Mostrando postagens com marcador Others. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Others. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Chrono Trigger...Original Sound Track! Definitely Awesome!

Luz, câmera, música e ação!!
Sim, amigos! O assunto de hoje é música, mas não qualquer música; a música que eu me refiro são as trilhas sonoras dos games. Durante muito tempo, lá nos primórdios dos games, a música ou melhor, a trilha sonora, já embalava altas horas de jogatina nos bons e velhos tempos. Algumas trilhas de tão legais, ficavam na cabeça da gente gravadas a ferro em brasa. Ou seja, os produtores de games sempre focaram em oferecer uma boa música, como maior aliada na experiência de jogatina. Quando as plataformas para jogos se tornaram populares (a era dos videogames), obviamente as músicas seguiram a tendência e o capricho com as composições era mais do que evidente, era gritante. A trilha sonora fazia toda a diferença quando o jogo era de aventura, ou de corrida, ou puzzle, ou RPG. Nos acostumamos a reparar nas trilhas sonoras, tanto quanto já reparávamos nos gráficos.
Quando a era dos 16 bits chegou (a Era de Ouro dos videogames), verdadeiros clássicos surgiram, músicas que simplesmente fazem parte de toda uma cultura. Nos primeiros acordes, você já reconhece a famosa música de Super Mario World, e a SEGA, na época arqui-inimiga da Nintendo, tinha como seu carro chefe o jogo SONIC, que possuía uma trilha sonora tão boa quanto a que a Nintendo havia produzido para Mario. Nesta era dos 16 bits, o jogo era a trilha sonora e vice versa. Os jogos mais populares da época, os chamados Blockbusters dos jogos eletrônicos, como Street Fighter II, SONIC, Super Mario World, Top Gear, Final Fantasy IV (esse principalmente), F-ZERO, Zelda, entre outros, simplesmente  tinham uma trilha tão poderosa e bem feita, que se tornaram clássicos. E entre esses clássicos, o meu jogo predileto de todos os tempos.
Não é a primeira vez que falo deste jogo e provavelmente não será a última. Quem já me acompanha aqui a muito tempo, sabe que eu já uma centena de vezes que Chrono Trigger é e sempre será o jogo da minha vida. Não vou me estender com informações desse jogo, pois já fiz um post sobre ele (clique aqui), portanto vou me concentrar na trilha sonora dele. Como todo mundo sabe este jogo foi produzido pelo Dream Team do mundo dos games (Hironobu Sakagushi – produtor da franquia Final Fantasy, Yuji Horii – diretor de arte dos games de Dragon Quest, Akira Toriyama – criador do manga Dragon Ball, Kazuhiko Aoki – um dos maiores produtores de games do Japão, e Nobuo Uematsu – músico responsável pelas trilhas sonoras de Final Fantasy); com uma equipe dessa claro que o sucesso era garantido. E foi. A trilha sonora de Chrono Trigger é uma das mais famosas e reza a lenda, a melhor ever!
Realmente não tenho nem o que discordar, afinal sou tão apaixonado por esse OST, que tenho no smartphone, no MP3 player, tenho várias partituras dessas músicas e sei tocar algumas delas. Como eu disse, no que diz respeito a Chrono Trigger sou um “Fan Freak”. E não sou o único, pois de tempos em tempos, vídeos com OSTs de games famosos e mega cultuados aparecem pela rede. Alguns realmente conseguem brincar com os arranjos originais, de modo a colocar uma marca própria na música. Quando você faz isso com temas de um jogo super popular como Chrono Trigger, você tem que ter coragem. Além de muito talento, pois como Azaghal (o anão) disse certa vez: “Certas coisas não se pode mexer”. E realmente, muitos vídeos que eu já assisti com versões de músicas de Chrono Trigger, tiveram o esmero que mereciam. E agora com muito orgulho, posso dizer que um membro de minha família se une a esse seleto grupo de músicos. 
Ele está com um projeto musical baseado nas músicas de Chrono Trigger e seu vídeo está espetacular. Na sua releitura, podemos ver uma influência de jazz e primor em elementos como a bateria e o baixo, que está simplesmente demais. Enfim, dizem que uma imagem valem mais que mil palavras. Como o assunto é música, áudio-visual deve ser a bola da vez. Aqui no final do post, vou colocar o vídeo do meu primo e quem conhece, vai pirar; e quem não conhece vai querer conhecer, o maior jogo de todos os tempos! Obrigado pela atenção. Abraços.

