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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Vampiro, a Máscara.

Olha esse livro Black e diz que não deu saudade!!!!
                                      
Será que alguém ainda gosta de vampiros??
Amigos do blog, eu digo: Why not? Já tem um tempinho que eu publiquei aqui, um post sobre Vampiro Americano. Uma série de quadrinhos incrível que tem (acreditem!!!), o dedo do grande Stephen King. A série é muito boa e depois de ler, qualquer pessoa volta a ter esperança nos seres de caninos pontudos. E podem acreditar, em Vampiro Americano ninguém brilha no Sol. Estava meio triste com o que os malditos de Hollywood estavam fazendo com os seres der caninos pontudos, ainda mais quando vocês têm uma legião de fãs afetados, babando e chorando por protagonistas de gosto duvidoso. Com sou um nerd das antigas, não apenas conheci os vampiros por filmes e livros muito melhores do que o que vemos hoje. Pude ser um vampiro.
                              
Como todo bom RPGista, qualquer desafio é válido. Então bem na época do vício em GURPS, o grupo que eu jogava chegou a fazer personagens adaptados. Sim, eram vampiros, porém com toda a jogabilidade de GURPS. Funcionava apesar de sentirmos falta de um universo mais denso, que até aquele momento não tínhamos contato. Quando botamos a mão em “Vampiro, a máscara”. Um novo universo se abriu. Descobrimos um novo e bastante funcional sistema de RPG e de quebra, conseguimos o tal universo vasto que queríamos. O sistema em questão era o hoje popular Storyteller, e até aquele momento não imaginávamos que as aventuras poderiam ser tão mais adultas e de temática um tanto quanto pesada. O mestre não podia apenas contar uma história simples, do tipo matem fulano e resgatem beltrano ou Werewolfs são os inimigos, matem todos. Você podia contar uma trama, que poderia se estender por décadas. Afinal, os protagonistas da trama são imortais. Imagina você começar sua aventura em 1500, ver a independência de vários países como EUA e até mesmo o Brasil, participar da primeira e da segunda guerra (do lado que você quiser...), entre outros momentos históricos. Este sistema te permitia isso, desde que o mestre fosse bem inteligente e soubesse conduzir.
         
Este RPG foi criado em 1991, sendo que a versão que eu tive, alias não era eu que tinha esse livro, era meu irmão já famoso no blog, o Subversivo Black Kamen Rider, era a versão revisada de 1992. O título “Vampiro, a máscara” tem um duplo sentido. Faz referência ao fato dos vampiros, ou melhor, da Camarilla esconder a existência deles. E faz referência a outra curiosidade; boa parte dos vampiros não gostam de admitir que são monstros. Alguns tentam de todos as formas se auto convencer, de que ainda são humanos...pelo menos em parte. A idéia conceitual deste RPG é muito boa e apesar de muitas partidas serem relativamente mais simples, a imersão do personagem pode ser feita de forma bem mais abrangente do que em GURPS. Não pensem que eu mudei meu pensamente em relação ao GURPS, apenas tenho que concordar que o sistema Storyteller é melhor para uma ambientação mais atual, ou urbana/cotidiana.
                                              
Sobre os vampiros em si, o que posso dizer é que não são heróis. Não salvam a mocinha e nem beijam bebezinhos. São monstros e ponto. O que pode acontecer é que, você opta em não ser tão mal ou pelo menos, não ser mal com quem é bom. De uma forma ou de outra, nada te impede de entrar numa casa qualquer e matar todo mundo se você quiser. Nesse ponto entra a questão do jogo ser adulto. Já houve casos de pessoas imitando o que faziam no RPG, na vida real. Isso meio que suja a imagem dos RPGistas e trouxe uma publicidade muito negativa, especialmente a esta série. Pessoas desequilibradas sempre existiram e sempre vão existir, e estas pessoas sempre estarão prontas para fazer loucuras. Então é irrelevante dizer que tal pessoa fez isso ou aquilo por culpa de um jogo. Imaginem os psicopatas que assistem futebol e dirigem-se aos campos torcer pelos seus times, encontram torcedores do time rival e saem para violência. Com paus e pedras ou armas de fogo, maltratam outros seres humanos ao ponto de matar. Essa cena é bem mais comum do que com usuários de RPG ou de videogames. Então fica a reflexão: “O problema é do jogo ou das pessoas?”
                                                      
