémios que este jogo ganhou, vou dar destaque para game do ano, sem dúvida mais do que merecido. Em maio de 2010, foi lançado a versão especial “Game do Ano”, que trazia entre outras coisas, 4 novos mapas e a possibilidade de ser jogado em 3D. Claro que ainda em 2009, foi anunciado a continuação do jogo, Batman: Arkham City. Sobre o visual do jogo, acho que é primorosa e claro que tudo é bem gótico, escuro, bem ao estilo do Batman, porém todo o cenário é rico em detalhes. Dou uma ênfase para a visão “detetive”, que pode ser ativada para enxergar melhor no escuro e ter acesso a certas coisas que não vemos no modo de visão normal. Os combos são muito bem feitos e não deixam nada a dever, em se tratando de um personagem que é, para todos os efeitos, o maior combatente marcial do mundo. Claro que levou um cacete da Shiva (nos quadrinhos claro!!), mas deixa quieto. Para um cara que já deu porrada no Superman, o que é levar um cascudo da Shiva?

 

Esse jogo é bom de todas as formas possíveis, e a versão “Game of the Year”, existe um mode chamado “Play as the Joker”. Não sei se para XBOX é possível utilizar essa opção. Mas no caso do PS3, se você baixar uma ferramenta pela PSN, você pode realizar missions na pele do palhaço mais famoso de todos os tempos. Não vou dar spoilers sobre o game, entretanto é mais ou menos isso: Joker tenta invadir o gabinete do prefeito de Gotham e batman o captura e o leva para o Arkham. O asilo está meio que lotado, devido a um recente incêndio na prisão de Blackgate, afinal uma grande quantidade de bandidos “normais”, estão lá de forma temporária. Entre esses tais bandidos “normais”, estão alguns membros da gang do Coringa. Quando Batman está escoltando o Coringa até seus “aposentos”, Harley Quin  toma o asilo e permite que o Coringa fuja e assuma o controle da instituição. O resto, como diria Zangado, você vai ter que jogar.

  

Neste jogo, além de uma ótima diversão, vamos encontrar uma quantidade alta de personagens do universo de Batman, alguns com participação essencial. Estou falando de Bane, Hera Venenosa, Duas-Caras, Scarface, Charada, Espantalho, entre outros. Se você quer aventura, muitas lutas épicas, vilões na medida certa, usar os gadgets do Batman e dar uma porrada no Coringa, esse é o jogo. Vale dizer também que, é um bom jogo para quem é fã dos quadrinhos. As referências aos quadrinhos são bem sutis, todavia estão lá e valem muito a pena procurar. Vou ficando por aqui e vou deixar o site do Senhor Saraiva, que vende esse jogo tanto para PS3 quanto para XBOX e deixo também um gameplay, para aqueles que quiserem dar uma olhada. Agradeço a atenção. Abraços.