PS: Quem puder e tiver conta no youtube, se inscreva no canal. Acesse esse vídeo e deixe nos comentários “Eu Quero Frog Theme”. Vamos explodir a caixa de email do meu primo.


E essa é a versão original, para galera ter uma ideia do arranjo que foi feito na versão acima...

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Pacific Rim... Who needs Power Rangers?



Quem não gosta de robôs gigantes??

Eu fui assistir Pacific Rim e é muito bom. Não tem nada daquela nostalgia de robôs gigantes da época que eu era criança; Changeman, Jaspion, etc. Neste filme a proposta era outra. É criar toda uma mitologia sobre monstros gigantes invadindo a Terra, ainda que a tal explicação para isso, não seja das mais bacanas. As cenas de luta são uma maravilha a parte. Isso todo mundo já sabia, portanto quem espera ver um futuro filme ganhador de Oscar para efeitos especiais, acertou na mosca. Quem vai ao cinema esperando uma história mais densa, com dramas pessoais e aquele clima que insinua uma possível continuação, vai sentir que falta alguma coisa.

O filme é bem frenético, apesar de não ser um problema por isso. Achei o universo do filme bem construído e meio que consegui imaginar livros sobre o tema, ainda mais que a curiosidade sobre esse mundo é enorme e o filme, rápido demais para contar tudo que queremos saber. Os protagonistas convencem no papel, clichês a parte, apesar de seus papeis não serem exatamente o foco do filme, afinal todos querem ver os robôs e os monstros. Uma escritora e blogueira chamada Roberta Spindler, escreveu em seu blog que para ela, quem roubou a cena foi a atriz japonesa Rinko Kikushi. Concordo em parte. Concordo que ela rouba a cena, toda vez que aparece. Mas na minha humilde opinião, o melhor personagem foi o interpretado por Idris Elba, o militar linha dura Stacker Pentecost. Esse cara convenceu 100%.

Finalizando, eu diria que este filme é um autêntico “sessão cinema família”, bem ao estilo do que foi muito famoso na década de 80. Não é um filme que você precisa pensar muito para entender e nem tem grandes lições de moral, coisa que está cada vez mais comum no cinema americano hoje em dia. Ok, tem uma referência pequena aqui ou ali, mas nada que diga que esse filme é um alerta para poluição, ou corrupção, ou derretimento das calotas polares, ou whatever! O filme foi feito basicamente para divertir. Confesso que ao sair  da sala de cinema, fiquei com aquele gosto de quero mais e mal posso esperar para ver a versão estendida (que eu acredito que exista, pelo amor de Deus...). Recomendo e acho que para o nerd é um prato cheio.

Vou ficando por aqui. Sempre que puder, vou escrever aqui sobre filmes atuais ou mais antigos, coisa que vez ou outra uma galera me cobra. Como sempre, obrigado pela atenção. Abraços.


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Magic, The Gathering... RPG em cartas!

Quem gosta de jogar cartas??

 

Estou aqui finalmente para falar do maior card game já produzido, o famoso Magic, The Gathering. O que você precisa saber de início é que trata-se de um jogo com cartas colecionáveis. Foi criado por Richard Garfield em 1993. O jogo consiste em usar baralhos personalizados, por cartas colecionáveis, que garantem a vitória quando reduzimos a zero os pontos de vida de nossos adversários ou o oponente não possui mais cartas no seu bloco de compra. Parece simples, mas garanto que não é tão fácil e principalmente, tão barato. Aqui no Brasil esse jogo custa caro. E montar um bom deck não é tão fácil assim. Entretanto, apesar desse pequeno (grande) detalhe, o jogo sempre foi um sucesso por aqui, e sua popularidade pode ser explicada por se tratar de um jogo de fantasia, como os RPGs de mesa, porém diferente dos tradicionais GURPS e D&D, este jogo para funcionar só precisa de 2 pessoas. Além do fato de ser um grande incentivo para a socialização, dada à possibilidade de venda/troca de cartas e grupos de jogos. Jogar também é socializar.
       