Polêmicas a parte, sou RPGista e gamer desde que me entendo por gente e nunca fiz coisas desse tipo. Eu e uma infinidade de pessoas, nunca saí atirando com armas, apesar de ser um ótimo jogador de BO2 e nunca bebi sangue ou nada do gênero, apesar de ter jogado Vampiro, a máscara por anos. Sou a favor de limitar a idade de certos jogos e de certos livros, mas acredito que uma boa educação em casa faz toda diferença. Então amigos do blog, deixando a polêmica de lado, para aqueles que querem ser jogados em um mundo sombrio e perigoso, ter aventuras por entre as décadas e saber o que é realmente ser um vampiro, este RPG é para você. A Devir livraria está vendendo este livro. Vou deixar o link aqui. Vou ficando por aqui. Obrigado pela atenção. Abraços.

http://www.devir.com.br/rpg/index.php

quinta-feira, 11 de abril de 2013

GURPS: o melhor sistema de RPG.


Quem gosta de um bom RPG de mesa??
Finalmente vou falar do meu sistema de RPG favorito. GURPS é uma sigla que significa Generic Universal Role Playing System(sitema genérico e universal de jogo de interpretação). Resumo da ópera, o sistema de RPG mais simples e que pode ser usado da forma que você quiser. Eu simplesmente amo GURPS e até hoje jogo esse sistema. O tempo passa, o tempo voa e de repente, não mais que de repente (like Vinícius de Moraes talked...), ninguem é jovem para sempre (except Jovem Nerd...entendedores entenderão!!). Então com o tempo reduzido, não dá para reunir toda aquela galera para jogar como antes. Mas para tudo tem um jeito. Para os que não conhecem, existe um site chamado Jovem Nerd, que é um dos maiores sucessos na internet PT/BR, que possuem um rede social própria, a Skynerd. Através dela, podemos ter contato com muitos nerds espalhados pelo Brasil e inclusive, marcar jogos de RPG on line. Sim amigos, jogamos via skype. Geralmente o grupo que faço parte, gosta mais de D&D, porém temos marcado uma partida de GURPS. Sistema de dados é feito por um programa e tudo funciona muito bem. Fica a dica aí Black Kamen Rider, ou “O Subversivo”. Está mais do que na hora de ressucitar o gigante gentil Djorakan.
  
Mas voltando ao GURPS, esse sistema foi criado pelo gênio Steve Jackson, um grande apaixonado por jogos, em 1986. Do contrário do que todo mundo pode achar, que GURPS tem uma semelhança enorme com D&D, o jogo é bem diferente e o sistema de combate é bem diferenciado. A criação do personagem, simplesmente nos dá uma amplitude grande do que poderia ser uma aventura de GURPS. Graças a isso, existem vários tipos de expansões para este sistema. Até onde eu sei, e pode ser que eu esteja errado, porém acho que devam ser 22 livros. Estes livros são dos mais variados assuntos. GURPS Fantasy, por exemplo, nos mostra personagens e ambientações bem medievais; dragões, elfos, anões e outras criaturas fantásticas. Nem preciso dizer que esse é o meu predileto. Entretanto, podemos achar outros menos óbvios como o GURPS Super, que nos mostra humanos e não-humanos com habilidades e poderes especias, ou seja, herois. GURPS Illuminati, foi um suplemento que deu problema e por conta disso, Steve Jackson  foi investigado pelo FBI (e isso não é sacanagem não, é real!!). Dizem as más línguas que teve problemas com o GURPS Cyberpunk também.
Olha aí Black...te lembra desse livro???
Enfim, se podemos chegar a uma conclusão sobre GURPS, é que esse sistema é incrivel e pode ser aplicado a praticamente tudo. Muitas pessoas que me acompanham aaqui no blog, com certeza jogaram GURPS um dia, ou pelo menos ouviram falar. É verdade que os videogames, meio que tiraram um pouco o público desse tipo de jogo. Contudo não foi uma coisa ruim. E nem o próprio Steve Jackson acha isso ruim. Quando esteve no Brasil, ele foi entrevistado pelo Jovem Nerd e uma das perguntas foi essa. Acredito que os videogames são apenas uma evolução dos games em si. Antes, precisávamos de outras pessoas para poder jogar e hoje o videogame te oferece a chance de jogar, mesmo que sozinho. E assim foi por muito tempo, até novamente ocorrer uma evolução; agora os jogos de videogames atuais tem o famoso multiplayer. E lá estamos nós de novo, juntos (virtualmente...hehehe), jogando e interagindo. Eu sou um eterno apaixonado por RPG, seja eletrônico ou seja de mesa e sempre que posso estou jogando. Então quem puder, aproveite a chance de jogar os RPGs de mesa, pois não existe forma melhor de interagir e contar boas histórias.
                  
