Galera esse post é para ajudar um país que eu gosto muito e também como um favor para um grande amigo!
Galera que me segue, meus alunos e amigos... compartilhem!
"Bom dia.
Me chamo Ricardo. E estou enviando essa mensagem por um favor aos Times Brasileiros.
Queria muito que realizasse esse favor. Não e nada de me levar pro estádio , de tirar foto com jogadores , de ter um dia de vip ,,, nada disso.
Eu morei 19 anos no Japão e voltei ano passado, e antes de eu voltar no dia 11 de Março de 2011 teve a tragédia no Japão.
Que varias pessoas morreram, pelo terremoto e pelo tsunami. Como nos não tinha como ajuda na hora o que restou era rezar.
Mas no mesmo ano na liga alemã , e na liga italiana os jogadores que atuam na seleção japonesa mandaram mensagens pra animar,ajudar um pouco.
Hoje em dia no Japão tem muitas crianças que jogam futebol do que antes , e quando estava la os ídolos deles era o Ronaldo, Ronaldinho , Kaka, e Zico e outros jogadores. Agora eles comentam muito sobre o Neymar.
O que eu queria que os Times Brasileiros fizessem e se pudesse entrar no próximo jogo com uma mensagem estampada escrito * PRAY FOR JAPAN , NOS ESTAMOS COM VOCE JAPAO *
Que nos brasileiros temos varias etnias, europeia ,africana e asiática . Eu como descendente ficaria muito feliz se isso acontecesse. As crianças, adultos os idosos ficaria mais feliz. Vendo os jogadores do Brasil que e outro lado do Japão mandando mensagens pra eles.
Se os Clubes que eu o amo fizessem isso acho que seria muito melhor que ganhar um titulo. Porque todo nos somos iguais e todo nos precisamos da ajuda!
Obrigado.
Ricardo Akira"
Tudo que você queria saber sobre o universo nerd, de hoje e de antes...games clássicos, livros e quadrinhos obrigatórios.
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terça-feira, 11 de março de 2014
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Dune... em quadrinhos!
Who control the spice
control the Universe. Again!!
Muito bem
amigos do blog, aqui estou eu novamente para falar da obra incrível de Frank
Herbert, só que em outro tipo de mídia. E a mídia em questão são os quadrinhos,
que para quem não sabe, é uma das minhas mídias prediletas. Esta raridade
produzida pela Marvel apresentou o Duneverse
para muitas pessoas e entre outras coisas, carimbou o nome de Bill Sienkiewicz
(sei escrever, mas NUNCA aprendi como se pronuncia...), como um dos maiores
artistas dos quadrinhos de todos os tempos. E olha que sou muito fã do cara.
Conheci o trabalho desse grande artista na maravilhosa década de 80, quando os
grandes clássicos estavam no auge. Tive o privilégio de ler ELEKTRA assassina neste período e ali descobrir
uma forma diferente de interpretar os quadrinhos. O realismo que Sienkiewicz
coloca em seus trabalhos é algo espetacular. Entretanto, aqui nesta obra
específica, notamos que sua marca registrada ainda estava em desenvolvimento.
Porém, quando vocês lerem essa obra (e eu espero que leiam), notem a forma que
os vermes são representados. Só digo uma palavra: gênio!
Sobre a
história, é a mesma do filme de David Lynch. A adaptação foi escrita por Ralph
Macchio, com arte de Bill Sienkiewicz e publicada em 1984. Foi um grande
sucesso na época, com ótimas críticas e agradando tanto os fãs do filme como
fãs do livro. Sem dar muitos spoilers é
mais ou menos isso:
Temos um
império de moldes feudais e em plena expansão, só que este império depende
desesperadamente de uma substância chamada melange,
conhecida como “A Especiaria”. Até aí tudo bem, se não fosse o pequeno detalhe
desta especiaria só ser encontrada em um único lugar conhecido, o planeta
Arrakis, que por sua vez é um planeta desértico popularmente conhecido como
Duna. Como toda sociedade de moldes feudais, existe muita intriga entre as “casas”
dominantes. A Casa Atreides é uma dessas e é bem popular entre as outras casas.
Naturalmente, tanta popularidade não é impune aos olhos de algumas outras Casas
(arrogantes, inescrupulosas, invejosas, enfim...). O Imperador, o chefão
escolhido pelas outras casas, com medinho do crescimento bélico e popularidade
da casa Atreides, arquiteta um plano.
