segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Wonder Woman: Hiketeia...Greg Rucka detonando!


Promessa é dívida! Principalmente para os gregos!!
Já disse outras vezes e vou repetir: existem personagens dos quadrinhos, que simplesmente não me descem! Não que sejam personagens ruins, e sim por não me chamarem a atenção com o que eles representam. Exemplo: Superman e Batman. São verdadeiros ícones dos quadrinhos, só que prefiro mil vezes o Batman ao Superman. As histórias e a trajetória do Batman é muito mais interessante para mim, do que a do Homem de Aço. Apesar de muitas histórias do Superman serem verdadeiros clássicos. Então a questão é, existem personagens que eu não gosto, só que, dependendo de quem escrever o enredo da história, o personagem cresce e atinge um público que não é dele, incluindo a mim. Vi isso acontecer no decorrer dos anos que leio quadrinhos e tal fenômeno sempre me surpreende. Esta revista é um desses casos.
Para começo de conversa, adoro mitologia grega. Não apenas por tudo que ela representa como um todo para a cultura mundial, mas também pelo que ela representa para os quadrinhos. Muitas histórias clássicas dos quadrinhos, tiveram influência direta ou indireta da mitologia grega. Em certos casos, de forma direta literalmente. Afinal, o que não faltam são personagens derivados dessas histórias. Hércules e Valquíria, na Marvel. Wonder Woman e Shazam na DC. Só que esses personagens nunca me chamaram a atenção. Claro que, no caso da Wonder Womam, a fase George Pérez foi ótima! Só que o problema é sempre o “Day After”. Quando Pérez saiu, perdi o interesse no personagem novamente. Então Greg Rucka escreve HIKETEIA.
O quadrinho é ótimo e sinceramente, acho que Rucka extraiu o que pode desse personagem. A Mulher Maravilha é ser muito poderoso e com muito senso de responsabilidade. Tem moral e ética inabalável, além de um senso de justiça tão ferrenha quanto o Batman. Só que ela é uma guerreira, uma amazona. Batman foi treinado para ser quem ele é, ao passo que Diana simplesmente nasceu para ser o que é. Quando Greg Rucka coloca esses dois personagens em ação, vemos o quanto ela pode render, em profundidade, quando é conduzida com esmero. Afinal, o Batman é o Batman e raramente erra. Quando ele diz algo, geralmente é suficiente para convencer qualquer pessoa. Agora, e quando a pessoa sabe que é errado e mesmo assim precisa fazer?
 
Sem dar spoilers da história, é mais ou menos isso: Batman está caçando uma determinada fugitiva, que para azar o Homem Morcego recebe a proteção da Mulher Maravilha. Proteção obrigatória, diga-se de passagem. Portanto temos uma baita de um problema. Batman não vai abrir mão de sua presa, pois quer levar-la a justiça de qualquer forma; por outro lado Diana não pode deixar que nada aconteça com quem está sob sua proteção. Resultado: Fight! Não que seja uma luta muito demorada, afinal no mano a mano, sabemos que Batman não tem chance contra Mulher Maravilha. Afinal, ele não estava preparado para enfrentar uma amazona super-poderosa. Se por acaso tivesse se preparado para isso...pobre Diana!
Entretanto, não é sobre isso que se trata essa obra; o combate entre Batman e Wonder Woman. O que vale aqui são as circunstâncias. O que levou o vigilante mais famoso de Gothan às vias de fato, com a mais querida das Amazonas? História com roteiro bom, arte maravilhosa de J. G. Jones; realmente tudo em Hiketeia surpreende. Clássico da DC, com uma personagem que, apesar de não ser a preferida dos nerds dos quadrinhos, quando bem explorada rende ótimos resultados. Vou ficando por aqui. Quem puder comprar, compre sem medo de ser feliz. A capa dessa obra é muito boa e lá diz bem o que esperar da leitura. Muito obrigado pela atenção. Abraços. 

OBS:
Esta obra não está mais a venda, pelas vias normais. Quem quiser acha facilmente pelo mercado livre ou outros lugares do tipo. Caso alguém queira conhecer um pouco mais sobre a Amazona mais linda do mundo, entre nesse link para a comix e seja feliz!

