quarta-feira, 5 de junho de 2013

1602 por Neil Gaiman.

Como era a vida em 1602??
Mas uma vez, temos uma história de Neil Gaiman. E dessa vez, para variar, uma história da Marvel. Desnecessário seria dizer que a série se passa no ano de 1602, e que neste série veremos algumas das figurinha carimbadas da Marvel, como Peter Parker, Nick Fury, entre outros. Foi escrita por Neil Gaiman, que dispensa apresentações, e desenhada por Andy Kubert, tendo sido publicada pela Panini Comics como uma mini-série em 8 edições. É muito curioso ver coisas como o Dr. Estranho como médico da realeza, nosso querido Peter Parker, como pajem de Nick Fury, os integrantes do Fantastic Four como navegadores ou melhor, desbravadores que, por algum motivo (não vou dar spoilers...), adquiriram poderes especiais. Sem contar om um certo menestrel cego, de nome Matt Murdock, que gosta de cantar canções em homenagem a este grupo de navegadores. Parece muita loucura, para uma obra só. Lembre-se que é uma obra de Neil Gaiman, o pai de Sandman. O que mais vocês poderia esperar?
Nesta obra incrível, temos uma verdadeira mistura de coisas reais, com aditivos do universo Marvel. Alguns personagens, realmente existiram, como por exemplo e digamos que algumas figuras que vemos por lá, substituíram os personagens da vida real. Um exemplo bem básico disso é o que diz respeito a Nick Fury. Nesta obra, ele é um agente de espionagem da Rainha Elizabeth. Calma nerds, não estou dizendo que realmente existiu um tal Nick Fury, que trabalhava para a Rainha e tal, entretanto ela tinha um chefe de espionagem sim. Só que se chamava Sir Fancis Walsingham. O nome do real médico da Rainha Elizabeth I era John Dee, e nem preciso dizer que na história real esse sujeito não era um grande mago certo?

Sobre a história em si, vou tentar falar um pouco sem dar spoilers. Neste anos de 1602, coisas estranhas estão acontecendo pelo mundo e nosso bom mago supremo Dr. Estranho logo percebe que estes estranhos acontecimentos estão relacionados com forças misteriosas. Uma anomalia está deixando o nosso universo frágil, como se algo tivesse se quebrado, ou como se algo não estivesse certo. Esses acontecimentos estão, relacionados com uma certa pessoa, que encontra-se sendo transportada por um navio chamado “A Dama da Virgínia”. Esta pessoa chama-se Virginia Dare que possui poderes metamórficos e está acompanhada por seu guarda costas, chamado Rojhaz. Daí meus amigos, a história se desenrola de forma incrível. Temos Tesouros Templários, temos teorias da conspiração (vejam só, encontramos esse tipo de coisa em qualquer lugar...), golpe para conseguir um trono, enfim...tudo que vocês gostam de ver e eu também. O destaque fica om as reviravoltas...
Portanto, posso dizer que, categoricamente é uma obra indispensável na prateleira de qualquer leitor de quadrinhos. Primeiro por se tratar de uma obra do mestre Neil Gaiman, que par quem não sabe, recentemente publicou por seus canais de comunicação oficiais, que vai voltar a produzir conteúdo para Sandman, clique no nome Sandman se quiser ler um post que fiz sobre esta obra, e segundo por encontrar nossos personagens prediletos do universo Marvel de uma forma que só Gaiman poderia mostrar. Recomendo de olhos fechados. Bem amigos, vou ficando por aqui. Infelizmente, não posso oferecer um link de compra para essa obra, apesar de saber que a Panini Comics tem planos de lançar um encadernado. De qualquer forma, até sair nas bancas e nas lojas virtuais, é relativamente fácil conseguir a obra digitalizada. Muito obrigado pela atenção. Abraços

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Os Heróis do Olimpo: O Herói Perdido!

                    

Existe mitologia melhor do que a grega??