O plano é
usar a grande inimizade que existe entre a Casa Ateides e a Casa Harkonnen e
ver o circo pegar fogo. Imagine que o Imperador, que é da Casa Corrino, quer
continuar sendo o mais poderoso em todos os sentidos e essas duas Casas “se
pegando na porrada”, só ele ganha. Então ele retira o planeta Arrakis da
administração dos Harkonnen e entrega nas mãos dos Atreides. Secretamente, meio
que empresta seu exército para os Harkonnen, com a clara intenção de que estes
voltem a Arrakis e quebrem o pau com os atuais administradores (Atreides), e de
forma definitiva (mata tuto, como diriam os Irmãos Piologo). Daí por diante o que
vamos ver é uma história de sobrevivência, de vingança, com muitas
reviravoltas, assassinatos, cenas de ação e muitas divagações políticas. Como
eu já mencionei no meu outro post sobre Dune, a história é muito alegórica e
por muitos momentos, você para e pensa: - Isso
é tipicamente humano. Não é por acaso. Basta imaginar que a especiaria é o
petróleo e muito do que você vai ler no livro, nos quadrinhos e assistir no
filme, vai ter um sentido beeeeem mais real. Humanos sendo humanos!
E aqui
vou terminando mais um post. Não sei dizer onde vocês podem achar essa obra
para ler em mídia física, provavelmente pelos ebays, mercados livres, Amazons da vida. Vale a pena comprar.
Contudo para os que não querem ou não podem comprar, é relativamente fácil
achar em formato CBR/CBZ em muitos sites. Uma busca rápida já resolve. Muito
obrigado pela atenção, quem puder clicar nos links a esquerda para me seguir na
Fan Page do Facebook ou pelo Twitter eu agradeço. Sempre aviso por essas mídias
sociais quando estou com novas publicações. Abraços.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Wild Cards... pequeno update!
Novamente, eu quero ser um ás!!
Não tem muito tempo que eu fiz um post
sobre cartas selvagens. Na ocasião, a única referência que eu tinha eram os
quadrinhos, que por sinal são muito bons. Não havia tido a oportunidade de ler
os livros e claro que eu fui atrás deles. Acontece é que, como muitos de vocês
são fissurados em leitura (quadrinhos e livros), eu também o sou! E para me
organizar, eu costumo deixar uma "fila" de livros, lendo na ordem que
eu estipulo. Raramente eu "furo a fila" dos meus livros. Fiz isso com
os livros do Martin (Crônicas de Gelo e Fogo), a muito tempo atrás e me
arrependi da graça, pois no momento que você começa a ler a obra dele, é
impossível parar. Eis que faço novamente, "furo a fila" e os livros
em questão são do Martin. Dessa vez no maravilhoso Universo de Wild Cards.
Como eu disse, é impossível para e de ler.
Portanto fiquei um fim de semana inteiro lendo as obras sobre Wild Cards, um
livro atrás do outro, cada página me trazendo saudades e lembranças dos bons e
velhos tempos de GURPS Super. Agora, para ser bem sincero, não sei o que eu
poderia acrescentar sobre este Universo fantástico. Claro que são mais
histórias, muito mais detalhes, só que não dou spoilers nos meus post, escrevo
especificamente sobre minha experiência e por qual motivo (ou motivos), as
obras em questão deveriam ser lidas. É exatamente por isso que não tenho muito
a acrescentar sobre o Universo Wild Cards, entretanto se me permitirem uma
pequena recomendação, posso dizer que é muito mais interessante ler os livros
depois de ter lido os quadrinhos. Eu gostei de ter reconhecido os personagens,
não imaginado pela descrição do Martin. Enfim, é apenas um pequeno update. Muito
obrigado pela atenção, quem puder me seguir pelo Facebook e Twitter eu
agradeço. Abraços.
Link dos livros no Senhor Saraiva:
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Cartas Selvagens... HQ, RPG e Universo estendido!
Como todo mundo que leu, eu gostaria de ser um Ás!!
Hoje caros amigos do blog, eu vou escrever sobre uma HQ, que também é um
RPG e por acaso também são livros; Cartas Selvagens é um cenário de RPG onde
podemos jogar com pessoas com super poderes. Reparem que vocês leram: “pessoas
com super poderes” e não “heróis” com super poderes. Como na vida real, ninguém
garante que “com grandes poderes, temos grandes responsabilidades”; ainda mais
que, se fosse assim no mundo real, os americanos seriam o povo mais bacana no
mundo. No Universo de Cartas Selvagens,
o mundo foi vítima de uma invasão alienígena; nada como frotas espaciais ou
robôs gigantes, enfim nada de clichês! Os caras (alienígenas) simplesmente
mandaram um vírus maldito, para saber qual seria o efeito se este fosse utilizado
por eles. Queriam usar a gente de cobaia. Esse vírus tinha a promessa de
desenvolver poderes nos infectados e como esses alienígenas queriam poderes,
decidiram testar nos pobres terráqueos.