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Valkirie Profile... RPG is awesome!




Melhor que um bom RPG, é um RPG com temática nórdica!!
A galera que me acompanha já sabe que sou viciado em RPG e geralmente quando escrevo sobre um jogo, já são 80% de chance de ser sobre RPG. A cada RPG que jogo, é muito mais que um jogo, é uma história e histórias, fazem valer a viagem. Quando a febre de RPGs eletrônicos começou, o diferencial que nos era apresentado era simplesmente ter uma história para desenvolver. Grandes clássicos da era dos 16 bits, como Sonic da SEGA, Mario da Nintendo, além de outros clássicos como o Street Fighter 2, F-ZERO, Golden Axe, onde a história era um suave pano de fundo. Em se tratando de RPG, a história é tudo! Daí a importância de ter sempre um bom enredo, uma boa jogabilidade, etc. Valkirie Profile veio como uma grande promessa, já que saiu para geração do PS1. E não decepcionou. 
A história por trás desse jogo é ótima, bem ao estilo que estamos acostumados nos RPGs de mesa. A história gira em torno de uma Valquíria de Odin, o maior dos Deuses nórdicos, pai de Thor, que é encarregada de escolher grandes guerreiros mortos em batalha, que no jogo recebem o nome de Einherjar, e estes por sua vez irão para o Valhalla, para um dia lutarem no Ragnarok. O termo Einherjar era usado para definir os guerreiros de Odin, apesar de nem todos que forem recolhidos pelas Valquírias estão no Valhalla. Alguns são destinados a Deusa Freyja e são acolhidos em Folkvang. 
Como já disse, o jogo é todo baseado em literatura nórdica, portanto temos no jogo os 9 reinos ligados pelas raízes da Árvore do Mundo, e entre esses mundos estão alguns bem conhecidos dos leitores de quadrinhos, principalmente pelas histórias do Thor, personagem explorado pela Marvel a anos. Muitas vezes tais lugares são mencionados em suas histórias:
- Asgard: Lar dos Deuses. Ou dos chamados Æsir e dos Vanir (apesar desses meio que serem os vilões do jogo)! Para se chegar a Asgard, temos que atravessar a ponte arco-íris chamada Bifrost
- Alfhein: Reino dos elfos, que são um pouco diferentes dos que vimos pela mitologia criada por Tolkien, por exemplo. Esses elfos, estão mais próximo da definição de gnomos ou talvez pelo que conhecemos pelas obras de Eoin Colfer, com seu Artemis Fowl. O curioso é que no caso dos anões, eles são bem mais parecidos com os anões descritos por Tolkien.
- Midgard: Lar dos humanos.
- Jotunhein: Lar dos gigantes. Neste caso específico, inevitável as comparações com o que vimos no filme THOR. Só para deixar bem claro, não é bem daquele jeito não. a Mitologia real tem algumas diferenças.
- Niflhein: o reino dos mortos. Que curiosamente, como em muitas outras mitologias, não está diretamente ligado ao mal. Digamos que se você for um guerreiro covardão (percebam o absurdo de se colocar o adjetivo “guerreiro” junto com o adjetivo “covardão”), não vai para o Valhalla, que é o lugar dos bravos. Em vez disso é condenado ao tormento eterno.
OBS: muito do que disse aqui (que foi o mínimo, já que não gosto de dar spoilers dos jogos), você vai achar no jogo. Dá para entender o motivo do enredo ser tão importante em um RPG eletrônico?
Enfim, voltando ao jogo em si, podemos jogar com até 24 personagens e alguns deles só são obtidos quando jogamos no modo hard. O personagem principal como eu já disse, é Lenneth, uma Valquíria de Odin e é também uma das 3 Deusas do Destino. Elas compartilham o mesmo corpo e não podem ser vistas juntas. Quando uma dorme, a outra assume. Podemos distinguir uma da outra pela cor de cabelo e pela armadura. A função de Lenneth é evitar a destruição de Asgard no Ragnarok, dando uma de coletora de Pokémon, sendo que em vez de bichinhos, ela convoca guerreiros mortos para lutar ao lado dos Æsir contra os Vanir.
Este jogo teve uma boa recepção pelo público. Foi lançado inicialmente em fevereiro de 1999 e posteriormente, recebeu uma versão atualizada para PSP (que é a que eu tenho), que saiu em maio de 2007. As vendas foram muito boas, tanto na versão do PS1, quanto na versão do PSP, inclusive as revistas especializadas no Japão e no Ocidente elogiaram bastante o jogo, tanto pelo quesito enredo, quanto no quesito jogabilidade. Recebeu poucas críticas negativas, principalmente pelo jeito não-linear de jogar, entretanto nada que diminua o título. Quem puder, ou quiser experimentar não vai se arrepender. É um excelente Adventure RPG e agrada pela simplicidade e pela história em si. Apesar do jogo estar em inglês, acredito que seja bem simples e fácil de entender. Sou de uma geração que aprendeu inglês com os jogos. Então fica a dica para quem quer praticar e não tem com quem. Os jogos servem bem a esse propósito. Vou ficando por aqui. Muito obrigado pela atenção. Abraços. 