Atendendo a pedidos, estou aqui para falar sobre uma série de livros que eu gosto muito e que não é bem a série original, mas é no mesmo universo. Um pequeno update antes. Algumas pessoas me perguntam, qual o motivo de terem mais posts sobre quadrinhos. O motivo é o mais simples possível: muitas pessoas me pedem sobre quadrinhos. E minha biblioteca de quadrinhos é bem maior do que a de livros. Sim, minha biblioteca de livros é bem grande, no entanto a de quadrinhos chega a ser 2 vezes maior. Basicamente é por esse motivo. Não significa que não postarei sobre games e livros. Alias, sobre o autor do livro relativo ao post, eu tenho sua primeira série de sucesso. Percy Jackson foi um grande sucesso, virou filme (um filme horrível, por sinal!) e está entre os livros mais vendidos e populares na literatura fantástica. Com vários fãs, essa série de fantasia mitológica está dando “crias”. E aqui neste post falo sobre o primeiro volume da série Herois do Olimpo.


Neste livro não somos apresentados ao universo em si, pelo contrário, nesta série a ambientação é bem mais light, principalmente se levarmos em conta o que vimos na série Percy Jackson. Temos a participação de algumas figurinhas carimbadas e temos também a introdução dos atuais protagonistas. A pergunta de 1 milhão de dólares...quem nunca leu sobre a série Percy Jackson, vai entender o que se passa aqui? Sim, pois a aventura não depende dele. Eu, por outro lado, aconselho aos leitores que comecem com a série original, apenas para se localizar melhor. Outra pergunta de 1 milhão de dólares...qual das duas séries é a melhor? Olha sobre isso é complicado.

                       

Entendam da seguinte forma: quando você começa a ler sobre uma série, a pior parte dela é quando ela acaba. Os personagens que você aprendeu a gostar, as tramas, enfim tudo fica para trás. Quem está acostumado a ler séries inteiras, sabe do que estou falando. É triste se despedir de uma série; e quando numa virada do destino, surge a oportunidade de continuar acompanhando as aventuras daqueles personagens, ainda que como coadjuvantes, é sempre muito bom. Então, na minha humilde opinião, não tem como dizer qual das duas é a melhor, pois as duas são a mesma série. Por outro lado se fossemos falar de outra série de Rick Riordan, aí é outra coisa. Para aqueles que não sabem, o autor Rick Riordan também é autor de uma série sobre mitologia egípcia. Click aqui para ler meu post sobre esta série.

Olha o próximo da série. O filho de Netuno!
Sem dar muitos spoilers, um pequeno resumo sobre o que vocês podem esperar desse livro. Como já vimos em Percy Jackson, os Deuses do Olimpo não são tão mitológicos assim. Eles são reais e, tal e qual estudamos nas aulas de história, gostam de ter filhos com os mortais. Esses filhos, chamados de semi-deuses, estão por aí. Vivendo entre os humanos. E esses semi-deuses, costumam viver aventuras, quase sempre com muita ou pouca ajuda de seus “pais”. Na série Percy Jackson, conhecemos alguns desses semi-deuses e aqui nesta outra série, conheceremos outros semi-deuses. A trama, como sempre, tem haver com um grande mal que pode se espalhar pelo mundo dos mortais. E como nas histórias dos livros, cabe aos semi-deuses resolver o problema e de forma definitiva, de preferência.
Para aqueles que gostaram da série original, vão amar este novo formato. Além de matar a saudade dos antigos personagens, os novos personagens não deixam a desejar. De certa forma, os novos protagonistas são tão carismáticos quanto seus antecessores e é bem provável que esta nova série culmine em um grande encontro do “novo com o velho”. Os antagonistas dessa nova série, não desapontam, assim como as cenas de ação. Nesse quesito, posso dizer que o ritmo é mais frenético e deve agradar os fãs, que na primeira série reclamavam que queriam mais ação. Rick Riordan atendeu aos pedidos e escreveu um livro completo e divertido, fácil de ler, com muitas reviravoltas e surpresas, marca registrada dos seus livros. Recomendado para qualquer bom amante de literatura fantástica. Vou ficando por aqui e como não podia deixar de ser, vou deixar o link do grande Senhor Saraiva, que vende todos os livros de Rick Riordan por um preço mais do que camarada. Muito obrigado pela atenção. Abraços.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

João das Fábulas! A fábula mais humana!


