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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Magic, The Gathering... RPG em cartas!

Quem gosta de jogar cartas??

 

Estou aqui finalmente para falar do maior card game já produzido, o famoso Magic, The Gathering. O que você precisa saber de início é que trata-se de um jogo com cartas colecionáveis. Foi criado por Richard Garfield em 1993. O jogo consiste em usar baralhos personalizados, por cartas colecionáveis, que garantem a vitória quando reduzimos a zero os pontos de vida de nossos adversários ou o oponente não possui mais cartas no seu bloco de compra. Parece simples, mas garanto que não é tão fácil e principalmente, tão barato. Aqui no Brasil esse jogo custa caro. E montar um bom deck não é tão fácil assim. Entretanto, apesar desse pequeno (grande) detalhe, o jogo sempre foi um sucesso por aqui, e sua popularidade pode ser explicada por se tratar de um jogo de fantasia, como os RPGs de mesa, porém diferente dos tradicionais GURPS e D&D, este jogo para funcionar só precisa de 2 pessoas. Além do fato de ser um grande incentivo para a socialização, dada à possibilidade de venda/troca de cartas e grupos de jogos. Jogar também é socializar.
       


Ainda agora, mencionei uma grande vantagem do Magic que é precisar de apenas 2 pessoas para começar a jogar. Isso também é uma desvantagem, se levarmos em conta que este jogo não dá para se jogar só. Acredito que, da mesma forma que os RPGs de mesa foram afetados pelo sucesso dos RPGs eletrônicos, os card games também sentiram esse impacto. Não ao ponto de serem rejeitados, afinal não se pode destruir clássicos. Todavia, não é tão fácil encontrar jogadores como um tempo atrás. Sou jogador de Magic das antigas e comecei com os decks da 4º edição e até hoje tenho minhas cartas, algumas, por sinal, bem raras e desejadas. Não é tão fácil conseguir 4 Serra Angel e 4 Shivan Dragon. Entre outros que são motivo de orgulho para esse nerd card gamer.


Existem vários tipos de cartas. Temos os terrenos, que são as cartas que fornecem mana para as magias. Podem ser:

    a)      Planícies: mana branca
    b)      Pântanos: mana preta
    c)       Ilhas: mana azul
    d)      Florestas: mana verde
    e)      Montanhas: mana vermelha
    f)       Incolores/Especiais: são terrenos que fornecem mana sem cor e/ou fornecem mana de duas      cores e/ou com habilidades específicas. Geralmente são cartas extremamente raras.


Além disso temos outros tipos de cartas:
  a)      Criaturas: que podem ser de vários tipos, com várias habilidades específicas.
  b)      Mágicas de interrupção: podem ser de várias cores e com vários efeitos possíveis e específicos.
  c)       Feitiços: diferentes das MI, os feitiços só podem ser usados em momentos predeterminados.
 d)      Artefatos: com habilidades e efeitos próprios, os artefatos são muito importantes para alguns decks, inclusive já joguei contra decks inteiramente formados com artefatos.

  e)      Encantamentos: podem ser encantamentos normais (afeta uma carta, um jogador, uma cor, um deck, etc) ou encantamentos mundiais (afeta a todos).


Sobre as cores, cada um tem suas prediletas ou cada um monta seu deck de acordo com as cartas que dispõe. Imagino que, se você tem uma maior quantidade de cartas Pretas, irá montar um deck com cartas pretas ou se suas melhores cartas são brancas, montará um deck com cartas brancas. É um jogo cheio de possibilidades e essas possibilidades refletem de forma absurda na jogabilidade. Geralmente, costuma-se fazer um deck com pelo menos duas cores. Algumas cartas funcionam melhor quando utilizadas em parceria com mais de uma cor. Vermelhas e pretas, por exemplo, ou brancas e verdes. Apesar de não ser obrigatório que se façam essas misturas. Meu deck killer, é formado por cartas brancas e azuis, e com esse deck ganhei vários torneios que participei. Enfim, o grande diferencial está nas possibilidades.


Recentemente, tive a oportunidade de testar uma forma diferente de jogar Magic, um jogo chamado Wagic, que pode ser jogado em várias plataformas, inclusive a minha plataforma predileta que é o PSP. O Mais legal, é que você não precisa ter um PSP desbloqueado para jogar esse jogo. Ele foi desenvolvido para rodar mesmo em aparelhos bloqueados. Faz um tempo que não tenho pessoas para jogar comigo, então é uma ótima forma de matar a saudade do jogo. Não vou entrar em detalhes sobre as regras, pois são bem fáceis de se conseguir na internet, e sobre onde comprar o jogo em mídia física, indico a livraria DEVIR, que é a revendedora autorizada de Magic, The Gathering. Espero que muitos de vocês que me acompanham, realmente possam desfrutar do prazer de jogar Magic, e assim como eu, criem novos amigos e aproveitem da experiência intimista que é um card game. Vou ficando por aqui. Vou deixar o link da livraria DEVIR aqui embaixo e desejo boas partidas aos novos iniciados e felicidades saudosistas, aos fãs das antigas. Obrigado pela atenção. Abraços.

http://www.devir.com.br/magic/index.php

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Final Fantasy X, o primeiro para PS2!


Existem grandes títulos de RPG para o PS2??


Sim, existem. E este post é sobre um deles ou provavelmente o melhor deles. Finalmente chegamos ao Final Fantasy X, o primeiro para PS2 e considerado por muito, um dos melhores de toda a franquia. Lançado no dia 31 de janeiro de 2002, esse jogo foi um sucesso retumbante. Além do fato de ser o primeiro título da franquia para a segunda geração do Playstation (PS2), marca a entrada das dublagens, o que deixou os diálogos muito mais realistas. No mundo fictício chamado Spira, um grupo de aventureiros tem a missão de derrotar Sin, um monstro errante com poderes sobrenaturais e uma força descomunal. Bem clichê, mas nem por isso perde o chame. “Não importa o destino e sim o caminho”, não é esse o lema dos aventureiros?


