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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Evangelion... para impedir o terceiro impacto!


Quem tem medo dos anjos??


Aparentemente as pessoas que vivem no mundo pós-apocalíptico deste mangá, não são exatamente os maiores fãs de anjos. Muito bem amigos, novamente estou aqui para falar de um mangá, que foi pedido por uma galera que me acompanha aqui no blog. Meus alunos, que por sinal são os meus maiores seguidores, me enchem sobre isso toda hora. Então finalmente está aqui um dos clássicos supremos, entre os quadrinhos japoneses: EVANGELION. Vou logo dizendo que este quadrinho não é tão infantil quanto se imagina. A história é bem adulta e muito original no desenvolvimento. Qual o motivo de eu dizer que é muito original no desenvolvimento? Bem, um mundo pós-apocalíptico onde a humanidade tenta sobreviver a todo custo, além de vilões que tentar “acabar” com o que resta de humanos, não é bem original. Já estamos acostumados a ver esse tipo de coisa e de uns tempos para cá, os vilões são sempre os zumbis. Mas ao longo do meu tempo como leitor e telespectador, já li e assisti todo tipo de coisa sobre supostos apocalipses. Seja vampiro, vírus, zumbi, crianças paranormais, máquinas, whatever... o ser humano sempre está ferrado de alguma forma. Quando li este mangá pela primeira vez, o que me surpreendeu foi a idéia de como aconteceu essa hecatombe. Aí eu me dei conta que ali nascia um clássico.


Criada em 1995, Evangelion foi um verdadeiro sucesso no Japão. Afinal, se tem um povo que adora apocalipses, são os japoneses. Agora, quando ocorre a união de duas paixões declaradas: apocalipse e robôs gigantes; claro que só poderia ser um sucesso de vendas. Escrita por Hideaki Anno e ilustrada por Yoshiyuki Sadamoto, esta série também deu às caras pelos Animes, que receberam todo o tratamento que mereciam e da mesma forma que os quadrinhos, se tornaram um tremendo sucesso. Algumas curiosidades... este quadrinho obviamente possui jogos, infelizmente os jogos (pelo menos os que eu joguei...) não são bons. E o mais impressionante é que, apesar do marketing sobre Evangelion ser grande até hoje, os tais jogos nunca foram muito populares, mesmo no Japão. De fato, nunca achei uma versão em inglês para jogar. As versões que eu tenho são em japonês, tanto as do PSP, quanto as do PS1. Enfim, nada é perfeito no fim das contas (com exceção de AKIRA. Claro!).


Vamos a história, sem spoilers como sempre: como eu já disse antes, o cenário é um mundo pós-apocalíptico. Segundo consta nos livros de história, o segundo impacto quase levou a humanidade à extinção. Este segundo impacto, seria uma clara alusão ao primeiro impacto, que teria sido o meteoro que exterminou os dinossauros e por conseqüência abriu espaço para que os mamíferos pudessem se desenvolver. Até aí tudo beleza. Claro que nem todos morreram e uma pequena parcela de humanos sobreviveu para reconstruir o mundo (até aí nada de espetacular). Agora que a coisa começa a ficar interessante, visto que para aqueles que possuem maior acesso a informação, o tal segundo impacto seria uma introdução ao despertar de um ser chamado de ANGEL. Estes seres por sinal, não são exatamente amigáveis e atacam a humanidade sem dó nem piedade. Para combater-los, os humanos criam robôs gigantes chamados de Evangelions ou EVAs, que são por sua vez pilotados por adolescentes/crianças. Não é qualquer pessoa que pode pilotar um EVA. Testes precisam ser feitos, pois o piloto deve ter um grau de sincronia absurdo com os robôs. Estes adolescentes/crianças ficam dentro de um líquido chamado de LCL (substância altamente oxigenada e com base em silício), que por sinal tem por finalidade favorecer a ligação neurológica com os EVAs.


Com varias reviravoltas, muitos mistérios e revelações bombásticas, este mangá é muito bom e mistura um pouco a ficção científica com religião e tudo mais. Caso algumas pessoas estejam fazendo a ligação de Evangelion com o recente blockbuster Pacific Rim, você não será o primeiro. Logo que o filme foi anunciado, muita gente pirou achando que ia ser uma versão de Evangelion. Não foi bem o que aconteceu. Quem viu, percebeu que este filme é mais uma “ótima homenagem” do que uma versão do mangá/anime. Uma das personagens principais, por sinal é japonesa. É uma boa dica de leitura, seja para os que já estão acostumados com os quadrinhos japoneses, seja para os novos leitores. Dica final: rock clássico é uma ótima trilha sonora para a leitura da obra. E depois dessa, vou fechado o post. Agradeço a atenção e peço que não se esqueçam de dar uma curtida na Fan Page do Facebook e me seguir no Twitter. Muito obrigado pela atenção. Abraços.
Por se tratar de quadrinhos japoneses, esperem um pouco disso também! Mas nada explícito, muito pelo contrário!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

X...um bom mangá que não tem fim!