Ainda agora, mencionei uma grande vantagem do Magic que é precisar de apenas 2 pessoas para começar a jogar. Isso também é uma desvantagem, se levarmos em conta que este jogo não dá para se jogar só. Acredito que, da mesma forma que os RPGs de mesa foram afetados pelo sucesso dos RPGs eletrônicos, os card games também sentiram esse impacto. Não ao ponto de serem rejeitados, afinal não se pode destruir clássicos. Todavia, não é tão fácil encontrar jogadores como um tempo atrás. Sou jogador de Magic das antigas e comecei com os decks da 4º edição e até hoje tenho minhas cartas, algumas, por sinal, bem raras e desejadas. Não é tão fácil conseguir 4 Serra Angel e 4 Shivan Dragon. Entre outros que são motivo de orgulho para esse nerd card gamer.


Existem vários tipos de cartas. Temos os terrenos, que são as cartas que fornecem mana para as magias. Podem ser:

    a)      Planícies: mana branca
    b)      Pântanos: mana preta
    c)       Ilhas: mana azul
    d)      Florestas: mana verde
    e)      Montanhas: mana vermelha
    f)       Incolores/Especiais: são terrenos que fornecem mana sem cor e/ou fornecem mana de duas      cores e/ou com habilidades específicas. Geralmente são cartas extremamente raras.


Além disso temos outros tipos de cartas:
  a)      Criaturas: que podem ser de vários tipos, com várias habilidades específicas.
  b)      Mágicas de interrupção: podem ser de várias cores e com vários efeitos possíveis e específicos.
  c)       Feitiços: diferentes das MI, os feitiços só podem ser usados em momentos predeterminados.
 d)      Artefatos: com habilidades e efeitos próprios, os artefatos são muito importantes para alguns decks, inclusive já joguei contra decks inteiramente formados com artefatos.

  e)      Encantamentos: podem ser encantamentos normais (afeta uma carta, um jogador, uma cor, um deck, etc) ou encantamentos mundiais (afeta a todos).


Sobre as cores, cada um tem suas prediletas ou cada um monta seu deck de acordo com as cartas que dispõe. Imagino que, se você tem uma maior quantidade de cartas Pretas, irá montar um deck com cartas pretas ou se suas melhores cartas são brancas, montará um deck com cartas brancas. É um jogo cheio de possibilidades e essas possibilidades refletem de forma absurda na jogabilidade. Geralmente, costuma-se fazer um deck com pelo menos duas cores. Algumas cartas funcionam melhor quando utilizadas em parceria com mais de uma cor. Vermelhas e pretas, por exemplo, ou brancas e verdes. Apesar de não ser obrigatório que se façam essas misturas. Meu deck killer, é formado por cartas brancas e azuis, e com esse deck ganhei vários torneios que participei. Enfim, o grande diferencial está nas possibilidades.


Recentemente, tive a oportunidade de testar uma forma diferente de jogar Magic, um jogo chamado Wagic, que pode ser jogado em várias plataformas, inclusive a minha plataforma predileta que é o PSP. O Mais legal, é que você não precisa ter um PSP desbloqueado para jogar esse jogo. Ele foi desenvolvido para rodar mesmo em aparelhos bloqueados. Faz um tempo que não tenho pessoas para jogar comigo, então é uma ótima forma de matar a saudade do jogo. Não vou entrar em detalhes sobre as regras, pois são bem fáceis de se conseguir na internet, e sobre onde comprar o jogo em mídia física, indico a livraria DEVIR, que é a revendedora autorizada de Magic, The Gathering. Espero que muitos de vocês que me acompanham, realmente possam desfrutar do prazer de jogar Magic, e assim como eu, criem novos amigos e aproveitem da experiência intimista que é um card game. Vou ficando por aqui. Vou deixar o link da livraria DEVIR aqui embaixo e desejo boas partidas aos novos iniciados e felicidades saudosistas, aos fãs das antigas. Obrigado pela atenção. Abraços.

http://www.devir.com.br/magic/index.php

quarta-feira, 3 de julho de 2013

PSP...console "tudista"!