Esse post fica por aqui e dou um pequeno aviso aos navegantes: entrem no site do Jovem Nerd e façam a sua conta na Skynerd. Se vocês querem jogar RPG e não tem com quem, lá todos se encontram. Vou deixar o link no final do post. Podem me procurar por lá, meu nome é Pyrenteau. Vou deixar também o link da entrevista do Jovem Nerd com Steve Jackson. Obrigado pela atenção e pelo enorme número de visualizações. Espero encontrar todos vocês pela Skynerd e quem sabe, marcar aquele jogo pelo Skype. Caso queiram comprar os livros de GURPS, a Devir livraria está vendendo. Também deixarei link. Abraços.

http://jovemnerd.ig.com.br/   Site do Jovem Nerd.

https://skynerd.com.br/perfil/Jovemnerd  Faça seu cadastro e divirta-se.

http://www.devir.com.br/
  

sexta-feira, 5 de abril de 2013

The Kane Chronicles: A Pirâmide Vermelha.

  
Quem está familiarizado com a mitologia egípcia??
Sei que todo mundo está mais familiarizado com a mitologia grega. Por motivos óbvios. Temos uma infinidade de filmes, personagens de quadrinhos e tudo mais para nos ajudar, além dos livros e do que aprendemos na escola. Não lembro de ter estudado sobre mitologia egípcia no segundo grau e de fato, não lembro de ter estudado muito sobre qualquer coisa do Egito no segundo grau. Tudo que eu sei, aprendi lendo livros e procurando fazer o feedback de obras que conheci. Minha filha, não é muito fã de mitologia grega. Porém, como boa filha de nerd, é fascinada por outro tipo de mitologia, e justamente a egípcia. Conheci o autor Rick Riordan, graças ao seu sucesso retumbante do seu personagem Percy Jackson. É claro que me chamou a atenção, alias adoro mitologia de todo tipo. Aguardem posts sobre esses livros. No embalo de ler seus livros, comprei o primeiro volume de as crônicas de Kane e achei muito bom.
                  
Claro que os protagonistas tinham que ser adolescentes, no entanto são bem diferentes um do outro. Na verdade, foi uma grata surpresa este livro, pois eu estava esperando algo mais parecido com o que tinha lido em Percy Jackson e me deparei um algo bem diferente. Os irmãos Sadie e Carter Kane, são meio que o oposto de Percy. Percy quer ser o que é, pois ser o que é (um semi-Deus), trás explicações para sua vida, e todos os momentos de felicidade que ele tem. Ou seja ele quer ser diferente, pois ser diferente o torna parte de algo bom na vida dele. Os irmãos por outro lado só querem ser normais. São jogados contra a vontade em uma guerra, e pior, são parte importante nessa guerra.
A narrativa é muito boa. Temos a história sendo contada ora por Sadie, ora por Carter e acho que tem bem mais ação, levando a comparação inevitável com os livros sobre os Olimpianos. Na modesta opinião deste nerd aqui, vale a pena conhecer um pouco sobre a mitologia egípcia e quem sabe até dar um aprofundada, levando em conta que o livro faz muitas referências e como todo bom nerd, sempre vou pesquisar para dar uma conferida melhor na obra. Como leitor, acho viciante ter informações e confirmar o que li, me aprofundando no assunto em questão. Claro que às vezes isso é para deixar um cara doido. Falo isso, devido a experiências com os livros do Carl Sagan e J. J. Benítez. Quem já se deu o trabalho de ler livros desses dois, sabe bem o que estou falando. Até recomendo que vocês leiam livros desses autores, mas recomendo mais ainda que façam isso com um notebook ou ipad do lado. E antes que perguntem pelo twitter, sim. Eu irei fazer posts sobre os livros do Sagan e do Benítez.
     
Se vocês querem expandir seu conhecimento sobre mitologia egípcia, gostam de aventuras épicas, que servem inclusive de inspiração para partidas futuras de RPG, e se tem filhos adolescentes, ou irmãos, ou primos, recomendo os livros de Rick Riordan, inclusive está série atual. A Pirâmide Vermelha é o primeiro, onde são introduzidos os personagens e a trama é iniciada, e logo depois temos O Trono de Fogo, que eu já tenho também e meu irmão Chuck levou um dia desses por sinal. Devo comprar por esses dias o terceiro livro da série, A Sombra da Serpente. Ou quem sabe meu irmão Chuck ou ainda meu irmão Black Kamen Rider, que são provedores de alguns livros que eu tenho me comprem de presente. Fica a dica aos dois. Vou ficando por aqui, obrigado pela atenção e pelas mensagens pelo twitter e tudo mais. Deixo o site do grande Senhor Saraiva, para os amigos que quiserem comprar os livros. Abraços.

http://www.livrariasaraiva.com.br/pesquisaweb/pesquisaweb.dll/pesquisa?ORDEMN2=E&ESTRUTN1=&PALAVRASN1=AS CRÔNICAS DE KANE

quarta-feira, 20 de março de 2013

A Batalha do Apocalipse.