Everything that has a beginning has an end!
Nem tudo amigos, nem tudo! Infelizmente, aprendemos que às vezes ficamos em saber o fim de muitas coisas. Sou de uma geração que pirou com o desenho clássico Caverna do Dragão. Isso muito antes de eu ter contato com o RPG que deu origem ao desenho animado. Um pouco mais velho conheci D&D, que na minha época se chamava AD&D e posteriormente o sistema de RPG da minha vida, que foi GURPS. Pois bem, nunca vimos e provavelmente nunca veremos o fim do desenho animado Caverna do Dragão. Claro que já sabemos o final, ou melhor, todo mundo na internet sabe. Foi amplamente divulgado qual seria o final da série e inclusive é fácil achar um quadrinho sobre o assunto. Mas não é a droga do desenho. Histórias sem um final ou faltando final, não é uma coisa tão incomum no mundo dos quadrinhos. E aqui em X, estamos vendo a história se repetir. Já fiz um post sobre Eden, um outro mangá maravilhoso que não tem um fim. Para as pessoas que são fãs de uma determinada série, ou pelo menos estão dispostos a acompanhar, é muito revoltante quando do nada descobrimos que tal história não será terminada. Pelo menos não tão cedo. Agora analisando a coisa de modo mais frio e calculista, meio que entendo (apesar de não aceitar) o que aconteceu. Problemas contratuais, ou qualquer coisa do tipo “business” são um saco mesmo. 
Acredito que nessas situações, muito melhor você cancelar, do que contratar outras pessoas para terminar o serviço. Ninguém garante que, quando você contrata um profissional para terminar uma obra, ele vai usar as mesmas idéias do autor original. Um bom exemplo disso foi o que aconteceu com LOST. Um monte de perguntas ficaram sem respostas no final de LOST, e eu fiquei pau da vida com isso. Nem quero me estender nisso senão vou ficar ainda mais revoltado. A verdade é que essas coisas são comuns (mais do que eu gostaria que fossem). Lembro que AKIRA, a obra definitiva dos mangás, passou por uma situação semelhante e foi necessário entrar na justiça, na verdade foi um cara que entrou, exigindo que a Ed. Globo terminasse de publicar a obra. E eles foram obrigados a publicar. Claro que foi uma situação diferente e AKIRA by Katsuhiro Otomo tinha fim. Tanto em Eden, como em X a história é outra. Porém insisto em dizer que vale a pena ler, pelo menos até onde a série foi. A arte é fantástica, o enredo é bom, enfim que puder leia.
Um pouco sobre a história, sem spoilers claro. O que vemos em X, é mais uma história sobre o Fim do Mundo, só que contada bem ao estilo japonês, com poderes mágicos ou paranormais, geralmente com grandes reviravoltas pelo meio da trama. O personagem central da história é Kamui, um adolescente com uma grande responsabilidade: em suas mãos repousa o destino do mundo. Claro que Kamui não é o badass que sua responsabilidade exigiria por princípio; ele é um cara calmo educado e aprendendo a viver (por assim dizer), tem uma paixonite por uma antiga amiga de infância (coisa tipicamente japonesa). Só que, como Kamui não é um adulto, está sujeito a ação de terceiros que querem “moldar” sua mente. Uma típica situação limite: o destino do mundo nas mãos de um adolescente. Nos mangás, não é a primeira vez que isso acontece. Qual o diferencial então? Primeiro a descrição; é impressionante a forma que as cidades japonesas são descritas/ilustradas, então isso sem dúvida é um diferencial. Segundo o enredo; a história de um adolescente salvando o mundo não é a coisa mais original no mundo, mas a maneira que o personagem é mostrado e o desenvolvimento do mesmo é muito bom.
Para todos os fãs do gênero “quadrinhos japoneses”, é quase uma obrigação ler X, que foi uma baita série, apesar de não ter fim! Segundo algumas fontes, parece que a CLAMP irá terminar a série, agora para 2014. Muitos fãs da série na Terra do Sol Nascente já se manifestaram nas redes sociais, então finalmente vamos saber qual o real destino de Kamui. Conseguir esse mangá em mídia física não vai ser fácil. Desde que a série foi cancelada, é quase uma raridade entre os sebos da vida. Já em mídia digital é bem mais fácil. Então, se você não quer comprar um monte de revistas que, provavelmente, vai demorar para ter um final, procure e baixe em formatos CBR/CBZ e leia no PC. Se gosta de mangá, não deixe de ler que é bem bacana. Vou ficando por aqui. Agradeço a atenção. Abraços.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Gunnm - Hyper Future Vision.