Gameplay básico da versão para PSP:

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Antes de Watchmen: Dr. Manhattan... Kneel Before Dr. Manhattan!



O gato está vivo ou morto, dentro da caixa??
Todos aqueles que entendem pelo menos um pouco de física quântica, sabe que o gato está morte e vivo! Muito bem amigos, finalmente o post sobre Before Watchmen: Dr. Manhattan, que na minha humilde opinião, foi o mais bem escrito. Enfim, este obra tem de tudo um pouco e se a proposta de Alan Moore foi criar um personagem o mais enigmático e incompreensível possível, entender este personagem não é tarefa fácil. Porém J. Michael Straczynski conseguiu se superar. Straczynski já é um velho conhecido de todos que são fãs de quadrinhos e conhecem boas histórias. Seu trabalho com o Homem-Aranha é uma lenda até hoje, além de outros títulos da Marvel como Quarteto Fantásico, Civil War, etc. E agora, nos mostra um pouco sobre “o que se passa pela cabeça do Dr. Manhattan”.
Para começo de conversa, o quadrinho é cheio de referências. E quando eu digo referências, estou falando de ciência; mais que ciência, física quântica ou pelo menos um espectro suave. Como todo mundo sabe, matéria é tudo que ocupa lugar no espaço. Agora vamos extrapolar esse conceito e analisar TUDO; digo, em escala atômica e subatômica. Em mecânica quântica, sabemos que recebe esse nome por prever um fenômeno chamado quantização (processo de atribuição de valores discretos para um sinal cuja amplitude varia entre infinitos valores). Portanto, pelo mesmo conceito, admitimos que, na mecânica quântica, existe o operador, ou seja, o fator/ente matemático que vai estabelecer uma relação funcional (ou semi-funcional), com dois ou mais espaços vetoriais. Tenha esse conceito em mente ao ler a revista, vai por mim fará toda a diferença!
Está confuso? É para estar mesmo. Opennheimer disse certa vez: “Se em algum momento no estudo da física, você não se sentir confuso, é porque já stá completamente perdido”! Basicamente, em linguagem de gente, significa que toda vez que você se torna observador de um efeito quântico, aquilo não só aconteceu, mas todas as outras possibilidades também. Vou no clássico exemplo da caixa com o gato ou gato de Schrödinger (sei escrever essa droga de nome, mas juro que não faço idéia de como se pronuncia. Graças a Deus post de blog não tem voz!). Na verdade esse experimento mental demonstra um problema ou situação que Schrödinger notou quando analisou a Interpretação de Copenhagen sobre mecânica quântica. 
Consiste no seguinte: você coloca o gato em uma caixa, só que sem transparências, e junto com esse gato, dentro da caixa, colocamos também um frasco de veneno. Anexado, colocamos um contador gêiser que, ao ser acionado, coloca em funcionamento um dispositivo que acionará um martelo, que por sua vez quebrará o frasco de veneno no interior da caixa. Ou seja, se o contador se ativar, o gato morre. Assim como se o contador não acionar, o bicho não morre. Pergunta: o gato está morto ou vivo? Resposta: se não podemos ter certeza que algo aconteceu, partimos do princípio que todas as possibilidades aconteceram. O gato está morto e está vivo. Tal idéia está diretamente ligada ao princípio da incerteza de Heisenberg. Quando não podemos saber o estado de um corpo (entenda por corpo, qualquer coisa do universo), partimos do princípio quântico que ele está em todos os estados. Cool right?
Qual seria o motivo de tanta explicação física? Estamos falando de um personagem que é literalmente um Deus. Ou pelo menos pode fazer o que um Deus seria capaz, isso na visão infinitamente limitada do ser humano. Imagine um ser que de tão poderoso, consiga enxergar o seu futuro e passado ao mesmo tempo! Possa mudar ou reagrupar moléculas do jeito que quiser! Um ser assim pode literalmente fazer tudo (e esse “tudo” em questão, também leva em consideração a limitada visão humana do que “tudo” significa). Este personagem é Dr. Manhattan e prepare-se, nesta obra você entrará em sua cabeça. Cada explicação ou melhor, conceito neste post, vai fazer a diferença quando ler.
Vou ficando por aqui. Antes quero apenas falar sobre uma situação que me deparei ao ler esta obra específica; digo, quando você tem conhecimento prévio a respeito de um assunto que vai ser discutido ou explorado, a sua compreensão desse assunto é completamente diferente de quem não tem esse conhecimento prévio. Eu cheguei e estudar um pouco de física moderna na faculdade e minha visão sobre essa história foi influenciada, mesmo porque eu reconheci as referências que a obra aponta. Veja por exemplo V For Vendetta (outra obra de Alan Moore), quem leu apenas a história ficou alucinado de tão boa, porém quando você a lê, depois de ter lido 1984, de George Orwell, seu entendimento sobre V vai um pouco além. Com isso quero dizer que, sempre que puder leia, estude, procure referência. É uma forma excelente de quantificar sua experiência ao ler algo! Fica a dica! Aqui no final do post, vou colocar os links do Senhor Saraiva, da Comix e da Panini. Escolha um e comece sua coleção. Vale muito. Obrigado pela atenção. Abraços. 