Acredita no Apocalipse??
Não é segredo para ninguém, que amo a literatura fantástica. E, quando essa literatura vem das mãos de um brasileiro, melhor ainda. Quando tem o selo de qualidade Jovem Nerd, é mais que bom, é perfeito. Gostei muito do livro de Eduardo Spohr, e confesso que me surpreendi. Na verdade, a literatura brasileira está com tudo. Depois de conhecer os vampiros de André Vianco (esperem post sobre esses livros, nerds...), dá até raiva de imaginar vampiros brilhantes. O universo que nosso amigo e nerdcaster Eduardo Spohr cria, é cheio de detalhes, cativante de forma à fazer com que não exista, a possibilidade de parar de ler, até o termino do Livro. Esse livro, prende dessa forma e confesso que não foi o único. Contos de Meigan, da lindas Roberta Spindler & Oriana Comesanha, causou-me o mesmo efeito. De uns tempos para cá, vinha sentindo vergonha do Brasil, pelos tipos de música que andamos exportando. Os “Tchê rere” e os “Quero Tchun, quero tchá”, me deixam muito decepcionado. E pensar que a família Jovem Nerd, em uma das viagens internacionais, ouviram “Ai se eu te pego”, na rádio...em plena Europa, dói nerds. Por outro lado, quando vejo o que estamos fazendo nos quadrinhos, e na literatura, o orgulho volta com tudo. Enquanto existirem brasileiros dispostos a ser contra essa indústria de “Fast Food Intelectual”, sempre há esperança.



A trama conta as aventuras do anjo renegado Ablon e sua amiga sacerdotisa de En-Dor. Shamira. É um livro grande, algo como 586 páginas e é dividido em 3 partes distintas: A vingadora Sagrada, A Ira de Deus e O Flagelo de Fogo. Quando houve a grande batalha, onde os anjos rebeldes se revoltaram contra os todo poderosos Arcanjos, os sobreviventes foram expulsos do Paraiso, condenados a viver entre os mortais, até o dia do Juízo Final. Essa é uma das coisas incríveis do livro, pois de uma hora para outra, somos transportados para o passado, seja em escala divina, seja em escala mortal. Os flashbacks são simplesmente maravilhosos e pintam a história, ligando os pontos e nos preparando para acontecimentos futuros.



Se vocês querem entender um pouco sobre a milenar arte da batalha, querem ter a oportunidade de ver a queda da Torre de babel, conhecer anjos e demônios, viajar ao inferno e aprender que, por mais que o mal nos tente, sempre podemos vencê-lo pela virtude, esse é o livro amigos. É mais do que recomendado para os que amam a boa e velha fantasia, e também para os que são fãs do gênero histórico religioso. Como eu disse, está vindo uma nova geração de escritores, e estou mais do que pronto para consumir o que eles tem a produzir. Um agradecimento especial, para meu querido irmão Black Kamen Rider, do blog “O Subversivo”, pois foi o bendito que me deu este livro. E não apenas este, como “Os Contos de Meigan”. Autografado ainda por cima!!! Quando sentires a necessidade de comprar livros, lembra de mim, maldito...kkkkkk. E claro, fica a dica para meu outro irmão Chuck Sauro, que já me presenteou com a coleção dos livros de Christopher Paolini (Eragon, Eldest, etc), que por sinal já estão aqui no blog...Quando comprares livros, lembra de mim também, maldito...kkkkkkkkk 
Obrigado pela atenção, e como não poderia faltar, o link do Senhor Saraiva, para aqueles que quiserem conhecer o livro, bem como um link para o canal Jovem Nerd; um nerdcast que fala sobre o livro, com a participação de Eduardo Spohr (autor). Quem quiser, me procure pela Skynerd. Meu perfil tem o mesmo nome do meu Nickname: Pyrenteau. Abraços.

segunda-feira, 18 de março de 2013

As Brumas de Avalon.