Qual o motivo das pessoas adorarem o João??


Já fiz um post sobre a maravilhosa série de quadrinhos do selo Vertigo chamada Fábulas e nesta série, existe um personagem que é tudo que um herói não pode ser. Sua única e exclusiva função, e ambição, é ficar rico e pegar todas as mulheres que puder. Sei que muitos vão dizer “quem não quer?”, agora é estranho um personagem assim fazer tanto sucesso em uma mídia como HQ. Quer dizer, temos nossos anti-herois prediletos, como John Constantine ou o LOBO. Mas no caso do João das Fábulas, suas trambicagens são tão humanas, que é quase impossível não se identificar com ele. Pode não ser o melhor personagem de Fábulas, ou o predileto, ou o mais esperto, ou o mais poderoso. Porém sem dúvida, é o mais humano. Para aqueles que não conhecem, conheçam João das Fábulas.


Claro que, como todo grande personagem, cresceu durante a história e nem seu criador, nem ninguém, podia adivinhar que teria um sucesso tão grande. Essa é uma das principais coisas que me fazem amar o universo dos quadrinhos. Somos surpreendidos toda hora. Nem sempre é uma coisa boa, entretanto quando tem que ser, sempre é. A ideia por trás de Fábulas é muito boa e une a fantasia clássica, com uma temática mais adulta. Tente imaginar todas aquelas história que conhecemos tão bem, só que interpretadas por pessoas de verdade, pessoas com sentimentos e ações humanas. Será que o príncipe encantado é tão encantado assim? Será que existe “felizes para sempre”? Será que o caçador realmente teria deixado a Branca de Neve fugir? Isso amigos é Fábulas.
E no meio de grandes estrelas dos contos de fadas, temos o João Horner. O trambiqueiro mais famoso do mundo. Só que de um jeito que vocês nunca virão. Por mais bem sucedido que ele possa ser (nos infinitos planos infalíveis), sempre dá um jeito de acabar na pior. Agora, verdade seja dita, João Horner não é nenhum desalmado. Quando precisa tomar a decisão certa, ele sempre toma, ou seja, não é um sujeito ruim. Lá no fundo (mas beeeeeeeeeeeeeeeeeeeem fundo mesmo), João das Fábulas é um bom cara. Além de suas histórias e aventuras pelo das Fábulas, vez ou outra vemos João aprontando no mundo dos mundanos. E é aí que minha colocação se faz mais presente; ele é a fábula mais humana que existe. E está solto no mundo (que Deus nos ajude...).
Depois de fugir com boa parte do tesouro do Barba Azul, e se tornar a fábula mais conhecida do mundo, e perder tudo e voltar a ficar na pior de novo, e ser capturado por um grupo de pessoas que tem a missão de “colecionar” todas as fábulas, e de fugir desse lugar, João se vê obrigado a sair pelo mundo, hora fugindo, hora fazendo besteira. E sua série de aventuras ou desventuras, é um verdadeiro sucesso. Mais do que recomendado para todos os fãs de quadrinhos e obrigatório para os fãs de Fábulas, suas histórias solo estão arrastando infinidade de seguidores. Claro que a Panini Comics, que teve a bondade de trazer a série para o Brasil, está publicando essas histórias sobre o João das Fábulas. Se você não conhece a estupenda obra de Bill Willinghan, corra atrás e faça a festa. Se você já a conhece, não perca a chance de continuar lendo e acompanhando a saga, ou epopeia, ou simplesmente a sequência de besteiras que o seu personagem mais humano apronta pelo mundo.



Bem amigos, vou terminando o post por aqui. Se por acaso vocês não conhecem Fábulas ainda, procurem aqui no blog (ou clique nos links espalhados pelo post, ou ainda clique aqui), que eu tenho um post dedicado a está série. E se vocês quiserem conhecer melhor João Horner, vou deixar o link da Panini para que possam comprar e se divertir com quadrinhos da melhor qualidade. Certa vez ouvindo um Nerdcast sobre contos de fábulas, um dos nerdcasters (se não me engano, o Eduardo Sphor- Escritor autor de “A Batalha do Apocalipse” e “Os Filhos do Éden”), falou que quem acha que contos de fábulas são para crianças, devia ler Fábulas. Faço minhas essas palavras. Muito obrigado pela atenção. E para aqueles que pedem mais livros, o próximo post será sobre uma série de livros que eu adoro. Abraços.


quarta-feira, 29 de maio de 2013

Doutor Estranho & Doutor Destino: Triunfo e Tormento.