Esse mundo, Spira, é bem diferente dos outros mundos apresentados nos outros jogos da franquia. É formado basicamente de 3 continente e esses 3 continentes possuem particularidades, como clima, espécies de animais e grupos étnicos. A maioria é humana, entretanto podemos dizer que alguns são mais humanos que outros. Por exemplo, os Al Bhed, que além da grande vantagem tecnologia, possuem indivíduos com olhos verdes, quase que predominantemente. Os Guado, que são um pouquinho menos humanos, possuem dedos mais longos e entre suas características mais marcantes, está a habilidade de conjuração. Magia e tecnologia na medida certa. Não podemos esquecer da enorme quantidade de monstros e outros seres que encontramos pelo caminho. Como podem ver, em FF X a gama de criaturas está bem diversificada.


Nosso personagem principal é Tidus, que é uma espécie de “estrela do esporte” em Spira. Ele é jogador de Blitzball, do time Zanarkand Abes (nome ruim para um time né?). Durante uma partida, é sugado para o viria a ser 1000 anos no futuro. Por aí a história já me conquistou, visto que o meu RPG favorito de todos os tempos (Chrono Trigger), se passa totalmente dentro da temática “viagem no tempo”. Sem dar spoilers, posso dizer que essa trama é bem complexa e quando vocês forem jogar (...e eu espero que joguem, amigos!), prestem bastante atenção nos detalhes. Existem momentos de reviravoltas e quando isso acontecer, é importante que tenham as informações antes passadas no decorrer do jogo. Uma pequena dica para os navegantes: prestem bastante atenção sobre o que são os Fayths. Esse tipo de informação vai fazer toda a diferença para o entendimento do jogo.


Sobre os personagens, todos são muito bons e carismáticos. Tidus é um típico adolescente de 17 anos, estrela do esporte e com muita personalidade e bom humor. Coisa que não é muito usual da franquia, que prefere protagonistas mais sérios e compenetrados. Inevitavelmente, iremos comparar Tidus com o predileto de todos: Cloud de FF VII. A diferença entre os 2 é brutal, então meu conselho é nem tentem. Yuna, por outro lado, é a alma do jogo. Ela é filha do High Summoner Braska e é o personagem mais surpreendente do jogo. Ela que faz as invocações e é, por assim dizer, a “White mage” do grupo. Auron, como não podia deixar de ser, é a força bruta do grupo. Temos Wakka, um personagem equilibrado e com muito valor em batalha, além de Lulu, a mais pomposa entre os personagens. Apesar de ser a mais fraquinha no que diz respeito a força, é a maga do grupo. Um grupo de RPG sem mago, não é grupo!


Sobre a jogabilidade, novamente temos uma mudança do que vimos em FF IX. Ainda no bom e velho sistema de turnos, onde podemos controlar até 3 jogadores em batalha, e um sistema que nos permite trocar de personagens. É bem bonito e intuitivo. Não vou dizer que os limit breaks voltaram, vou dizer que eles mudaram de nome e se chamam agora Overdrives (WTF). Enfim, estão mais intuitivos e realmente fazem toda a diferença na batalha (pelo menos para mim!). A trilha sonora, como sempre, é magnífica. Engraçado como todo FF tem essa particularidade. O jogo às vezes não é bem o que esperamos (falando de FF XIII, que me decepcionou um pouco...), entretanto o visual e a trilha sonora é sempre incrível. Na minha humilde opinião, essa é a marca registrada mais comum em todos os FF. O cuidado com o “conjunto da obra”. Sempre que jogamos um FF, temos a impressão nítida que aquele jogo usou todos os recursos da plataforma. Reparem nos CGs desse jogo e vocês vão ver do que estou falando.



Com altas pontuações e recordes invejáveis, esse jogo é o terceiro mais vendido da franquia (o segundo lugar é FF VIII e o primeiro lugar só poderia ser FF VII) e é o oitavo jogo mais vendido para PS2. Com certeza uma obrigação para todo fã de RPGs eletrônicos. Na última conferência da Sony, aquela onde foi apresentado o PS4, que deu uma surra na sua concorrente Microsoft, foram anunciados alguns jogos e entre eles, um lançamento de FF X para o PSvita. Acho bastante válida essa tentativa de salvar o portátil que anda levando uma surra de todos os seus concorrentes, inclusive do seu irmão mais novo, o PSP. Bem amigos, vou ficando por aqui. Vou deixar um link de vídeos sobre o jogo, para quem não conhece conhecer e quem conhece, matar a saudade. Obrigado pela atenção. Abraços.




segunda-feira, 27 de maio de 2013

Final Fantasy IX...o último suspiro do PS1!


Dá para imaginar um protagonista de Final Fantasy com cauda??

Dá sim! Basta apenas você jogar Final Fantasy IX. Sejam bem vindos para mais um post sobre games e dessa vez sobre uma série que é a minha predileta. Como todos já devem saber, FF IX foi o último Final Fantasy para a plataforma PS1. Foi lançado em 07 de julho de 2000 no Japão e 16 de fevereiro de 2001 no ocidente. Teve bastante sucesso e segundo os sites especializados chegou a vender cerca de 5 milhões até 2003. Diferente do que vimos em FF VII e FF VIII, o nono jogo da série foi medieval fantasioso e teve uma mudança meio que radical no estilo de gráfico. Na verdade, segundo a lenda, Hironobu Sakaguchi (criador da série) tinha em mente uma homenagem aos fãs antigos de FF e fez de tudo para produzir um RPG mais no estilo clássico, popularizado por jogos como o próprio Final Fantasy, Dragon Quest, etc. Acabou por ser uma decisão mais do que acertada!


A CG inicial é um espetáculo e ali, temos uma das principais características da série, a inovação. Final Fantasy tem o talento absoluto de usar todo potencial que um hardwere pode oferecer e até hoje é impressionante. Sobre a história é mais ou menos isso: Está para acontecer uma festa grandiosa, para celebrar o aniversário da princesa Garnet Til Alexandros XVII. Esta festa, irá acontecer no castelo do reino de Alexandria, apena para a família real e alguns seletos convidados. Para celebrar a tal festa, ficou decidido pela apresentação de uma peça de teatro, que por sinal era a predileta do reino, uma tal de “I Want to be Your Canary” (WTF). Não consigo imaginar do que se trata uma peça de teatro com um nome desses (Eu quero ser seu canário), mas por outro lado, eu não moro em Alexandria...