Um desses alienígenas, não concordava com essa idéia de soltar uma bomba
virótica em um planeta só para ver o que acontece e tentou de todas as formas
impedir a detonação. Fracassou e dessa forma o vírus Carta Selvagem foi disciminado
na Terra. A maioria das pessoas que são afetadas morrem; os que não morrem,
transformam-se em aberrações das mais variadas formas. Entretanto, uma pequena
porcentagem contaminada desenvolve poderes incríveis. Vão desde a capacidade de
voar, telecinesia, invulnerabilidade, até coisas bestas como mudar a cor dos
olhos ou um super paladar. Acontece que não têm como saber quem vai dar a sorte
de ser um defunto, um coringa (afetado deformado) ou um Ás (afetado com
poderes). E que fique muito claro, esse vírus é contagioso. Portanto as pessoas
que não sofreram mutações ou ganharam poderes e simplesmente escaparam da
infecção, acabam por ter um preconceito com os afetados. Imaginem o vírus da
AIDS 20 anos atrás...
Esse cenário de aventuras era o que podíamos jogar com a expansão GURPSSUPER, que como o próprio nome diz pertence ao sistema de RPG chamado GURPS. Já
citei aqui outras vezes e volto a citar, GURPS sempre foi meu sistema favorito
para jogar, ainda que não tenha sido meu primeiro sistema de RPG. Comecei com
AD&D, que hoje voltou a ser apenas D&D. A grande parte das partidas que
eu joguei, eram na área da fantasia medieval. Dragões, elfos, gnomos, e tudo o
mais. Meu irmão Black Kamen Rider tinha o módulo básico de GURPS e possuía também
a expansão GURPS FANTASY. Um belo dia, ele me aparece com outra expansão (GURPSSUPER) e com essa podemos construir personagens com poderes. Na época era
simplesmente o máximo poder reconstruir os seus personagens prediletos dos
quadrinhos, em uma mesa de RPG. E mais, podíamos reconstruir Universos dos
quadrinhos inteiros, como o da Marvel e da DC. E é claro que poderíamos usar o
Universo de Castas Selvagens, por sinal muito bom!
Essa expansão (GURPS SUPER) vinha com um quadrinho muito bom, que
explicava o plot central do cenário. Além de nos apresentar personagens que
poderiam ou não ser usados na campanha. Adivinhem quem é o criador desse
cenário??? Ninguém senão o todo poderoso George R. R. Martin. Sim leitores do
blog ele mesmo. O cara por trás de Crônicas de Gelo e fogo (livros que deram
origem ao megaboga seriado Game of Thrones). Depois dessa nem preciso dizer o
quanto Cartas Selvagens é bom certo? Sobre os quadrinhos, posso dizer que
também são muito bons. Eu comprei a versão minissérie e também tenho a versão
encadernada! Foram lançadas pelo selo Epic (que pertence a MARVEL) e aqui no
Brasil, foi publicada pela editora Globo, em 1992 (versão minissérie) e 1993
(versão encadernada). Sobre os livros, sei apenas o que muitos da minha geração
sabem: os quadrinhos são uma adaptação desses livros, que são mais de 20 (eu
acho!!!) e alguns já estão sendo publicados por aqui. Achei em versão digital também,
portanto como não li, não posso falar sobre. Contudo, sei que a um tempo atrás,
na página oficial do Martin, estava escrito que esses livros seriam TODOS lançados
por aqui. Fica a esperança que tal notícia seja verídica.
E com esse raio de luz, eu termino o post de hoje. Espero que eu
tenha esclarecido ou pelo menos ajudado a muitos curiosos sobre esse incrível
Universo. E fica a dica para os jovens leitores que não descobriram ainda o
prazer de uma boa partida de RPG. Pense em GURPS SUPER e saiba que ler sobre o
Wolverine é legal; interpretar o Wolverine no entanto, é muito melhor! GURPS
pode te proporcionar isso, alias, proporcionou para mim! Muito obrigado pela
atenção. Quem puder é só dar um clique e curtir a fan Page do blog no Facebook
ou me seguir pelo Twitter, para saber de novos posts. Abraços.
PS: Quem quiser ler em formato digital essa HQ, clique no link abaixo.