quarta-feira, 4 de setembro de 2013

DC Universe... War what is it good for absolutely nothing!



Porrada, nos caras que não fazem nada!!
E pela primeira vez aqui no blog, vou escrever sobre um MMO! Só que esse é bem diferente, pois trás algumas coisas que me chamam muito a atenção. Estou falando de DC Universe, o MMO da Sony, que está disponível tanto para PC como para PS3. Geralmente eu costumo gostar de jogos que derivam de quadrinhos e verdade seja dita, a maioria é bom! Com algumas exceções, tipo o jogo do Watchmen (pelo amor de Deus), entre outros. Não cheguei a jogar este jogo para PS3, mas aqui no PC é bonzinho, como WOW da DC. Não é um jogo que precise de uma configuração espetacular para se jogar, coisa que parece estar se tornando comum em jogos de PC. Lembro que quando saiu Diablo III, alguns amigos meus ficara muito tristes, pois achavam que o notebook deles não suportaria o jogo, e rodou de forma aceitável. Com DC Universe foi a mesma coisa; não há a necessidade de um PC mega potente para rodar o jogo.
Vamos a história do jogo, como sempre sem spoilers. A Terra está presenciando uma grande guerra entre heróis e vilões. E o palco desta guerra é Metrópolis, reduzida a escombros por conta disso. Esta guerra chega ao fim com o suposto assassinato do Superman, pelas mãos de Lex Luthor (preciso dizer que isso é um futuro alternativo?). Quando Lex achava que estava tudo bem e que poderia proclamar sua vitória, se vê em guerra com Brainiac.
Lex volta ao passado para alertar os heróis que Brainiac está chegando e explica tudo que aconteceu e como aconteceu. As manipulações de Brainiac levaram a guerra entre heróis e vilões, tendo como intuito diminuir a quantidade de seres super poderosos na Terra, de modo a facilitar sua ação no planeta. O que ele não contava era que Luthor iria sobreviver e roubar os dados da nave de Brainiac e com essa tecnologia criar um exército de super humanos.
Entretanto, quando se lidamos com Lex Luthor nada é o que parece e toda história, por mais verdadeira que possa parecer, nunca é totalmente confiável. Muitas surpresas aguardam os jogadores, assim como muitas reviravoltas na trama. Sobre a receptividade do jogo, podemos dizer que foi boa. Muitas críticas positivas e poucas queixas. Na minha humilde opinião de gamer das antigas, posso dizer que o jogo convence. Não acho que tenha sido idealizado para o público fanático por quadrinhos ou para os jogadores de MMO de fantasia. Acredito que o diferencial do jogo foi explorar um novo mercado. Pessoas que adoram os quadrinhos e não estão completamente familiarizados com o mundo dos MMOs. A interface dele é ótima e, apesar de não ter jogado a versão para PS3, eu li que no PC o jogo é mais rápido. Enfim, nada que atrapalhe a diversão dos novos gamers ou dos mais antigos.
É muito bom quando um game baseado em quadrinhos fica bom. Pena que nem todos os heróis da DC estão presentes. A criação de personagens está muito boa e de certa forma é o que deixa o jogo mais viciante. Quem quer experimentar personagens e situações inusitadas, tendo como pano de fundo o Universo DC este é o jogo. Vou ficando por aqui, mas não antes de alguns avisos: em primeiro lugar, Before Watchmen do Dr. Manhantan está vindo. Meu post sobre esta revista já está quase pronto. E muitas pessoas me cobram sobre os jogos da Nintendo. Acreditem, estou trabalhando nisso. Obrigado pela sua atenção. Abraços. 