Enfim, esta tal peça será encenada por um grupo de teatro chamado Tantalus, que na verdade não são atores e sim ladrões profissionais. E a intenção desse grupo é sequestrar a princesa. Agora dando apenas um pouquinho de spoiler, a ordem de sequestrar a princesa parte do Regente Cid, do estado maior de Lindblun, que é o mais porrada de Mist Continent. Acontece que, paralelo a esse “plano infalível”, a queridíssima princesa também está a fim de pegar o beco de lá. O plano dela é fugir enquanto todos estiverem desatentos, prestando atenção na peça de nome esquisito. Cid que interrogar a sobrinha sobre o que se passa por traz das movimentações com o exército Alexandrino. Ela por outro lado, quer falar com seu tio sobre acontecimentos recentes e daí começa a verdadeira aventura.


Aos moldes de um legítimo RPG medieval, esse jogo arrasa seja lá qual for o tempo que você decidir jogar. Recentemente, tive a ideia de jogar todos os Final Fantasy que tenho aqui, um por um e claro que comecei com os do PS1. Zerei novamente FF VII e FF VIII, para ter maiores informações para fazer o post, e agora chegou a vez de FF IX, que continua me surpreendendo até hoje. Os personagens são bem diferentes do que estamos acostumados. O principal é Zidane, um ladrão de 16 anos que é de uma raça de hominídeos com cauda (E antes que as piadas comecem, não! Ele não é uma Sayajin!). E claro que se envolverá romanticamente com Garnet, afinal ambos tem a mesma idade. A trilha sonora é ótima e, segundo o próprio  Nobuo Uematsu, é seu melhor trabalho para a série.



Quanto a jogabilidade, novamente temos algumas inovações. Podemos explorar bastante as cidades e conversar com os NPCs de modo a achar itens ou participar de mini games e quests diversas. No que diz respeito as batalhas, podemos jogar com até 4 personagens e o sistema é o ultra tradicional “ação por turnos”. Cada personagem possui habilidades específicas; alguns são invocadores outros usam magia negra e Zidane pode roubar itens e dinheiro. Uma coisa interessante é que, igual FF VI, podemos equipar até 5 itens por personagem. O resumo da ópera é que o jogo vale muito. Uma pequena observação: recentemente, uma missão nova foi descoberta, isso 13 anos depois do jogo ter sido feito. Foi postado na internet a tal missão, entretanto reza a lenda que é uma missão chata. Claro que vou lá conferir. Pois é amigos, vou ficando por aqui. Vou deixar alguns vídeos para você relembrarem, ou mesmo para os que não conhecem, poderem conhecer. Muito obrigado pela atenção. Abraços.

Para aqueles que quiserem saber sobre a tal peça de teatro com nome esquisito: "I Want to be Your Canary"...



Gameplay básico...

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Final Fantasy VIII: existe amor nos videogames!!!


                 
                        
Cansa jogar Final Fantasy??

Não amigos, definitivamente não. Esta é uma das franquias mais amadas de todos os tempos e eu, como bom gamer das antigas, também me rendo. Já disse em outras postagens que o RPG não é mais o mesmo nos videogames. Na verdade, RPG não é mais o mesmo em lugar nenhum. Como meus leitores já devem saber (aqueles que estão aqui pela primeira vez, digo agora), tenho uma grupo de RPG, e jogamos via Skype. Não é o ideal, apesar de servir para o propósito. Jogar RPG é sempre uma boa forma de interação com as pessoas, além de divertido, podemos interpretar, deixar a imaginação nos levar. Antigamente, os jogos de videogames tinham esse poder quase sobrenatural, de nos dar algo para sonhar ou quem sabe, nos entreter por horas. Quem perdeu horas na frente da tela, brigando com a própria limitação com o idioma inglês, se surpreendendo em cada fase ou obstáculo transpassado, deixou uma lágrima saudosista rolar pela face. Não se fazem mais jogos de RPG para videogames como antigamente.

  

Agora, deixando a tristeza da introdução e indo ao que interessa, vamos ao jogo. Diferente de seu antecessor, que foi um divisor de águas, neste temos um jogo mais claro e fácil e até meio “romântico”. FFVII era um jogo bem diferente, tanto pelo carisma dos personagens, como pela história em si, que é uma epopeia, por assim dizer. Não por nada que rendeu filmes e outros jogos, e dizem até as lendas, que ganhará um reboot. Em FFVIII, o que vemos é uma história bem costurada, com motivações elementares e por que não dizer, humanizada. Apesar de não ter tido o mesmo sucesso (entretanto rendeu mais de 50 milhões de dólares, nas 13 primeiras semanas de lançamento, record absoluto até hoje!!!), seus personagens são bons, e é neste jogo, uma das cenas mais bonitas que eu já vi em CGs de videogame, a cena da dança. Sim amigos, existe amor nos videogames. Essa abordagem foi uma coisa inédita na época e nunca tinha sido abordado até aquele momento, pelo menos não nos videogames.

 

Temos a história de Squall Leonheart, especialista em gunblade (uma arma maluca, que é uma mistura de revolver e espada, daí o nome sacaram? Gun+Blade...), que é aluno de uma escola que treina seus alunos, para enfrentarem as mais diversas situações. Como todo bom herói de videogame, Squall é uma cara meio tímido e “na dele”. É esforçado e tem como maior rival, uma cara chamado Seifer, outro especialista de gunblade. Ambos tem como maior vontade, se tornarem membros do grupo de elite chamado SEED. Como o reacionamento entre eles não é bom, e Squall de certa forma é o alvo do ódio de Seifer, este acaba por se unir a Edea, uma feiticeira que está sendo controlada por Ultimécia, a grande vilã do jogo. Neste meio tempo, Squall conhece Rinoa, líder dos Fore Ows e ambos acabam por se envolver romanticamente. Em resumo, eu poderia dizer que é um jogo bem “sessão da tarde”, com aventura, romance e muita ação. Não é a primeira vez que a série FF tenta isso. Em FFIV, foi o amor de Rosa que mudou o Dark Knight Cecil. Drama na medida certa.