                                         
Quem conhece Mad Max??
Para aqueles que não são viciados em cinema clássico, talvez a ideia de Mad Max pareça ser um pouco ultrapassada. Mundo pós-apocalíptico, porém sem Zumbis. Para os padrões de hoje uma coisa meio que absurda. De uns tempos para cá, tudo é zumbi...  Mas no mundo de Mad Max, o grande vilão é a radiação. Então, a coisa é um tantinho mais realista por conta disso. Alias, lembre-se que é um filme muito antigo. E naquela época, todo mundo morria de medo da ameaça nuclear. Enfim, no mundo de Gunnm, temos algo semelhante ao que vemos em Mad Max, só que com aspectos futurísticos. Cyborgs convivem com os seres humanos normalmente, porém alguns não são meio-máquinas por opção. O mundo é muito violento e é relativamente fácil perder uma ou mais partes do corpo. Resumo, a vida é difícil. E bem acima de  todos, flutua a cidade utópica chamada Zalém. O maior segredo da série é justamente o que é, como é Zalém.
A lateral das revistas, formam uma imagem da personagem Gally!!!
                                         
Tudo começa quando o engenheiro cibernético chamado Daisuke Ido, encontra os restos de uma ciborg. Decide então consertar o ciborg e sua idéia inicial, é criar como “filha”. Batizada de Gally, nome do gato falecido de Ido, o ciborg recém consertado não tem memória. No entanto, pouco a pouco vai descobrindo coisas do seu passado, como por exemplo, uma estranha habilidade para lutar. A história de Ido e Gally, inevitavelmente os levaram até Zalém e lá saberemos não apenas do passado de Gally, como do passado de Ido.
                                     
Com personagens bem carismáticos e história que prende o leitor, Gunnm é a típica história Cyberpunk futurista que é muito popular no Japão. Yukito Kishiro construiu um mundo muito amplo, com vários personagens que entram e saem da trama, construindo não apenas uma história, mas uma jornada. Não é segredo que sou muito fã de quadrinhos japoneses, apesar de ser bem seleto no que leio. Não é qualquer mangá que me chama atenção, e nem todos tem a história boa o suficiente para isso. Entretanto eu tiro o chapéu, quando encontro histórias bem escritas, e que trazem referências de grandes clássicos do gênero proposto. Por exemplo, quando você lê Gunnm, e se você for um bom nerd fã de cyberpunk, reconhecerá algumas referências ao Mestre Willian Gibson, o maior de todos os autores desse gênero. Não tem como não “pescar” referências de Neuromancer, ainda mais na forma que a cidade sucata é construída. Pelo amor de Deus, Neuromancer que me refiro é o livro, e não a porcaria daquele filme maldito com o Keanu Reeves.
Aqui no Brasil, foi publicada duas vezes. Da primeira vez, foi uma obra não licenciada, em 2002, publicada pela Opera Graphica e tinha apenas uma edição. Não a história completa. Não essa revista, todavia eu a li, pois minha cunhada a Japa, casada com meu irmão Chuck (aquele que comprou Eragon...), tem a porcaria. Em uma palavra: Terrível. Já em 2003, este mangá saiu de forma correta e foi publicado na íntegra pela JBC, em 18 edições. O dobro das edições lançadas no Japão. Capas de luxo e história completa, é essa versão que eu tenho. Se vocês gostam de sci-fi, adoram o tema cyberpunk, esse mangá tem tudo para agradar. Não tenho como deixar onde comprar essas edições. Só colecionadores ainda tem para vender e acho que no ebay e Mercado Livre, quem sabe vocês consigam achar. Por outro lado, se vocês não se importam em ler de forma digital, é relativamente fácil achar versões para download. Vou ficando por aqui. Espero que tenham gostado da dica, obrigado pela atenção. Abraços.
         