E no outro link, alguns livros para vender no senhor Saraiva.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
The Hobbit 2... o que dizer???
E depois de um curto
período de folga, cá estou eu novamente com o blog.
Neste primeiro post de
2014, gostaria de escrever sobre The Hobbit 2, ou como muitos estão chamando: O
Hobbit 2, A Enrolação de Peter Jackson. Não estou dizendo que o filme foi ruim
de todo, apenas manifestando meu desagrado com a atitude mesquinha e mercenária
com que o livro está sendo tratado. Quando fiquei sabendo que The Hobbit seria
uma trilogia, fiquei com o pé atrás. Afinal, não existe tanta coisa naquele
livro, que precise de 3 filmes para se mostrar. Depois, quando assisti o
primeiro, meio que calei a boca. Fiquei maravilhado com a riqueza de detalhes,
amei todas as cenas onde foi possível ver os anãos em, digamos, “seu habitat
natural”. Foi demais quando o dragão chega, a luta, a forma que eles foram
expulsos; enfim foi muito bom! Já escrevi sobre isso uma ou mais vezes por
aqui, mas vou escrever de novo: a grande sacada de se fazer um filme sobre um
livro, é o testemunho visual. Ler sobre elfos, anões, orcs e hobbits é uma coisa.
Ver é outra coisa!
Então, com um merecido
“cala boca”, bati palmas para o primeiro filme de Peter Jackson, além de ficar
na expectativa para a segunda parte. Não foi nada do que eu imaginava. Um filme
gigante, com montes e montes de situações completamente desnecessárias e o mais
importante, sem a menor coerência com o livro. Se no primeiro filme Peter
Jackson inovou, no segundo ele estava bêbado (na melhor das hipóteses!). Este
segundo filme, o livro foi quase que completamente desprezado. Antes que me
atirem pedras, quero deixar uma coisa bem clara: Eu sei que “costuras” precisam
ser feitas, para a adaptação de um livro para o formato cinema. Algumas coisas
ficam de fora, outras são acrescentadas. Acho até normal, desde que essas tais
“costuras” não sejam absurdas. Aparentemente, essa regra de não “costurar”
demais foi ignorada pelo senhor Peter Jackson, pois esse segundo filme poderia
muito bem se chamar “The Legolas” ou “Bilbo and Legolas”. Aí pare para pensar
que o Legolas nem aparece no livro, for God sake!
Como se isso não fosse
suficiente, o personagem principal (Bilbo) acaba por ser transformado em algo
que ele não, pura e simplesmente para unir o que estamos vendo, com o que já
vimos em Lord of the Rings. Tudo bem, unir as duas obras cinematográficas era
preciso, entretanto a forma como foi feito... doeu nos fãs! Eu esperava mais flashbacks e menos “macaquices” de Mr.
Jackson. Agora, não posso dizer que foi um filme ruim, para uma pessoa que
nunca leu o livro. Nesse ponto, acredito que a idéia foi bem sucedida. Para a
maioria das pessoas que não leram o livro, o filme ganhou um “quê” de épico,
que não tem nada haver com a obra original. Então, espere muitas cenas de luta,
muitos efeitos especiais (as cenas do Dragão são espetaculares) e comédia moderada.
Claro que para as meninas de plantão, o filme apresenta um seleção das melhores
táticas de luta élfica com Legolas. Além de belíssima elfa “Super Kate” (só os
fortes entenderão essa referência).
Por fim, como fã
declarado e apaixonado pela obra de Tolkien, não posso dizer que gostei do que
eu vi. Contudo, como um fã de cinema, sou obrigado a admitir que Peter Jackson
recriou The Hobbit com a intenção clara de transformar a obra em outra coisa.
Na verdade, acho que é a melhor definição que eu poderia dar se alguém, por
ventura, me questionasse sobre quais as diferenças entre “O Hobbit” e “O Senhor
dos Anéis”. The Lord of the Rings foi um filme feito por um fã, para fãs! Já
“The Hobbit” foi um filme feito oportunamente, para trazer novos fãs (além de
alguns milhões a mais para o bolso de Peter Jackson). Eu espero sinceramente
que o terceiro filme seja muito bom. Não apenas para os fãs antigos, como para
os novos fãs. Todavia já estou preparado para algo ainda mais chocante. Quem
viver verá e eu com certeza vou viver (desde que o tal asteróide maldito que
passará perto da Terra em março, apenas passe perto!). Vou ficando por aqui.