   

A jogabilidade desse game foi completamente reconstruída e é bem diferente do que vemos em FFVII. Não existe mais a barra de MP e as magias passam a ser “capturadas” como itens. Os Limit Breaks mudaram também, deixando o jogo bem mais complicado em alguns momentos. Alias, fica a dica para os que gostam de evoluir o personagem no início, para não ter tanta dificuldade mais para frente no jogo. Isso funciona bem com vários jogos, mas aqui quanto mais poderoso você for, mais difícil se tornará o inimigo. Então quando for jogar, não se preocupe tanto assim em ficar forte. Aprendi esse da pior forma, acreditem!!!

  

A trilha sonora desse jogo é um espetáculo a parte. Este jogo, foi o primeiro a receber uma música tema cantada. Inclusive, no Japão, essa música tema foi lançada como single, como forma de divulgação do jogo e tal. É um dos prediletos por todos os viciados em músicas de games (including me of course!!!). O nome da música é Eyes on me e esse jogo também tem uma ópera em latin, Liberi Fatali que também é muito boa.

                        

Por fim, digo a todos você que são fãs de fantasy, não deixem de jogar FFVIII, pois é uma experiência que mostra bem o que é uma boa história, aliada de um bom sistema de jogos. RPGistas iram simplesmente amar, pois esse jogo traz um pouco da fantasia medieval, com uma pitada de futurismo. Muita gente pergunta, qual o motivo de eu sempre postar sobre jogos antigos. Como disse antes, esse tipo de jogo está se perdendo hoje em dia. Vemos hoje uma briga alucinada por muitos gráficos realistas e muito show, pirotecnia de pixels e não temos o mesmo cuidado com a história. Posto, para que outros saibam que um jogo é mais do que só gráfico, é história. Vou ficando por aqui. Deixo alguns links para quem quiser conhecer o jogo, e não é difícil jogar pelo computador. O que não falta são emuladores de PS1. Eu continuo jogando com o meu bom PSP. Obrigado pela atenção. Abraços.

Eyes On Me... Demais, eu sei!!!!


Liberi Fatali...OST. Opening Theme Final Fantasy VIII...e nossa querida Marta Suplicy diz que games não são cultura...chupa essa manga Martinha!!!!

Gameplay básico...

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Pokémon...o vício!

 
“-Prepare-se para encrenca...
 -Encrenca em dobro!
 -Para proteger o mundo da devastação.
 -Para proteger as pessoas de nossa nação.
 -Para denunciar os males da verdade e do amor.
 -Jesse...
 -James...
 -Equipe Rocket detonando na velocidade da luz!
 -Renda-se agora ou prepare-se para lutar!”
Quem nunca ouviu isso??
Sim amigos do blog, estou aqui para falar de Pokémon. A pedido de muitos pelo twitter, vamos lá. Primeiro queria dizer que conheci o jogo antes do anime. Nem todo mundo da minha geração pode conhecer o jogo, pois como já falei em outro post, não era para qualquer mortal ter um videogame portátil e poucos tinham. Joguei pela primeira vez no console de um amigo que estudava comigo. Alguns anos depois, eu tive um GB de acrílico transparente, que me arrependo muito de ter vendido e neste console, também cheguei a jogar Pokémon. Bons e velhos tempos.
Eu tive um igual a esse. Oh saudade...
Esta franquia teve início em 1996, bem no ano que minha filha nasceu, e de cara foi um sucesso no Japão. Não posso saber com exatidão tudo que já foi feito com a franquia, mas o que sei é que foram mais ou menos 43 jogos eletrônicos (que eu tenha conhecimento...), mangás e anime, que por sinal deve estar da 14ª ou 15ª temporada. Fora os brinquedos físicos e tudo mais. Acredito que depois de Mario Bros. está é a maior franquia da Nintendo. Por incrível que parece, esse jogo é de uma simplicidade que surpreende. O objetivo é você capturar monstros (daí o nome da parada...poke-mon, vem de pocket monsters!!), e lutar com eles. Os “bichinhos” são “treinados” e fazem parte de sua equipe. Com a ajuda deles, você vai capturando outros e por aí vai. E o mais importante...Pokémon é um RPG eletrônico. Este jogo foi inovador por muitos motivos. Primeiro motivo era a interação que ele oferecia, entre jogador e jogo. Depois, a partir de Pokémon Red, Blue e Green, com uma parada chamada game link, você podia conectar seu console com de outro amigo e trocar pokémons. Além de poder batalhar com ele. Claro que nem tudo era perfeito. Antes você tinha que ter um GB. E tinha que ter um estoque de pilhas, pois o bicho não tinha bateria recarregável. Essa geração de hoje nem imagina o que era a bateria da pilha acabar, um pouco antes de você pegar aquele Pokémon que queria tanto. Repito: bons e velhos tempos.
Quem não quer uma coleção dessas? Agora imagina ter tudo isso, em um lugar só...bentido emulador para PSP!!!
Joguei muito Pokémon e jogo até hoje, só que pelo emulador do PSP. E infelizmente, ainda não tenho o 3DS, para poder jogar as versões que saíram para DS (apesar de ter jogado no DS de amigos, contudo, nada melhor do que jogar em seu próprio console certo?). No entanto, as versões que saíram para GB color e GBA, eu tenho todas. Não terminei todos esses jogos por pura falta de tempo. Não são jogos muito difíceis, contudo se você quer platinar o bicho, vai ter que investir um pouco de tempo, ou quem sabe, muuuuuuuuuito tempo. Infelizmente, nunca poderei aproveitar tudo que os jogos de Pokémon podem oferecer, pois para isso, teria que ter consoles originais, como o GBA ou o GB st. Estes consoles possuíam integração com consoles de mesa como o N64 e até mesmo o Game Cube e Wii. Como nunca tive nenhum desses consoles, vou perder a chance de aproveitar 100% do que os jogos podem oferecer. Apesar disso, cheguei a jogar e muito, Pokemon Stadium I e II. Agradeço ao Alex Cabeção por isso, e ao Sapo, que tinham o N64.
                  