Este é o meu modelo!
Qual seu console predileto??
Modelo do Black Kamen Rider!
Será possível que ainda existe isso de console favorito? Aparentemente sim, visto que um monte de pessoas pelo mundo só faltam se matar, para defender este ou aquele console. E as designações... são uma coisa a parte. Sonystas, Caixistas e Nintendistas são termos que, daqui a alguns anos, estarão presentes no Aurélio (pelo amor de Deus, eu espero que não!). Que motivo leva as pessoas a terem um amor tão grande por seus consoles? Acredito que seja por lealdade, afinal se por um lado o ser humano é muito traidor, ele pode ser muito leal às vezes. A verdade é que, as pessoas têm a tendência de serem leais a tudo e todos que, por um motivo ou outro, proporcionem benefícios. E um videogame proporciona horas de diversão. Isso pode explicar o motivo de pessoas se exaltarem tanto, quando falam dessa ou daquela empresa de videogames. Eu não sou assim. Adoro todas e se pudesse, teria todos os consoles, de todas as empresas. Infelizmente me contento com apenas 4 deles e é sobre um deles que vou falar agora: o PSP.

Quadrinhos no PSP...usando o PSP Comics!
Este é meu console predileto, e não é por ser da Sony. Eu amo consoles portáteis. Simplesmente adoro a idéia de poder levar meus jogos para onde eu quiser. Sou de uma época que não era tão fácil conseguir um console portátil, e nessa época o grande sucesso, diria sonho de consumo de todo garoto, era o Gameboy. Eu sonhava em ter este portátil, poder jogar os pokemons,... infelizmente era muito caro e acima das minhas parcas capacidades de adolescente. A idéia de portabilidade com jogos era fascinante por si mesma, afinal você poderia jogar sem usar sua TV. Muito tempo depois cheguei a ter um GB, e me arrependo muito de ter vendido posteriormente. Enfim, nunca desisti de ter um portátil de peso e quando finalmente consegui o PSP, outro mundo se abriu. Com os desbloqueios, pude usar os emuladores e assim, ter uma biblioteca gigante de games. SNES, MEGADRIVE, GB, GBA, PS1 e jogos específicos para o sistema, tudo estava ao meu alcance e até hoje, uso meu portátil diariamente. Graças a ele, consegui zerar jogos que não tive a oportunidade de zerar na época que foram lançados. Imagina poder jogar todos os Final Fantasy (até o IX), clássicos como Chrono Trigger e Shining Force II, Sonic, Mario e claro: POKÉMON.

Pokémon rodando no PSP!

Essa é a beleza de se ter um portátil. No intervalo do trabalho, em casa, em uma viagem, antes de dormir, qualquer lugar é um lugar para se jogar. Além disso, o PSP tem MP3 player, roda vídeos e com os programas certos, você pod
e utilizar o bicho para ler ebooks ou quadrinhos em formato CBR. Em um único lugar, uma vasta biblioteca de jogos, ebooks, quadrinhos, músicas e vídeos. Isso é muito bom. Infelizmente o seu sucessor, PSvita, não está bem das pernas. Primeiro existem muito poucos jogos para essa plataforma, e os melhores disponíveis, são para o PSP. Então é meio ridículo comprar um PSvita, para jogar jogos do PSP. Preciso dizer que é um console que não foi crackeado ainda. Portanto, pelo menos aqui no Brasil, isso é um fator muito importante. Houve um tempo onde não se podia ter mais de um console, pois eram caros e quem pudesse que escolhesse apenas um. Hoje tenho dentro do meu PSP 7 consoles. E quer saber, meu PSP não é apenas Sony, é Sony, Nintendo e Sega. Para quer perder tempo sendo um Sonysta, Caixista ou whatever, se você pode ser um “Tudista”? PS2, PS3, PSP, XBOX e 3DS...que venham os próximos!

Jogar Shining Force II no PSP... não tem preço!

terça-feira, 18 de junho de 2013

Manifestações pelo Brasil...eu apoio!


Vale a pena protestar??