Muito obrigado quem leu e espere por mais. Deixarei links da Saraiva para quem
quiser comprar os livros do Tolkien ou os DVDs/BLUERAY dos filmes. Me sigam no
Twitter e Facebook para sempre saberem quando saem novos posts. Abraços.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Incal... Moebius é um gênio!
Viajar é muito bom! Viajar para o Jodoverso é melhor ainda!!
E mais uma vez trago para o blog um quadrinho de ficção científica.
Dessa vez a obra escolhida foi de um cara que é considerado um dos
melhores desenhistas de todos os tempos. Moebius é um gênio. Eu conheci Moebius
quando li uma Graphic Novel (de número 11), que foi lançada pela editora abril.
Era um quadrinho sobre o Surfista Prateado e o todo poderoso Galactus. Fiquei
impressionado com a arte e pelo amor de tudo, quem não ama o trabalho de Stan
Lee? Era uma história ótima, que ele (Lee) definiu como “bem diferente do que
estava acostumado a fazer”. Com grandes momentos de reflexões, marca registrada
do personagem Surfista Prateado, e ação na medida certa, esta história é uma
das mais clássicas e está no meu “Hall Of Fame”. Não vou falar muito sobre esta
obra em específico pelo simples motivo de estar nos meus planos trazer para o
blog, em um futuro não tão distante. De qualquer modo, ali naquela revista
nascia uma grande admiração pelo trabalho do grande Moebius.
Para quem não sabe, Jodorowsky é um cara muito bom também. Em um certo
momento da vida, este sujeito teve a brilhante idéia de adaptar o livro Dune
(Frank Herbert) para o cinema. Para tal projeto, convidou o criador da revista
Heavy Metal Jean Giraud (moebius). Acontece que o tal projeto não vingou (pelo
menos não com ele, pois todo mundo sabe que o Filme Dune foi feito). Anyway... nascia ali uma grande amizade. E graças
a essa amizade, surgiu um dos maiores clássicos de ficção científica dos
quadrinhos de todos os tempos: Incal. Idéias e conceitos de Jodorowsky, além da
arte fabulosa e surrealista de Moebius. Depois de ler Incal, meio que fiquei pensando
como teria sido a versão dele para um filme de Dune... Enfim, vale ressaltar que este quadrinho não é para
crianças. A temática e a narrativa é bem simples, o suficiente para qualquer pessoa
que não seja um PhD em literatura entender. Só que violência e algumas cenas
mais “picantes”, deixa claro que os adultos são o público alvo.
Agora vamos a história, como sempre sem spoilers. Nosso protagonista se
chama John Difool e não é nada de especial. É um detetive particular, muito
azarado e com um talento incrível par se meter onde não deve. Quando estava
meio que “evadindo” de uma de suas inúmeras presepadas, encontra-se com uma
misteriosa criatura, que estava para morrer. Antes, entrega ao pobre John um
artefato que viria a ser a maior dor de cabeça que ele jamais poderia imaginar.
Como podem ver, a história não é tão difícil de entender. O que deixa tudo
muito interessante, é o fato de tudo mudar muito rápido. Reviravoltas na trama
são tão comuns ao ponto de se tornarem imprevisíveis. Isso deixa tudo muito
dinâmico e o leitor literalmente fica preso a trama de uma forma quase que
inexplicável. A arte de Moebius é um grande fator determinante, diga-se de
passagem. Existem momentos que, a arte é tão magnífica, tão cheia de detalhes,
que você simplesmente para a leitura e admira por um tempo. Poucos são os
desenhistas que conseguem causar esse tipo de efeito.
Conseguir esses quadrinhos, à muito tempo atrás era relativamente
difícil. Hoje, porém, podemos achar-los todos pela Saraiva e, sem um pingo de
arrependimento posso dizer, é uma compra espetacular. Este obra entra no tópico
“leitura obrigatória”, para qualquer um que goste de quadrinhos e para qualquer
um que goste de ficção científica. E para aqueles que ficaram impressionados
com a arte de Moebius, comprem sem medo tudo que acharem dele. Sou um grande fã
de quadrinhos e todo mundo que me acompanha já sabe. Uma das coisas que mais
prezo, é uma boa história. Ainda mais quando se passa de uma forma bem
original. Não significa que eu não aprecie os clássicos heróis, como
Batman/Spiderman/Superman/X-Men. Só que é muito bom, de vez em quando sair
dessa “zona de conforto”. Conhecer coisas novas e totalmente originais é muito
bom. Além disso, quando lemos quadrinhos, piramos com a descoberta de
referências a livros e/ou de outros quadrinhos. Incal realmente me impressionou
muito e definitivamente é uma obra que vou ler inúmeras vezes, exatamente como
Watchmen, V for Vendetta, Cavaleiro das Trevas, entre outras.