Sobre os filmes de Pokémon, sei que são 14. Não assisti todos, apenas os mais antigos. E confesso que gostei muito. Não podia deixar de ser, afinal como eu já disse antes, minha filha nasceu no ano que Pokémon foi criado e boa parte da infância dela foi assistindo os animes. Então graças ao fato de ser gamer e de ter uma criança pequena na época que houve o grande boom da série no Brasil, eu era quase um especialista de Pokémon. Conhecia um monte e jogava com eles. Então veio a fase Digimon e novamente lá vai Afonso Pyrenteau decorar um monte de nomes, e mais os nomes das respectivas evoluções, não esqueçam desse detalhe. Isso, entretanto, é uma outra história. Quem nunca jogou Pokémon, por favor jogue. É uma experiência boa e divertida, além de trazer um quê de saudosismo para os mais velhos e sentimentos retrô, para os mais novos. Dedico esse post à minha sobrinha Bulldoguinha, pois está entrando nesse mundo maravilhoso de Pokémon. E terei o privilégio de poder passar um pouco da minha experiência. Vou ficando por aqui. Vou deixar uns links de gameplay de Pokémon, para quem não conhece conhecer. Obrigado pela atenção. Abraços.


 

 

terça-feira, 16 de abril de 2013

Kingdom Hearts: Birth by Sleep.

                                                         
Já imaginou, jogar pelos cenários de filmes da Disney??
“Antes de começar esse post, um pequeno update. Recebi muitas perguntas sobre os motivos de sempre terem muitos jogos de PSP e poucos de outras plataformas. Na verdade, sou apaixonado por portáteis. De fato, minha geração toda ama portáteis, pelo motivo mais óbvio possível: hoje eles são acessíveis. Quando esses videogames portáteis chegaram no mercado, não era qualquer um que podia tê-los. Eram caros e pouco acessíveis aos meros mortais e até mesmo os amigos, não tinham acesso. Meu primo Daniel D2, comprou o que na época era um sonho de consumo, um portátil da SEGA que aqui se chamava Game Gear. Imagina só a empolgação de uma gamer que via aquilo. E ali naquele momento, nascia minha paixão por portáteis. Não significa que eu não goste dos consoles, nem que não gosto do PC. Mas simplesmente que tenho um carinho todo especial por portáteis. No momento só tenho um PSP, com emuladores de GB e GBA...entre outros. Porém brevemente estarei com meu 3DS na mão e poderei trazer mais jogos dessas plataformas da NINTENDO:  DS, DSi e 3DS. Respondida a questão, vamos ao que interessa.”
Este jogo é mais uma obra prima da Square Enix, que vem nos prestigiando com jogos maravilhosos à muito tempo. Desnecessário até falar deles, visto que, quem não conhece pelo menos um jogo deles, não viveu a vida. Este jogo saiu especificamente para plataforma PSP e foi um grande sucesso de 2010. Se não me engano, saiu em janeiro de 2010 no Japão e setembro do mesmo ano na Europa e EUA. Esse jogo se passa 10 anos antes do primeiro jogo e tem como protagonistas Terra, Ventus e Aqua, aqueles personagens apresentados no segundo Kingdom Hearts (Kingdom Hearts II: Final Mix). Tal e qual seus antecessores, Kingdom Hearts Birth by Sleep é um RPG de ação. E conta com um novo sistema de assistência, chamada D-Link ou Dimension Link. Quando uma barra é carregada, você pode pedir ajuda de NPCs. Coisa bem comum nos RPGs de mesa, mas deixa quieto!!!
     
Sobre a jogabilidade é um pouco diferente do que já foi visto nos outros jogos. Os NPCs são alguns astros conhecidos da Disney como Cinderela e o Stitch, além de novas magias e outras coisinhas. Demora um tempo para se acostumar, entretanto não é tão difícil quanto alguns RPGs que já foram comentados aqui no blog. Reza a lenda que esse jogo iria receber um modo multiplayer, e até hoje estamos esperando por isso. Nada que comprometa a experiência do jogo em si. O sistema de batalha é ótimo e podemos usar todos os botões, nada se perde no meio dos comandos que são rápidos e precisos. O sistema de D-Link, também achei bem interessante, além claro dos ambientes. Para quem gosta dos clássicos da Disney vai fazer uma festa. Imagina interagir com os anões da Branca de Neve, na nave do Stitch, pela casa da Cinderela...realmente esse jogo foi muito bom e eu que já era fã da franquia fiquei mais ainda.
                        
Como eu já disse, esse jogo se passa uns 10 anos antes dos acontecimentos dos 2 primeiros jogos, ou quem sabe 3, alias temos: Kingdom Hearts, Kingdom Hearts II e Kingdom Hearts II: Final Mix. Esse jogo tem, digamos, algumas coisas que vimos nos finais secretos de Kingdom Hearts II e Kingdom Hearts II: Final Mix. Fiquem calmos amigos que não darei spoilers. Saibam apenas que a história é focada em jovens aprendizes na utilização da keyblade, que é aquela espada esquisita que os protagonistas usam. Eles querem saber de Xehanort (grande mestre no uso da keybalde!!)e seu aprendiz que se encontram desaparecidos. Vou logo avisando, pois já platinei o bicho, então esperem muitas surpresas e algumas reviravoltas.
                   
Sobre as participações especiais, como já disse, vamos ver vários personagens da Disney. Os 7 anões, Branca de Neve, Cinderela, Hércules (que aqui nesse jogo está bem novinho...), Stitch, King Mickey, Donald, Goofy (Pateta!!), entre outros. Teremos ainda uma participação mais do que especial de Zack Fair!! Sim amigos nerds, Zack Fair da série Final Fantasy. Se vocês não sabem de quem estou falando, leiam meu post sobre Final Fantasy VII: Crisis Core. Não vou dizer o papel dele, todavia adianto que é muito importante. Se tem uma coisa que todo nerd ama, é um bom crossover. Seja de quadrinho, filme ou jogo, nerd que é nerd ama um crossover. Enfim amigos, mais um bom RPG para vocês jogarem e quem leu e já jogou esse jogo, até deu saudade certo? Como sempre faço, vou deixar um vídeo de gameplay desse jogo, para dar um gostinho. Vou ficando por aqui. Obrigado pela atenção e pela visualização. Abraços.
 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Vampiro, a Máscara.