Acredito que sim! Porém a longo prazo. Os brasileiros estão se mobilizando e isso é bom. No entanto, o que mais gostei de ver, foi a maneira que as coisas aconteceram. A maneira como a informação foi disponibilizada. Tem muitos anos que uma cara chamado Bill Gates, dizia que a internet será a maior ferramenta do futuro, pois nela encontramos a maior de todas as armas, a informação. E eis que o que ele “profeticamente” disse na década de 80, hoje é uma realidade. Quando as manifestações começaram, poucas pessoas iam e a polícia agia com seu jeito costumeiro, sentando a porrada. Os meios de comunicação do grande público, como a Televisão, propositalmente rejeitaram essa manifestação e fecharam a boca. Seguidamente, mais manifestações e mais porrada dos policiais, dessa vez com uma pequena cobertura de alguns canais de TV menores, com jornalistas que acabaram por apanhar também. A toda poderosa maior emissora de TV do Brasil não deu um pio. O que essas pessoas da mídia não contavam, era com a poderosa ferramenta chamada internet e munidos dessa “arma”, os manifestantes inundaram a web de imagens, depoimentos e vídeos de pessoas apanhando, policiais jogando spray de pimenta, mandando balas de borracha, bombas de efeito moral dentro de carros, etc. Tudo devidamente filmado. Imagens falam mais do que mil palavras. Isso se espalhou pela web de tal forma, que a indignação chegou ao ponto máximo e tal como havia acontecido na Síria e no Egito, os brasileiros se organizaram pelas redes sociais e foram para as ruas. Em quantidade suficiente para chamar a atenção do mundo. Agora eles sabem, que o país que vai sediar a próxima copa, não tem condições de garantir a segurança de ninguém, muito menos de um monte de estrangeiros. Perceberam também, que tem algo errado, quando você tem vê hospitais sucateados, educação de péssima qualidade e milhões sendo gastos com um evento esportivo. A desculpa que nossa Presidente sempre usa, é dizer que não tem dinheiro para resolver esses problemas. As pessoas finalmente descobriram que tem dinheiro sim, o que não tem é vontade de fazer algo. Políticos de todo Brasil se aproveitaram dessa situação, principalmente a oposição, para chorar lágrimas de patriotas apoiando o movimento (que na verdade não é um movimento!). Prefeito e Governador de São Paulo dando explicações à imprensa. Eles finalmente perceberam que podem comprar a TV e os Jornais, mas a internet é Terra de Ninguém. Perceberam que, pelo menos dessa vez, não vão fazer as pessoas de besta usando a política do pão e circo, ou melhor, do pão e futebol. O povo acordou e viu que a internet é a ponte para a cobrança e disso, não vamos mais esquecer. Essa nova geração, já está acostumada a contestar tudo que assistem na TV. Trabalho na web e como tal, tinha que dizer isso. Quem me acompanha aqui, sabe que sou viciado em quadrinhos. Na década de 80, um quadrinho de um autor chamado Alan Moore, revolucionou mostrando que o poder sempre esteve conosco. A marca registrada dessa obra, a famosa máscara de Guy Fawkes, é usada como símbolo dos maiores ativistas da web, o Anonymous. Em V for Vendetta (clique aqui para conhecer a obra), o protagonista luta por algo maior que ele. Ao ser questionado se não tem medo de morrer, ele responde: “Beneath this mask there is more than flesh. Beneath this mask there is an idea. And ideas are bulletproof.” Que ninguém nunca esqueça o que aprendemos com essas manifestações. Primeiro, que o povo é um gigante adormecido. Segundo, que a web pode sim ser usada para algo positivo e não apenas para entretenimento. Em V for Vendetta, nosso amado personagem fala: “O povo não deve temer seus governantes. Os governantes devem temer seu povo.” Fica a dica para os chamados “representantes do povo”. Lembrem-se, bastardos de terno, que cada uma das pessoas que foi para as manifestações e as milhares que colocaram pano branco nas janelas, e  todos os ativistas virtuais que, pela internet, divulgaram o que estava acontecendo, cada uma dessas pessoas tem um título de eleitor.

#changebrazil
We don’t need more morons!

By: Myself!!!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Raça das Trevas. Clive Barker em quadrinhos...


Para onde os monstros vão, quando o Sol se põe??


Nem queira saber meu amigo. Esse post é dedicado inteiramente a minha filha, que é uma alucinada por Clive Barker. Este senhor é uma grande artista. Cineasta, escritor, roteirista, ator, artista plástico, produtor de cinema e dramaturgo. Tem tantos títulos, no entanto é um apaixonado por terror e conseguiu o respeito de pessoas muito importantes no meio, como Stephen King. Acredito que já são 10 livros lançados no Brasil e cerca de 18 publicados. Para aqueles que conhecem apenas seus trabalhos no cinema, 2 palavras: Hellraiser e Candyman. Para os que conhecem seu trabalho nos livros, cito “Livros de sangue” e “Abarat”. No entanto, este post é sobre quadrinhos e Raça das Trevas é um excelente quadrinho.