Essa é a minha edição....bem antiga!
Será verdade que Destino é um homem??


Não meus amigos! Dessa vez não estou aqui para falar de um dos perpétuos e nem para falar de qualquer coisa sobre o universo de Sandman. Estou aqui para falar de herói importantíssimo no que diz respeito as grandes sagas cósmicas da Marvel e sobre um vilão que, apesar de ser um ditador no seu Reino, é simplesmente idolatrado. Por favor, sem piadas políticas com o Brasil ou Cuba. Estou falando do Mago Supremo (que não é John Constantine...) Doutor Estranho e do grande inimigo do Quarteto Fantástico Doutor Destino. Por mais improvável que possa parecer, eles são parecidos. E trabalham bem juntos. De uma forma muito estranha, foi depois dessa obra que aprendi a gostar do Doutor Estranho, pois com essa obra vi o potencial do personagem, quando é bem trabalhado.


Agora, sobre o Doutor Destino, acho que dispensa apresentações e pelo amor de Deus, que ninguém venha me falar do Doutor Destino dos fracassos cinematográficos. Como diria o performático Padre Quevedo: “Isso não existe”! Victor Von Doom é um personagem bem complexo, e posso dizer que já vi várias facetas de sua personalidade através dos anos. Já o vi se tornar um Deus em Secret Wars, já o vi trabalhando ao lado dos anjos nas sagas do Infinito e já o vi traindo a todos nas mesmas sagas do Infinito. Já vi este personagem trocando farpas com quase todos os heróis da Marvel, e em um antológico encontro dos X-Men com os Vingadores (bota tempo nisso viu...), eu vi Victor Von Doom ser ameaçado por Susan Storm, esposa de Reed Richards, a poderosa Mulher Invisível. Agora foi nessa obra que conheci quem é de verdade Victor Von Doom.



Sobre a história, posso adiantar que é sobre uma missão de resgate, sobre amor e sobre honra. Em um improvável duelo mágico Doutor Estranho, o mago supremo, se vê diante da maior de todas as suas aventuras, com o parceiro mais improvável possível, pois não podemos fugir de certas responsabilidades, ainda mais em se tratando de magia. Se tem algo que o bom e velho mago inglês (vocês sabem quem!!!) nos ensinou, foi que com magia, não se pode sair depois de entrar. Originalmente escrita em na época de ouro, a famosa década de 80, especificamente em 1989, essa história de Roger Stern e desenhada pelo incrível Mike Mignola foi inicialmente lançada como uma graphic novel pela Marvel e a grande Panini Comics, traz o clássico de volta. Nem preciso dizer que é indispensável na prateleira de qualquer colecionador. Como já é de praxe, vou deixar o link da Panini Comics para os amantes de quadrinhos. Vou ficando por aqui. Muito obrigado pela atenção. Abraços.

Olha só a versão da Panini! Linda né? Compre no link abaixo.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Final Fantasy IX...o último suspiro do PS1!


Dá para imaginar um protagonista de Final Fantasy com cauda??

Dá sim! Basta apenas você jogar Final Fantasy IX. Sejam bem vindos para mais um post sobre games e dessa vez sobre uma série que é a minha predileta. Como todos já devem saber, FF IX foi o último Final Fantasy para a plataforma PS1. Foi lançado em 07 de julho de 2000 no Japão e 16 de fevereiro de 2001 no ocidente. Teve bastante sucesso e segundo os sites especializados chegou a vender cerca de 5 milhões até 2003. Diferente do que vimos em FF VII e FF VIII, o nono jogo da série foi medieval fantasioso e teve uma mudança meio que radical no estilo de gráfico. Na verdade, segundo a lenda, Hironobu Sakaguchi (criador da série) tinha em mente uma homenagem aos fãs antigos de FF e fez de tudo para produzir um RPG mais no estilo clássico, popularizado por jogos como o próprio Final Fantasy, Dragon Quest, etc. Acabou por ser uma decisão mais do que acertada!