E depois disso, vou ficando por aqui. Encerro esse post com o singelo
aviso para os que se interessaram por esta obra. Estou deixando os links aí no
fim, para obras de Moebius e para esta em específico, no grande Senhor Saraiva,
que está se superando com seu acervo de quadrinhos e livros (isso eu sei!).
Muito obrigado pela atenção, quem gostou e leu até aqui, por favor clique nos
ícones do Facebook e Twitter. Abraços!
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Laços... simplesmente uma história linda!
Os amigos de infância sempre são
os melhores!!
E isso é uma grande verdade. Todo
mundo sabe que muito do que somos hoje, muito do que gostamos ou até mesmo opiniões
que temos sobre a vida, devemos à convivência com os amigos e quando esses
amigos são de infância... ou seja, pessoas que literalmente viram você crescer,
sempre moldam de uma forma ou de outra que você é hoje. Tenho um grupo de
amigos assim, nesse assunto eu tenho certa dose de conhecimento, afinal os mesmos
amigos que eu tinha quando era criança, tenho hoje. Todos vivendo suas vidas,
alguns casados, outros não, alguns com filhos, outros não; são advogados,
veterinários, arquitetos, pedagogos, contadores, professores, engenheiros,
médicos, etc. Agora, quando falamos de amigos de infância e quadrinhos,
qualquer brasileiro vai automaticamente lembrar da turma de amigos mais famosa
do país e que de uns tempos para cá, tem
se tornado um sucesso no mundo: Turma da Mônica.
Como não se encantar com
quadrinhos tão bem feitos e com histórias que até hoje, são um sucesso entre as
crianças, geração após geração. Basicamente na Turma da Mônica temos: Mônica,
Cebolinha, Cascão, Magali. Esses são os principais. Com o tempo, novos
personagens foram sendo acrescentados, como o Titi, Franjinha, Xaveco,
Humberto, Marina, as namoradas – Cascuda (do Cascão) e Aninha (do Titi), entre
muitos outros. Em uma forma de abordagem mais recente, a Turma da Mônica também
está “teen”. Em estilo mangá, nossos queridos personagens que aprontaram tanto
quando crianças, agora são adolescentes, crescendo e discutindo novos assuntos.
É o Universo Expandido de Maurício de Souza. E como não podia deixar de ser,
esses personagens tão queridos ganharam outra forma de abordagem em quadrinhos,
algo mais adulto, não que esse “adulto” em questão signifique violência ou
temática sexual, qualquer uma dessas coisas iria contra tudo que MS representa.
Me refiro a narrativa. Nesta série de graphic novels do selo MSP, a narrativa é
bem diferente do que costumamos ver nos quadrinhos tradicionais dos
personagens. Trabalho lindo, diga-se de passagem.
A primeira graphic novel
produzida para o selo, foi o Astronauta Magnetar. Uma obra densa e que de certa
forma, nos faz ter uma abordagem bem diferente da tradicional forma apresentada
pelos quadrinhos clássicos. Quer dizer, tudo bem que o cara é um astronauta e
vive no espaço, explorando e conhecendo novos mundos. Só que, quando se é
criança, não se faz idéia do quanto deve ser solitária essa vida. Vendo a coisa
toda com olhos de uma pessoa adulta, percebe-se a real profundidade do
personagem (ou todo potencial de profundidade que ele pode ter). Nesta segunda
obra, novamente sou surpreendido com uma história simples e arrebatadora. Se
por um lado Astronauta Magnetar me lembrou Jim Starlin, eu diria que Laços é mais para Will Eisner. Antes que
alguém levante uma pedra, vou explicar de novo: não estou fazendo comparações
literais. Estou apenas dizendo que, o estilo de narrativa de AstronautaMagnetar, me lembrou Starlin; assim como Laços
me fez lembrar de Will Eisner, pela inocência que está ali presente, sem
parecer infantil demais.
Sobre a história, é mais ou menos
isso (sem spoilers): a turma de amigos que conhecemos tão bem, e suas
tradicionais brigas e brincadeiras e planos infalíveis. O desenho está bem
diferente do tradicional, então às vezes precisamos do autor, para nos indicar que
é este ou aquele personagem. Tudo ia bem, quando uma tragédia acontece.