PS: Este mangá possui um OVA, que é até bonzinho (apesar de, como sempre, eu preferir o quadrinho!!!). Vou deixar um link do youtube para quem quiser conhecer.

terça-feira, 26 de março de 2013

Eden, It’s an Endless World!

  

Como sobreviver ao fim do mundo??
Sei que vocês já devem estar cansados de saber as conseqüências de um apocalipse zumbi. E mais ainda, graças aos nossos amigos do site Jovem Nerd, com seu livro Protocolo Bluehand: Zumbis, podemos sobreviver, mediante algumas precauções. Sim amigos, os zumbis estão em alta, ou será que nunca deixaram de estar? Enfim, desde que Resident Evil foi lançado, esse apocalipse zumbi vem sendo explorado e até certo modo, esperado por alguns (acreditem amigos, tem doido para tudo...). Neste mangá, revisitamos o tema apocalíptico, só que o vírus não transforma ninguém em zumbi. O chamado “Vírus da clausura”, no início da história, dizimou 15% da população mundial. Ele age da seguinte forma: ataca o sistema imunológico, de modo à fechar o corpo para tudo que for externo. Os membros e órgãos do corpo vão endurecendo até uma forma semelhante a porcelana. Os órgãos internos sendo impossibilitados de fazer seus processos metabólicos, sofrem necrose e acabam morrendo, e o resultado final, é um corpo oco, com textura semelhante a cristal.
 
Hiroki Endo, criou um mundo pós apocalíptico bem diferente do que estamos acostumados a ver em quadrinhos. Sobretudo em quadrinhos japoneses. Com uma história densa, de temática plenamente adulta, Eden surpreende. Não apenas pelo visual, mas pela maneira que a história é contada. A narrativa é bem interessante, e os flashbacks são um recurso usado de forma a não deixar pontos cegos. Temos um monte de personagens, sendo que alguns são introduzidos freneticamente, entram em hiato e posteriormente voltam com tudo. As organizações são o ponto forte da narrativa, pois nelas, são centradas a maioria das tramas. Outra coisa interessante deste mangá, é o fato de você não ter uma idéia correta ou unilateral sobre quem são os mocinhos e quem são os badguys. Você simplesmente torce por eles. Agora, uma das características mais marcantes de Eden, é a violência explícita. Hiroki Endo, na construção de seu mundo apocalíptico, não poupou ninguém. Neste futuro pintado por ele, as organizações travam uma verdadeira guerra entre si, e o principal fator determinante é a simples sobrevivência. Então não esperem ver os mocinhos vencendo, beijos e abraços no final. Aqui em Eden, a vitória quando vem, é sangrenta e sem motivos para maiores comemorações.
Infelizmente, a exemplo do que costuma acontecer no Japão, a revista não tem uma conclusão. Foi cancelada e até agora, sem previsão de término. Foi lançada aqui no Brasil pela editora Panini, com um total de 23 edições. Sou muito fã de quadrinhos japoneses. Porém, admito que não são todos os tipos de mangá que me chamam atenção. Prefiro os que tenham temas mais adultos (adultos quero dizer: temática mais adulta e não Hentai...nada contra que gosta de hentai!!). De uns tempos para cá, a editora Panini tem mostrado o poder nesse segmento de quadrinhos no Brasil e graças a isso, temos um boa leva de mangás nas bancas, para todos os gostos. Este por exemplo não consigo dar a ele uma definição plausível. Quem dizer, Eden é do gênero sci-fi, no entanto tem muito de história policial, terror, romance. Acho que por esse ponto de vista, podemos dizer que Eden agrada vários grupos de leitores. Os aspectos políticos abordados em Eden, é de uma complexidade a parte. Na tentativa de ser o mais realista possível, Hiroki Endo acaba explorando a natureza humana no seu lado mais animal e primitivo, que é nas ideologias e como estas podem ser mais perigosas que qualquer vírus ou hecatombe final, que a humanidade pode vir a sofrer. Em um momentos de crise, sempre poderemos ver fenômenos políticos como o que vemos em Eden. No decorrer da história, começamos a pensar se o vírus deixou o mundo do jeito que ele está, ou se este mundo sempre foi assim. Quando escrevi sobre V for Vendetta, comentei algo assim. Política e quadrinhos...combinação improvável, no entanto poderosa. Esse post fica por aqui amigos. Muito obrigado pela atenção e se tiverem tempo e condições, procurem esse mangá, vale muito. Eu tenho as 23 edições lançadas pela Panini, e é relativamente fácil achar pelo Mercado Livre, porém quem não puder apagar, sempre existem vários sites que oferecem uma boa leitura digital. Abraços.
   