Olha esse livro Black e diz que não deu saudade!!!!
                                      
Será que alguém ainda gosta de vampiros??
Amigos do blog, eu digo: Why not? Já tem um tempinho que eu publiquei aqui, um post sobre Vampiro Americano. Uma série de quadrinhos incrível que tem (acreditem!!!), o dedo do grande Stephen King. A série é muito boa e depois de ler, qualquer pessoa volta a ter esperança nos seres de caninos pontudos. E podem acreditar, em Vampiro Americano ninguém brilha no Sol. Estava meio triste com o que os malditos de Hollywood estavam fazendo com os seres der caninos pontudos, ainda mais quando vocês têm uma legião de fãs afetados, babando e chorando por protagonistas de gosto duvidoso. Com sou um nerd das antigas, não apenas conheci os vampiros por filmes e livros muito melhores do que o que vemos hoje. Pude ser um vampiro.
                              
Como todo bom RPGista, qualquer desafio é válido. Então bem na época do vício em GURPS, o grupo que eu jogava chegou a fazer personagens adaptados. Sim, eram vampiros, porém com toda a jogabilidade de GURPS. Funcionava apesar de sentirmos falta de um universo mais denso, que até aquele momento não tínhamos contato. Quando botamos a mão em “Vampiro, a máscara”. Um novo universo se abriu. Descobrimos um novo e bastante funcional sistema de RPG e de quebra, conseguimos o tal universo vasto que queríamos. O sistema em questão era o hoje popular Storyteller, e até aquele momento não imaginávamos que as aventuras poderiam ser tão mais adultas e de temática um tanto quanto pesada. O mestre não podia apenas contar uma história simples, do tipo matem fulano e resgatem beltrano ou Werewolfs são os inimigos, matem todos. Você podia contar uma trama, que poderia se estender por décadas. Afinal, os protagonistas da trama são imortais. Imagina você começar sua aventura em 1500, ver a independência de vários países como EUA e até mesmo o Brasil, participar da primeira e da segunda guerra (do lado que você quiser...), entre outros momentos históricos. Este sistema te permitia isso, desde que o mestre fosse bem inteligente e soubesse conduzir.
         
Este RPG foi criado em 1991, sendo que a versão que eu tive, alias não era eu que tinha esse livro, era meu irmão já famoso no blog, o Subversivo Black Kamen Rider, era a versão revisada de 1992. O título “Vampiro, a máscara” tem um duplo sentido. Faz referência ao fato dos vampiros, ou melhor, da Camarilla esconder a existência deles. E faz referência a outra curiosidade; boa parte dos vampiros não gostam de admitir que são monstros. Alguns tentam de todos as formas se auto convencer, de que ainda são humanos...pelo menos em parte. A idéia conceitual deste RPG é muito boa e apesar de muitas partidas serem relativamente mais simples, a imersão do personagem pode ser feita de forma bem mais abrangente do que em GURPS. Não pensem que eu mudei meu pensamente em relação ao GURPS, apenas tenho que concordar que o sistema Storyteller é melhor para uma ambientação mais atual, ou urbana/cotidiana.
                                              
Sobre os vampiros em si, o que posso dizer é que não são heróis. Não salvam a mocinha e nem beijam bebezinhos. São monstros e ponto. O que pode acontecer é que, você opta em não ser tão mal ou pelo menos, não ser mal com quem é bom. De uma forma ou de outra, nada te impede de entrar numa casa qualquer e matar todo mundo se você quiser. Nesse ponto entra a questão do jogo ser adulto. Já houve casos de pessoas imitando o que faziam no RPG, na vida real. Isso meio que suja a imagem dos RPGistas e trouxe uma publicidade muito negativa, especialmente a esta série. Pessoas desequilibradas sempre existiram e sempre vão existir, e estas pessoas sempre estarão prontas para fazer loucuras. Então é irrelevante dizer que tal pessoa fez isso ou aquilo por culpa de um jogo. Imaginem os psicopatas que assistem futebol e dirigem-se aos campos torcer pelos seus times, encontram torcedores do time rival e saem para violência. Com paus e pedras ou armas de fogo, maltratam outros seres humanos ao ponto de matar. Essa cena é bem mais comum do que com usuários de RPG ou de videogames. Então fica a reflexão: “O problema é do jogo ou das pessoas?”
                                                      
Polêmicas a parte, sou RPGista e gamer desde que me entendo por gente e nunca fiz coisas desse tipo. Eu e uma infinidade de pessoas, nunca saí atirando com armas, apesar de ser um ótimo jogador de BO2 e nunca bebi sangue ou nada do gênero, apesar de ter jogado Vampiro, a máscara por anos. Sou a favor de limitar a idade de certos jogos e de certos livros, mas acredito que uma boa educação em casa faz toda diferença. Então amigos do blog, deixando a polêmica de lado, para aqueles que querem ser jogados em um mundo sombrio e perigoso, ter aventuras por entre as décadas e saber o que é realmente ser um vampiro, este RPG é para você. A Devir livraria está vendendo este livro. Vou deixar o link aqui. Vou ficando por aqui. Obrigado pela atenção. Abraços.

http://www.devir.com.br/rpg/index.php

quinta-feira, 11 de abril de 2013

GURPS: o melhor sistema de RPG.