A CG inicial é um espetáculo e ali, temos uma das principais características da série, a inovação. Final Fantasy tem o talento absoluto de usar todo potencial que um hardwere pode oferecer e até hoje é impressionante. Sobre a história é mais ou menos isso: Está para acontecer uma festa grandiosa, para celebrar o aniversário da princesa Garnet Til Alexandros XVII. Esta festa, irá acontecer no castelo do reino de Alexandria, apena para a família real e alguns seletos convidados. Para celebrar a tal festa, ficou decidido pela apresentação de uma peça de teatro, que por sinal era a predileta do reino, uma tal de “I Want to be Your Canary” (WTF). Não consigo imaginar do que se trata uma peça de teatro com um nome desses (Eu quero ser seu canário), mas por outro lado, eu não moro em Alexandria...


Enfim, esta tal peça será encenada por um grupo de teatro chamado Tantalus, que na verdade não são atores e sim ladrões profissionais. E a intenção desse grupo é sequestrar a princesa. Agora dando apenas um pouquinho de spoiler, a ordem de sequestrar a princesa parte do Regente Cid, do estado maior de Lindblun, que é o mais porrada de Mist Continent. Acontece que, paralelo a esse “plano infalível”, a queridíssima princesa também está a fim de pegar o beco de lá. O plano dela é fugir enquanto todos estiverem desatentos, prestando atenção na peça de nome esquisito. Cid que interrogar a sobrinha sobre o que se passa por traz das movimentações com o exército Alexandrino. Ela por outro lado, quer falar com seu tio sobre acontecimentos recentes e daí começa a verdadeira aventura.


Aos moldes de um legítimo RPG medieval, esse jogo arrasa seja lá qual for o tempo que você decidir jogar. Recentemente, tive a ideia de jogar todos os Final Fantasy que tenho aqui, um por um e claro que comecei com os do PS1. Zerei novamente FF VII e FF VIII, para ter maiores informações para fazer o post, e agora chegou a vez de FF IX, que continua me surpreendendo até hoje. Os personagens são bem diferentes do que estamos acostumados. O principal é Zidane, um ladrão de 16 anos que é de uma raça de hominídeos com cauda (E antes que as piadas comecem, não! Ele não é uma Sayajin!). E claro que se envolverá romanticamente com Garnet, afinal ambos tem a mesma idade. A trilha sonora é ótima e, segundo o próprio  Nobuo Uematsu, é seu melhor trabalho para a série.



Quanto a jogabilidade, novamente temos algumas inovações. Podemos explorar bastante as cidades e conversar com os NPCs de modo a achar itens ou participar de mini games e quests diversas. No que diz respeito as batalhas, podemos jogar com até 4 personagens e o sistema é o ultra tradicional “ação por turnos”. Cada personagem possui habilidades específicas; alguns são invocadores outros usam magia negra e Zidane pode roubar itens e dinheiro. Uma coisa interessante é que, igual FF VI, podemos equipar até 5 itens por personagem. O resumo da ópera é que o jogo vale muito. Uma pequena observação: recentemente, uma missão nova foi descoberta, isso 13 anos depois do jogo ter sido feito. Foi postado na internet a tal missão, entretanto reza a lenda que é uma missão chata. Claro que vou lá conferir. Pois é amigos, vou ficando por aqui. Vou deixar alguns vídeos para você relembrarem, ou mesmo para os que não conhecem, poderem conhecer. Muito obrigado pela atenção. Abraços.

Para aqueles que quiserem saber sobre a tal peça de teatro com nome esquisito: "I Want to be Your Canary"...



Gameplay básico...

domingo, 26 de maio de 2013

Destino: Crônica de Mortes Anunciadas! (Destiny: A Chronicle of Deaths Foretold)


É possível fugir do próprio destino??