Floquinho, o cachorrinho do Cebolinha, perde-se no mundo e a turminha se vê em
uma situação diferente de todas. Eles têm diante de si um drama real, que vai
além de qualquer brincadeira que já tiveram. Ficam arrasados em ver o estado de
Cebolinha; então, como forma de ajudar o amigo, decidem se unir, procurar e
achar Floquinho. E é disso que se trata a história. A busca inocente porém
necessária de Floquinho, além de demonstrar que apesar das brincadeiras, o laço
entre os amigos é mais forte que tudo.
Como eu disse, a história é
belíssima, bem escrita, bem desenhada. Para os nerds mais atentos, essa
história vai ativar memórias antigas de um filme espetacular chamado Stand by me. Não, amigos não é igual,
nem remotamente igual ao filme, só que algumas cenas são claramente uma
homenagem ao filme. Como eu disse, é uma obra linda. Recomendo para qualquer
pessoa que um dia leu Turma da Mônica e recomendo principalmente para os mais
saudosistas, que sentem falta da boa idade. Sei que o tempo não para; Cazuza
gritou isso em alto e bom tom durante toda minha adolescência. Mas nos
quadrinhos, bem como nos livros, podemos nos permitir ir para outros
lugares/mundos/dimensões. Permita-se embarcar com essa turma de amigos e sonhe.
Afinal, quem nunca sonhou viver aventuras fantásticas com os amigos quando era
criança?
Bem caros leitores, vou ficando
por aqui. Recados da paróquia: aí embaixo do post eu estou deixando o link para você comprar na Panini ou pela Comix. Se puder, compre de olhos fechados. Amanhã, se tudo der certo, finalmente estará aqui o post mais cobrado
ultimamente; Antes de Watchmen: Comediante. Aguardem que vai ser 10. Obrigado
pela atenção. Abraços.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Os melhores dos jogos...segundo quem?
Quais os
melhores jogos na sua opinião??
Acho que se
eu recebesse um dollar para vez que alguém me pergunta isso, eu já estaria
rico. Na verdade, é comum querer saber a opinião de outras pessoas, ainda mais
quando é sobre um assunto que não se domina bem. Sobre essa questão, acho que
seriamais do que natural, categorizar os jogos, afinal nem todos os jogos são
iguais. Existem jogos de corrida, FPS, TPS, RTS, RPG, Fighting, plataform, etc.
Se a proposta é falar sobre jogos, temos que levar em conta as categorias e
subcategorias. Sim amigos, existem ainda as subcategorias: Survival Horror (que
pode ser, de ação ou em formato RPG, etc), Action (que pode ser FPS, TPS, etc).
E não podemos esquecer das gerações dos jogos. Qual o melhor jogo da Era
16bits, Era 8Bits, Era 32bits, Era whatever...enfim, falar sobre jogos é bem
mais fácil quando se é mais novo. Agora quando se tem idade para ter jogado do
ATARI ao PS3/XBOX 360, é muito jogo para colocar na equação.
Eu tenho
minha lista pessoal, acredito que todo gamer deva ter a sua, mas no meu caso eu
divido em categorias simples e sem uma infinidade de subdivisões. Vamos a minha
lista:
1-Games de corrida:
Aqui é bem fácil. Sobre games de corrida, os que realmente me marcaram estão na
Era 16bits. Estou falando dos 3 grandes clássicos de corrida da saudosa época
do Mega Drive/SNES; Top Gear, F-ZERO e Rock and Roll Racing. Desses 3, apenas
um é multiplataforma. E é justamente esse o meu escolhido. Nerd que é nerd, têm
que gostar de rock e não qualquer rock, rock de qualidade. Em Rock and Roll
Racing, nos tínhamos o melhor de dois mundos. Imagina um jogo de corrida onde a
trilha sonora fosse Paranoid by Black Sabbath? Esse jogo é tão incrível
que até hoje é demais.
2-Games de luta: aqui
nessa categoria, existem um monte de representantes e acho que joguei a maioria
deles. Só que existe um em particular que tinha um enorme diferencial, o
sangue. Tentem imaginar um jogo onde você vê vísceras sendo arrancadas, cabeças
decepadas e o mais incrível, você controla isso. Uma sequência de botões/setas
e o jogo te apresenta um Fatality. Esse jogo marcou época e óbvio que é o meu
escolhido. Neste caso, vou no último Mortal Kombat ou seja, da geração atual e
de preferência a versão do PS3, que possui um personagem bônus: Kratos, de God
Of War.