Quem gosta de um bom RPG de mesa??
Finalmente vou falar do meu sistema de RPG favorito. GURPS é uma sigla que significa Generic Universal Role Playing System(sitema genérico e universal de jogo de interpretação). Resumo da ópera, o sistema de RPG mais simples e que pode ser usado da forma que você quiser. Eu simplesmente amo GURPS e até hoje jogo esse sistema. O tempo passa, o tempo voa e de repente, não mais que de repente (like Vinícius de Moraes talked...), ninguem é jovem para sempre (except Jovem Nerd...entendedores entenderão!!). Então com o tempo reduzido, não dá para reunir toda aquela galera para jogar como antes. Mas para tudo tem um jeito. Para os que não conhecem, existe um site chamado Jovem Nerd, que é um dos maiores sucessos na internet PT/BR, que possuem um rede social própria, a Skynerd. Através dela, podemos ter contato com muitos nerds espalhados pelo Brasil e inclusive, marcar jogos de RPG on line. Sim amigos, jogamos via skype. Geralmente o grupo que faço parte, gosta mais de D&D, porém temos marcado uma partida de GURPS. Sistema de dados é feito por um programa e tudo funciona muito bem. Fica a dica aí Black Kamen Rider, ou “O Subversivo”. Está mais do que na hora de ressucitar o gigante gentil Djorakan.
  
Mas voltando ao GURPS, esse sistema foi criado pelo gênio Steve Jackson, um grande apaixonado por jogos, em 1986. Do contrário do que todo mundo pode achar, que GURPS tem uma semelhança enorme com D&D, o jogo é bem diferente e o sistema de combate é bem diferenciado. A criação do personagem, simplesmente nos dá uma amplitude grande do que poderia ser uma aventura de GURPS. Graças a isso, existem vários tipos de expansões para este sistema. Até onde eu sei, e pode ser que eu esteja errado, porém acho que devam ser 22 livros. Estes livros são dos mais variados assuntos. GURPS Fantasy, por exemplo, nos mostra personagens e ambientações bem medievais; dragões, elfos, anões e outras criaturas fantásticas. Nem preciso dizer que esse é o meu predileto. Entretanto, podemos achar outros menos óbvios como o GURPS Super, que nos mostra humanos e não-humanos com habilidades e poderes especias, ou seja, herois. GURPS Illuminati, foi um suplemento que deu problema e por conta disso, Steve Jackson  foi investigado pelo FBI (e isso não é sacanagem não, é real!!). Dizem as más línguas que teve problemas com o GURPS Cyberpunk também.
Olha aí Black...te lembra desse livro???
Enfim, se podemos chegar a uma conclusão sobre GURPS, é que esse sistema é incrivel e pode ser aplicado a praticamente tudo. Muitas pessoas que me acompanham aaqui no blog, com certeza jogaram GURPS um dia, ou pelo menos ouviram falar. É verdade que os videogames, meio que tiraram um pouco o público desse tipo de jogo. Contudo não foi uma coisa ruim. E nem o próprio Steve Jackson acha isso ruim. Quando esteve no Brasil, ele foi entrevistado pelo Jovem Nerd e uma das perguntas foi essa. Acredito que os videogames são apenas uma evolução dos games em si. Antes, precisávamos de outras pessoas para poder jogar e hoje o videogame te oferece a chance de jogar, mesmo que sozinho. E assim foi por muito tempo, até novamente ocorrer uma evolução; agora os jogos de videogames atuais tem o famoso multiplayer. E lá estamos nós de novo, juntos (virtualmente...hehehe), jogando e interagindo. Eu sou um eterno apaixonado por RPG, seja eletrônico ou seja de mesa e sempre que posso estou jogando. Então quem puder, aproveite a chance de jogar os RPGs de mesa, pois não existe forma melhor de interagir e contar boas histórias.
                  
Esse post fica por aqui e dou um pequeno aviso aos navegantes: entrem no site do Jovem Nerd e façam a sua conta na Skynerd. Se vocês querem jogar RPG e não tem com quem, lá todos se encontram. Vou deixar o link no final do post. Podem me procurar por lá, meu nome é Pyrenteau. Vou deixar também o link da entrevista do Jovem Nerd com Steve Jackson. Obrigado pela atenção e pelo enorme número de visualizações. Espero encontrar todos vocês pela Skynerd e quem sabe, marcar aquele jogo pelo Skype. Caso queiram comprar os livros de GURPS, a Devir livraria está vendendo. Também deixarei link. Abraços.

http://jovemnerd.ig.com.br/   Site do Jovem Nerd.

https://skynerd.com.br/perfil/Jovemnerd  Faça seu cadastro e divirta-se.

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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Resonance Of Fate.

Quando um jogo é bom e não faz sucesso??
Caros amigos do blog, sou apenas eu ou tem jogos que tem tudo para se tornarem um sucesso e não se sabe o motivo, não chegam lá? Isso deixa qualquer bom nerd com a pulga atrás da orelha. Durante meus vários anos de jogatina, alias vários anos é pouco. Melhor dizer mais de 2 décadas, presenciei esse fenômeno e até hoje não entendo. Como pode um jogo ser tão bom, mas por algum motivo, não ter chegado ao grande público? Em Resonance of Fate (End of Eternity, versão japonesa...), esse fenômeno se repetiu.
O jogo é espetacular e infelizmente não fez muito sucesso. Claro que RPG não é o gênero predileto da galera. Mas o diferencial desse jogo é a jogabilidade. O já tradicional sistemas de turnos, muito popular nos RPGs japoneses e já consagrado com uma infinidade de títulos, se alia ao bom e velho action RPG, com eventos ativos. Na versão japonesa, que foi a que eu joguei, podemos notar uma semelhança dos personagens com o que já conhecemos e vimos em Final Fantasy XIII. As semelhanças, no entanto, morrem por aí. Não é segredo que fiquei muito decepcionado com Final Fantasy XIII, de fato eu e um porrilhão de pessoas. Esse jogo veio como uma grata surpresa. Começando pela introdução, que foi muito boa, para dizer o mínimo. A história, como todo bom RPG, deixa sempre muita coisa no ar. O passado dos personagens sempre é um ponto alto, para todo bom RPGista de console. Então, um bom mistério e uma boa trama, sempre vem de um ou mais personagens com um passado obscuro.
     