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Resident Evil.






   Quem tem medo de Zumbis??


Como prometido, aqui está o post de Resident Evil. De longe, uma das minhas franquias prediletas, do gênero terror. Foi o jogo que me apresentou esse tema, o já consagrado "Survival Horror". Claro que cada um tem seu RE predileto...ainda mais se vocês forem pensar na quantidade de títulos que a Capcom já lançou. Os meus prediletos são, RE 2, RE 3 e Code Veronica. Esses são os melhores para mim (significa que foram os que eu mais gostei de jogar...).

O mais assutador, sem dúvida foi o primeiro...quem não deu altos pulos de susto, pricipalmente quando apareciam aqueles cachorros malditos, do nada...Bons tempos, que não voltam jamais! Isso não significa que não gostei dos outros. RE 4, trouxe uma nova proposta, e o jogo é muito bom. O RE 5, foi o primeiro para o PS3, XBOX e PC, além dos gráficos (que nem preciso dizer...), poderíamos jogar cooperativamente. Claro que transformaram o Cris em uma espécie de "Rambo", mas tudo bem!!! Operation Raccon City, foi um jogo que também gostei. Bem assim: se vocês não estiverem fazendo nada, e não tiver nada de bom na Steam, até vale a pena um pouco (just a little...). Em RE 6, o portifólio do jogo foi bem comentado, a jogabilidade ganhou um up, porém os fãs não gostaram muito não (apesar de terem comprado...RE 6 vendeu bem!!!). Eu gostei em termos. A campanha do Leon, por exemplo, é mais cheia de puzzes e lembra um pouco o bom e velho esquema do passado. A campanha do Cris, achei muito ação..."Vô mata Tuto...". A campanha do Jake, foi uma grata surpresa. Quando nós terminamos as 3, podemos jogar a campanha da Ada (uma das minhas personagens prediletas...porém pouco explorada!!).
Enfim, fã que é fã, sempre vai comprar, nem que seja, depois, uma decepção. Apesar da crítica ter caído de pau, não é ruim como falam. Mas caso você queria ver como deveria ser RE de verdade, jogue os antigos. RE 1,2,3 e Code Veronica, até mesmo RE Outbreak, estão valendo.


Sobre Resident Evil Revelations, eu estou muito ansioso para jogar. Daqui a um tempinho, devo estar com meu 3DS em mãos, e portanto estarei apto a jogar o único título que falta na minha coleção. É verdade que RE Revelations irá sair para PS3 e XBOX, pelo menos segundo o que a Capcom falou, além da já esperada versão para o Wii U, no entanto, gosto de pensar que é sempre bom ter uma versão portátil de uma das minhas franquias prediletas...alias já tenho algumas. RE 1,2 e 3 eu tenho no meu PSP. Vez ou outra, me pego jogando esses jogos novamente, por puro saudosismo ou quem sabe algo mais!!!

Sobre os filmes de RE, eu prefiro não falar...não porque os filmes não prestam, ou por terem inventado uma protagonista que não existe no jogo, simplesmente pelos filmes não me chamaram a atenção. Mas, como diz o ditado, se não tiver fazendo nada...estiver de bobeira...

Bem amigos nerds, esse post fica por aqui. Vou deixar o link de um canal do youtube, de um brother chamado Zangado...ele fez uma ótima retrospectiva sobre RE, então curta o video. Abraços.




quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Mai, a garota sensitiva.


Os japoneses adoram paranormais??

Aparentemente sim. Os mangas japoneses costumam usar e abusar desse assunto. Grandes histórias já foram feitas sobre o tema, aqui mesmo no meu blog, eu já escrevi sobre outro manga incrivel com o mesmo tema: paranormalidade. No manga Akira, de Katsuhiro Otomo, vemos um Japão mais futurista, bem ao estilo underground/cyberpunk, porém com paranormalidade. Aqui neste, temos um Japão mais nos dias de hoje, com conflitos típicos, de adolescentes típicos (colegias, japoneses A D O R A M colegias...). O manga, conta a história de Mai Kuju, "típica" adolescente de 14, que é detentora de um poder secreto. Não tão poderoso como o do Akira, mas com força suficiente para mudar o rumos do mundo. Esse poder, óbvio, não é de domínio público. Apenas seu pai e uma organização secreta, chamada "A aliança da sbedoria", conhece a real proporção do poder de Mai Kuju. Claro e evidente que essa organização quer controlar Mai, alias essa organização vem mandando no mundo à anos (pelo amor de Deus nerds, não tem nada haver com os Iluminatti...). Esses poderes foram herdados de sua mãe, já falecida e muito da história, foca nas circunstâncias que ela morreu. Por gerações, esse poder permaneceu em segurança, no entanto, graças a tal organização, tudo está ameaçado.