Bem, muitos dirão que não e outros mais dirão que sim! Entretanto graças a Neil Gaiman, temos uma nova perspectiva do que entendemos por destino ou melhor: “O Destino”. Segundo Neil Gaiman, Destino é um dos Perpétuos, irmão mais velho de dois velhos conhecidos nosso, Sonho e Morte. Destino sempre foi o irmão mais enigmático e é sem dúvida o mais poderoso dos Perpétuos. Diferente de Sonho, que já foi muito explorado no universo de Sandman, Destino sempre foi uma força oculta e até mesmo temida entre seus irmãos mais novos. Sabemos por exemplo, que tem um bom relacionamento com Sonho e Morte, no entanto não sabemos muito de sua relação com os outros personagens. Não imagino Desejo brincando com Destino, como vez ou outra brinca com Sonho.


O que podemos esperar de uma obra dessas? Nenhuma resposta, todavia muito conhecimento. Exatamente como na vida. Essa obra é para ser uma poesia em forma de história e neste contexto, foi muito feliz. Alias, tudo que diz respeito ao universo de Sandman é bom, parece simplesmente impossível estragar qualquer coisa que saia deste infinito nicho de ideias. Na belíssima introdução de Alisa Kwitney, já percebemos o tom da narrativa e nas primeiras páginas, temos uma noção do que a arte vai nos mostrar. Outro coisa interessante sobre o universo de Sandman, qualquer artista que nele trabalhe, qualquer um mesmo, tem muito material para usar e o efeito é sempre bom. Acho que este universo consegue o melhor de qualquer artista, e aqui em “DESTINO: Crônicas de Mortes Anunciadas”, não poderia ser diferente.


Sem dar muitos spoilers, coisa que acho que já deixei bem claro que não é a intenção do blog, a obra se começa com a introdução de Ruth Knight e John Ryder. Quem são? O que querem da vida? O que estão fazendo ali? Nenhuma dessas perguntas tão corriqueiras se aplica a esta obra. Estamos diante de uma legítima obra do universo de Sandman, portanto cada coisa é parte de uma outra coisa maior ou menor. Tudo está interligado e separado. Confuso leitor? Se você está, então não se desespere! Esse é o universo de Sandman. No decorrer da história, vamos conhecendo algumas coisas que estão no Livro do Destino; nos deparamos com histórias que, por um lado podem estar ligadas aos personagens, por outro lado podem ser apenas histórias. Destino está sempre presente e como ele mesmo diz: “Todos os caminhos levam até meu jardim”.


O que acho mais interessante nessa graphic novel é que a história se desenvolve e como ela é apresentada ao leitor que não conhece nada do universo fantástico criado por Neil Gaiman. Os personagens são tão carismáticos, que é quase impossível não se identificar com a melancolia deles ou pelos traços dos vários artistas que participaram da obra. Inclusive, tenho agora uma dica para vocês. Para quem não sabe, sou muito fã de música de qualidade e tenho certo conhecimento acerca deste assunto. Então, costumo fazer certas experiências com meus livros e graphic novels. Acredito que cada obra, deva ser lida com uma trilha sonora específica. É uma forma interessante de trazer mais um fator a experiência literária. Para essa obra eu recomendo Mozart. A obra de Mozart combina perfeitamente com o clima de fantasia que o universo de Sandman nos apresenta. Experimentem amigos.



Enfim, desnecessário dizer que é uma obra mais do que recomendada para todos os fãs de Sandman. E caso vocês se perguntem onde podemos comprar esta graphic novel, a resposta é bem fácil, na Panini Comics. Só uma nota aqui sobre a Panini, graças a essa editora italiana que acreditou no potencial do mercado brasileiro, eu e vários leitores tivemos a chance de recomeçar nossas coleções e voltar a ler o que por muito tempo nos foi negado. E digo mais, essa editora está trazendo outras obras consagradas para leitores novos. E brevemente estarei aqui trazendo mais dessas obras. Adianto agora uma. Imaginem uma graphic novel com Dr. Destino e Dr. Estranho? Esperem o próximo post... Vou ficando por aqui, vou deixar o link da Panini Comics caso vocês queiram comprar a obra. Obrigado pela atenção. Abraços.