No aspecto visual, nem se fala. O jogo é visualmente lindo, com CGs bem feitos e um pano de fundo bem rico de detalhes e nada muito futurista. Acho que essa simplicidade bem feita, foi o que fez o jogo ser muito elogiada pela mídia especializada. Mas calma, não estou dizendo que o jogo é perfeito. Já disse que os personagens são bons e tal, mas acho que a aparência deles é, digamos, um pouco exagerada. Caçadores de recompensas não precisam ser tão parecidos com galãs de filme romântico. Isso foi uma forçada de barra pesada. Porém nada que desmereça o game em si. Vale a pena dizer, que eu amo a produtora desse jogo. A produtora Tri Ace, já nos presenteou com vários clássicos, como por exemplo Valkirie Profile, Star Ocean e Tales of Phantasia. Todos RPGs é claro, e todos jogos incríveis. Jogos que por sinal tenho e jogo até hoje (bendito PSP!!!).
   
Algumas das coisas que mais me chamaram a atenção, foi o que planejaram para as lutas. O sistema de batalha é muito complexo e é preciso ter estratégia para poder aproveitar tudo que o game pode nos oferecer. Não é um jogo fácil. Ainda mais que demora um pouco para você se acostumar com a mecânica de como ele funciona. Entretanto, o que é um jogo de RPG sem um boa dose de dificuldade, não é mesmo? Recomendo fortemente que joguem esse jogo, principalmente se é fã do gênero RPG. E vou logo adiantando, não é fácil conseguir uma cópia. É um jogo que vai dar um pouco de trabalho para conseguir, contudo vale cada real investido. Minha recomendação é procurar no Mercado Livre, já achei por lá. Eu tenho um contato na Terra do Sol Nascente, então Graças aos Deuses dos Videogames não passo por esse tipo de perrengue. Vou ficando por aqui, deixo links do jogo para vocês darem uma conferida. Obrigado pela atenção. Abraços.



segunda-feira, 25 de março de 2013

Final Fantasy VII: Crisis Core

 

Como tudo começou??
Quando um jogo é tão icônico quanto Final Fantasy VII, inevitavelmente surgem questões que os fãs querem saber. E no caso de FF VII, além da história do herói, queremos saber um pouco mais sobre Sephiroth, de longe o personagem mais conhecido de todos os jogos da série e porque não dizer um dos maiores (...na minha opinião, o maior...) vilões de todos os tempos. Este jogo é um RPG, como seus antecessores, porém com uma mecânica diferente na jogabilidade. Saiu dia 13 de setembro de 2007, no Japão e 25 de março de 2008, para o Ocidente. Veio exclusivo para plataforma PSP, apesar de poder ser baixado digitalmente para o PS3 e PS Vita. O jogo se passa aproximadamente 7 anos antes dos acontecimentos vistos e FF VI, e é protagonizado por Zack, o ex mentor de Cloud. Basicamente, saberemos nesse jogo como Zack se tornou um Soldier 1st Class, conheceremos Angeal, ex mentor de Zack e portador da Buster Sword. Saberemos como a Buster Sword foi passada para Zack e posteriormente para Cloud, entre outras curiosidades.

                    
Sobre gráficos e trilha sonora, é desnecessário falar algo, visto que todos os jogos da série são perfeitos nesse sentido. Alias, um dos grandes pontos fortes desse jogo, foi que conseguiram usar de forma primorosa, todos os recursos do hardwere do PSP. As CGs estão tão bonitas que chegam a causar espanto em algumas horas. Na verdade, o jogo traz algo cinematográfico na forma que a história é contada, e isso é faz com que a experiência do jogador se torne quase íntima, no decorrer do jogo. Sou muito fã de FF e não é segredo para ninguém, e como já joguei literalmente todos os jogos da série, posso dizer que esse é um dos meus prediletos (não é o predileto, mas um dos prediletos!!!).

  
Tenho esse jogo para PSP, mas já joguei no PS3 também. A campanha é relativamente grande, apesar de não ser tão grande quanto a dos outros títulos da série. Sobre isso, quero dizer umas palavras: Em primeiro lugar, quero lembrar aos nerds que jogos custam caro. São caros para serem produzidos e mais caros ainda quando chegam as lojas (ainda mais se você mora no Brasil, a terra dos impostos...). Então se vocês são pessoas que jogam por paixão, então o melhor a se fazer é aproveitar o jogo, curtir o momento. Tem pessoas que gostam de se gabar, por terminarem um jogo o mais rápido possível. Eu não acho isso uma coisa válida, porque quem faz isso, não curte o jogo e tudo que ele pode proporcionar. Eu costumo demorar bastante para terminar um jogo, exatamente para poder aproveitar melhor a experiência que o jogo oferece. Ainda mais quando o jogo em questão é um RPG. Meu conselho aos nerds que me acompanham é, curtam o jogo. Explorem tudo que o cenário te mostrar, curta a trilha sonora, encante-se com os detalhes, mergulhe na história do jogo. Você pagou para ter essa experiência. Então faça valer seus direitos de consumidor. Em segundo, terminar um jogo com rapidez não te faz um jogador melhor. Certa vez, vi uma entrevista de um rapaz que terminou Chrono Trigger em 6 horas ou menos, ou algo do tipo. Então, o entrevistador colocou uma trilha sonora de fundo e continuou a entrevista. Lá pelas tantas, o entrevistador pergunta ao rapaz: “Reconhece essa trilha?” e o rapaz diz: “Não!” categoricamente. A trilha em questão era de Chrono Trigger. Especificamente “The Frog Theme”. Uma das melhores de todo o jogo. O entrevistador disse: “Que graça tem você terminar o jogo tão rápido, se não consegue reconhecer uma das melhores músicas que o game tem?” Acho que é por aí amigos nerds. Tenho um primo que é produtor de trilhas sonoras para games, e com toda certeza, o trabalho de um compositor é tão admirável, quanto todo o resto.
       
É isso então amigos, espero que tenham gostado do post. Se vocês gostam de Final Fantasy VII, além dos filmes e do jogo, não deixem de conhecer este capítulo, pois vale muito. Vou deixar aqui no post links para os vídeos de FF VI: Crisis Core e o link do canal do meu primo André...confiram um pouco do trabalho dele. Agradeço a atenção. Abraços.