3-Jogos FPS: para quem
ainda não sabe o que significa FPS, é a sigla para First Person Shooter, que é
simplesmente um jogo onde você atira em primeira pessoa, como Doom, Quake,
Heretic, Duke Nukem, etc. Joguei muito esse gênero no PC, nos bons e velhos
tempos. Posteriormente, o gênero foi para os consoles e pude experimentar esse
tipo de jogo em um joystick. Como os jogos em questão são de consoles, eu voto
em COD (Call of Dutty). Até hoje um dos melhores do gênero, seja lá qual for a
geração.
4-Jogos de Terror: é um
gênero bem popular e quase todo mundo já jogou pelo menos um. Só que alguns se
destacam mais que outros. Existem 3 que moram no coração de todos os gamers;
Resident Evil, Silent Hill, Alone in the Dark. Cada um desses é maravilhoso de
uma forma particular. Seja pela história, pela jogabilidade, pelos gráficos,
essas franquias são muito populares e existem até hoje. No caso de RE, já está
na sexta edição, Silent Hill o último foi o Downpour. Desse que citei, vou
escolher Silent Hill 2, que na minha humilde opinião, é o jogo de terror mais
terrível do mundo. A história é impressionante, os gráficos são animais, esse é
o jogo. Só para constar, Silet Hill 2 é para PS2!
5-Jogos RPG: aqui eu
falo com certa autoridade, pois é o meu gênero predileto e é o gênero que eu
mais joguei na vida. Não sei de cabeça quantos RPGs eletrônicos eu já terminei,
todavia posso dizer que a minha franquia predileta é Final Fantasy. Só que não
é este o meu RPG predileto. Aqui eu sou obrigado a voltar a Era 16bits, pois em
se tratando de RPG, nada até hoje, NADA se compara a Chrono Trigger. Tudo nesse
jogo é perfeito e não é por nada que é o jogo com a maior quantidade de fãs que
existe. Trlha sonora maravilhosa, gráficos impressionantes para época, história
envolvente, esse jogo é TUDO. Qualquer pessoa que tem a audácia de se intitular
gamer, precisa ter jogado Chrono Trigger.
6-Jogos em terceira pessoa: aqui também existe
uma variedade gigante de opções. Joguei muitos jogos assim a partir do PS1 e
claro que não podemos esquecer que, alguns jogos de terror como SH e RE, são em
terceira pessoa. Se a vantagem estava com Silent Hill em games de terror, aqui
a vantagem é totalmente de Resident Evil. Um jogo muito marcante, com certeza
foi RE 2. Não é por nada que é considerado por muitos como o melhor da série (e
por mim também). Só que em Resident Evil 4, o jogo ganha toda uma dinâmica que
iria influenciar toda uma nova geração de games com o mesmo estilo/proposta.
Então a minha escolha por RE 4 não é apenas como fã da série, é como
reconhecimento do trabalho que foi feito
e de como as coisas mudaram graças as inovações que vimos nesse game.
7-Melhor jogo da minha
vida: por mais que meu cérebro grite que o jogo deve ser The last of Us ou
Shadow of the Colossus, meu coração é e sempre será por Chrono Trigger. Claro
que um jogo como Shadow of the Colossus marca qualquer gamer inveterado, pelo
final espetacular, pelo gráfico absurdo ou simplesmente pelo esmero com que a
história é contada. E The Last of Us é um jogo que pode ser considerado como “o
mais perfeito para a geração atual”. Quem não chorou quando esse jogo acabou
não tem coração. Entretanto, Chrono Trigger tem o talento de ser um jogo
saudosista e que nos leva para outro mundo. Qualquer pessoa que jogou, se
emociona quando ouve qualquer uma das trilhas sonoras que ele apresenta. Esse
tipo de emoção além do tempo é muito raro e não é para muitos games. Acredito
que muitas gerações ainda vão se encantar com Chrono Trigger, e olha que eu
duvido que, quando o famoso Dream Team dos games trabalharam nesse jogo,
poderiam imaginar o que estava por vir. Chrono Trigger é eterno!
Bem amigos, por hoje é só! Eu agora gostaria de saber a
opinião de vocês. Qual ou quais os melhores jogos de todos os tempo? Seja lá
qual for seu critério, por geração de console, por data, por gênero, seja lá
qual for, divida sua opinião com a galera. Imagina se o seu jogo predileto é um
jogo que eu não conheço... eu adoraria poder conhecer. Ou quem sabe eu conheça
e não tenha gostado o suficiente... algum leitor poderia se interessar. Partilhar
informações é um dever de quem tem poder para tanto! Muito obrigado pela
atenção. Abraços.
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