terça-feira, 3 de setembro de 2013

Vikings by Vertigo... Sangue e suor, sem lágrimas!




Não tem nada haver com o 13º Guerreiro!!
Vikings é uma série do selo Vertigo, que pertence a DC comics e é voltada para o público adulto. E com toda razão. Diferente do que vemos na maioria das séries da Vertigo, que bebem um pouco na fonte de Sandman e buscam o oculto ou a fantasia, em Vikings é uma coisa mais para o lado da aventura, espada e magia. Só que sem magia. São histórias humanizadas e com forte apelo ao real. Não estou dizendo que as histórias são baseadas em fatos reais. Apenas que a temática da série leva-nos a crer que sim. É uma série bruta, no sentido das tragédias que apresenta e da própria trama em si. Gostei muito dela e confesso que depois de ler, fiquei um tanto decepcionado com o filme 13º Guerreiro, baseado na obra de Michael Crichton (que por sinal, não se chama 13º Guerreiro e sim Eaters of the Dead...não sei o motivo da mudança tão radical de título por aqui). Nesta obra da Vertigo, vemos Vikings reais e não cheios de fama ou fanáticos pela batalha. 
Em Vikings, não vamos ver apenas um herói, se é que dá para chamar de herói um viking! Digamos que os personagens ou protagonistas não são os mesmos. No primeiro arco de histórias, conhecemos Sven. Ele é um viking que se exilou e conheceu a guerra e as batalhas quando fazia parte da famosa Verangian Guard, no império Bizantino. Depois de muito tempo fora, resolve voltar as ilhas Orkney e assumir sua herança. O que não sabia era que não seria tão fácil assim. Suas terras haviam sido tomadas e não seriam devolvidas sem muito sangue ser derramando. Foi um ótimo início na minha humilde opinião, pois logo nessa primeira história já temos uma idéia do que nos espera. Tudo simples e bem escrito, arte incrível...muito bom!
Infelizmente, não foram muitas história que chegaram a ser lançadas aqui no Brasil. Não sei se o teor da série não agradou ou sei lá, a realidade é que não são muitas coisas para se ler. Claro que quando buscamos por scans de Vikings ou melhor, de Northlanders, achamos muito material. Boa parte do que li, são scans baixados da web. Entretanto, tudo que foi lançado sobre Vikings pela Vertigo eu comprei e gostei muito. É muito recomendado para os amantes de RPG. Esse post foi rapidinho, amanhã vou continuar a serei que estou fazendo sobre Before Watchmen, dessa vez com o volume 4, Dr. Manhantan. Vou deixar um link da comix, caso queiram ler algo sobre Vikings. Obrigado pela atenção. Abraços.