Lançado no Brasil na década de 90, nunca chegou a ter seu final publicado aqui. Infelizmente a obra está incompleta em mídia física (ainda bem que existe internet...pois consegui a obra completa!). Aqui no Brasil, foram 10 edições de um total de 25. Com esse tema, temos um filme de 1990, que foi considerado um clássico do horror, além da minissérie em quadrinhos, que poderíamos dizer que é uma continuação do filme. Basicamente, sem dar spoilers, podemos dizer que se trata da descoberta de u mundo novo, onde existem monstros reais que estão bem mais próximos do que podemos (ou queremos...) crer. Sei o que alguns nerds vão dizer: “Monstros? Vivendo entre nós? Isso me soa muito Lovecraftiano...” Pode ser que sim. Afinal, qual autor de horror que se preze não bebe na fonte de Lovecraft (não conhece Lovecraft, então clique aqui!)?


Agora, uma coisa que podemos dizer sobre esta obra, é que é definitivamente para adultos. Na verdade, violência e horror extremo faz parte do que Clive Barker tem a oferecer. Não é por menos que seu filme mais famoso, Hellraiser, é até hoje um dos maiores clássicos do cinema de terror. Quer dizer, depois desse filme, criou-se na cabeça de todos os que assistiram, o que poderia ser um pequeno vislumbre do inferno. As descrições do inferno de Clive Barker, foram utilizadas como inspiração para vários filmes e seriados com temas fantásticos ou de terror. Um exemplo disso, relativamente recente, foi uma série chamada “Supernatural”. Acredito que todo mundo que me acompanha aqui (ou quase todo mundo), sabe de que série estou falando. São 2 irmãos que caçam monstros. Todo tipo de monstros. Em uma temporada da série, um dos irmãos vai para o inferno. A maneira que ele descreve o inferno e a forma como este inferno se apresenta na série, é bem do jeito que Clive Barker nos apresentou.



Por fim nerds, que puder ou tiver a oportunidade de ler Clive Barker, em especial esta HQ, não vai se arrepender. É bem bacana ver como o terror nos é apresentado, nesse formato onde a arte visual é tão bem aproveitada. E aprovada, pois para os que não sabem, Clive Barker desenha muito bem. Quem ler o livro Abarat, vai se deparar com vários de seus desenhos. Ele é um aficionado por arte visual e reza a lenda que o seu game “Clive Barker’s Jericho”, aproveitou muitos dos seus desenhos para a arte conceitual. Quem não conhece esse jogo clique aqui. Bem amigos vou ficando por aqui. E recado a minha filha: quando você ler está obra, certifique-se de dormir com a luz acesa, e verifique o trinco das portas. Obrigado pela atenção. Abraços.


sábado, 19 de janeiro de 2013



E aí, está gostando do blog??

Me segue no Twitter e saiba sempre o que está rolando e quando vou atualizando o conteúdo do blog. Abraços.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Astronauta Magnetar

Quem disse que os personagens de Maurício de Souza não podem ser densos?
Para quem achava que era impossível tornar uma personagem da maravilhosa "turma da mônica" e transfoma-la em uma obra adulta, se enganou e adimito que fui meio pego de surpresa.

A graphic novel "Astronauta – Magnetar", com roteiro e arte de Danilo Beyruth (Bando de Dois) e cores de Cris Peter, é o primeiro lançamento do selo Graphic MSP,  é simplesmente magnífica. Eu fiquei maravilhado com o trabalho de mestre Danilo, e confesso que superou minhas espectativas.

Nessa HQ, vemos um astronauta muito mais melancólico e humanizado. Aspectos um tanto complexos quando você é uma criança, mas bem vivos quando se é mas velho. Recomendo esta HQ de olhos fechados, principalmente para aqueles que procuram expandir seu pensamento ou se divertir com o pode haver lá na imensidão do espaço.


Apresentação.

Neste pequeno espaço vou tentar mostrar algumas coisas que gosto, nas áreas:

1) Comics;
2) Filmes;
3) Games;
4) Livros; e
5) Qualquer outra nerdeza que me chame atenção.

No próximo post começo minha trajetória.