Cheio de ação, flashbacks, perseguições, lutas com demosntração de artes marciais, além de lutas com outros paranormais, neste manga temos muita informação sobre Tokio, templos, rotina do cidadão comum,...para quem gosta de cultura japonesa (eu amo, não sei se deu para perceber...), é um prato cheio. A história é bem escrita e os desenhos, em estilo ocidental de leitura ( a minha versão, que foi lançada em 1992, pela editora abril...), tudo em preto e branco, leva o leitor para dentro da trama literalmente. Com roteiro de Kazuya Kudo e arte de Ryoichi Ikegami, essa revista é obrigatória se você ama quadrinhos japoneses, ou apenas é um nerd de bom gosto, e gosta de ler uma boa história. Se você gostou do post, clique aí e me siga no Twitter e conheça minha página do Facebook. Vou deixar os link aqui embaixo, caso você queira conhecer Mai Kuju, agora para os nerds que preferem ler em papel, acho que tem para vender pelo mercado livre, eu não vendo minhas coleções nem morto, hehehe. Abraços.








segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Akira de Katsuhiro Otomo.


Quem não sonhou em ter a moto do Kaneda??

Se você é uma pessoa que viveu os anos 80, seu carro dos sonhos com certeza era o Mach 5, do anime Speed Racer. Agora, se você viveu os anos 90, seu objeto dos sonhos era a moto do Kaneda. Quer dizer, todas as motos era lindas, mas aquela moto vermelha, era o que todos queriam. Esta é, com certeza, a obra japonesa mais conhecida e adorada aqui no Brasil. Quem leu, não esquece...quem não leu, se lamenta até hoje. AKIRA é simplesmente uma obra linda, com uma história ótima.


A trama gira em torno do garoto Akira, e do que ele é capaz de fazer. O tema aqui, são poderes psíquicos, que é uma grande paixão dos mangas japoneses. E esse estilo constuma produzir excelentes clássicos, como por exemplo MAI- A garota sensitiva (esperem post sobre esse manga amigos nerds, pois eu o tenho...), de Kazuya Kudo & Ryoichi Ikegami. Mas no caso de AKIRA, não é tão curto quanto MAI. A história se passa em Neo-Tóquio, que foi recosntruida depois da III Guerra mundial, que supostamente foi causada por Akira. O heroi, por assim dizer, é membro de uma gang de rua. Bebe, fuma e usa drogas. Não tem todo aquele apelo de heroi clássico, mas é carismático e adorado em seu meio. Kaneda, cai de paraquedas numa trama que, entre outras coisas, tem dedo do governo (novidade, né? Pensaram todos os brasileiros...). Cheio de reviravoltas, Kaneda muitas vezes é pego no turbilhão e não sabe mais quem é bom ou mau, o que é certo ou errado. Sabe apenas que quer sobrviver. A história também fala de amizades, amores, traições e Tetsuo, outro grande personagem, está ali para representar a natureza humana em todas as suas formas. Quem ler esse manga, vai imediatamente fazer uma referência ao filme "Poder sem limites". Não é mera coincidência, e quem viu o filme vai notar muitas referências à obra de Otomo.

Enfim, como não amar algo tão grandioso, como AKIRA. Este manga abriu as portas para um mercado que, até o momento, era bem inexplorado. Hoje temos montes de mangas, e a editora Panini, vem fazendo um ótimo trabalho na divulgação desses mangas. Agora quem quer ter a revista física, publicada aqui no Brasil pela editora Globo, não é tão fácil. Essa revista, para ser publicada na íntegra, foi preciso uma decisão judicial....longa  história nerds, longa história. Mas quem procurar em alguns site, dá para achar tranquilo...mediante uma pagamente absurdo. Porém vale cada centavo.

Por fim, não poderia deixar de falar do filme. Esse é bem mais fácil de achar e foi tão bom quanto o manga. Claro que com sutis diferenças. Kaneda, Tetsuo, Kai, Kay, Yamagata, O Coronel e a maioria dos personagens do manga estão ali. É um bom filme de aventura, bem melhor inclusive que muitos que tem saído ultimamente. Este post fica por aqui.  Abraços.