Quem nunca ouviu falar do Rei Arthur??
Sim amigos. Essa obra literária é baseada na lenda do Rei Arthur, mas do contrário do que podemos imaginar a primeira vista, toda a história é contada pela perspectiva das mulheres. A história em si, surpreende pelo fato de mostrar ou outro aspecto da lenda. Quer dizer, sabemos quem é o todo poderoso Rei Arthur, mas sua infância, suas crenças, a forma que seu caráter foi moldado e o mais importante, a mulheres que o criaram. É uma leitura fascinante, pois aborda temas que não costumamos ver no cinema ou mesmo na literatura. A escritora Marion Zimmer Brandley, foi muito feliz neste livro. Caso alguns de vocês queiram saber, não é o primeiro livro dela que leio. Sou apaixonado pela autora e acho que é uma das grandes escritoras de fantasy, que já tive a oportunidade de conhecer.

Sobre o livro, posso dizer que, não é a lenda do Rei Arthur que eu conhecia. Pelo contrário, a releitura que a autora faz sobre o tema, resulta numa completa recriação da mitologia por trás da lenda.  Personagens como Guinevere, Viviane, Igraine, Morgana (de longe, a minha predileta...) e Morgause, ganham uma ênfase que fazem toda diferença na trama. De longe, a melhor leitura sobre a lenda do Rei Arthur que eu já li. Se bem que Camelot 3000, foi um mega quadrinho também e bem inovador para sua época. E prometo a todos vocês, amigos do blog, esperem por um post sobre Camelot 3000. É dividido em 4 livros, sendo estes:
- A Senhora da magia;
-A Grande Rainha;
- O Gamo Rei;
-O Prisioneiro da Árvore.
No primeiro volume, temos uma visão feminina de como era a vida de Igraine, mãe de Arthur, quando ainda era casada com o Duque Gorlois da Cornualha. Sua paixão por Uther, aquele que seria o pai de Arthur, bem como a como a vida de sua irmã Morgana, que teria um papel definitivo e importante em toda trama. Ainda no primeiro volume, já percebemos que a linguagem do texto é adulto. Temos vários assuntos “tabus “ abordados, como por exemplo, a religião pagã que era muito popular, e de uma hora para outra, se viu em conflito com o cristianismo, que crescia. Misticismo, rituais, entre outras coisas. Do segundo volume em diante, o que temos, é a fase mais madura dos personagens. Seus conflitos pessoais e as conseqüências dos atos da juventude (não quero dar spoilers, mas é o meu predileto da série...). Vemos também no segundo volume, a formação dos Cavaleiros da Távola Redonda, além da morte de Igraine, mãe de Arthur e uma das mais influentes mulheres na trama. No terceiro, temos os problemas políticos, o caso de Lancelot com Guinevere, que tornou-se público, a morte do Taliesin, antigo Merlin e a ascenção de Kevin, o novo Merlin, cada dia mais cristão. E no último volume, o que podemos esperar é um final bombástico e bem diferente do que poderíamos imaginar. Morte, traições, adultérios, magia, ritos pagãos. Tudo isso e muito mais, estão aqui nessa obra maravilhosa e obrigatória também a todos os nerds que amam aventuras medievais.
Sobre a autora, digo apenas que adoro seu trabalho. É uma ótima escritora de fantasy e sabe fazer releituras como ninguém (quem leu “O Incêndio de Troia”, sabe do que estou falando e quem não leu, leia pelo amor de Deus...). Tenho um monte de livros dela e alguns estão na minha “Estante de Ouro”. O primeiro livro que li, foi A Filha da Noite, e a partir daí, não parei de comprar seus livros. Compro tudo que acho dela. Apesar de não ser muito conhecida pelos romances de sci-fi, também é uma escritora de mão cheia nesse ramo literário. Tenho  livros da série de Darkover e é simplesmente fantástico. Marion Eleanor Zimmer Brandley, morreu aos 69 anos, no dia 25 de setembro de 1999, em Berkeley, California.

Como sempre, vou deixar aqui embaixo o link do Senhor Saraiva, caso alguém queira conhecer e comprar os livros. Valem muito!!!
Agradeço a atenção. Abraços.

http://www.livrariasaraiva.com.br/

segunda-feira, 11 de março de 2013

Eragon e o Ciclo da Herança.

Quem gosta de Dragões??
Sim amigos nerds, como todo bom jogador de RPG e amante declarado do gênero fantasy, sim, eu adoro dragões. Apesar de nem sempre serem amigáveis; admito que a maior parte das vezes que eu encontrei um dragão, seja jogando RPG, seja em videogames, nunca foi uma experiência muito boa. E sempre o pobre bicho acabou morrendo, pura e simplesmente porque queria me matar. Mas aqui nesta obra que, originalmente era para ser uma trilogia e acabou por se tornar “O ciclo da Herança”, temos  a melhor receita para o sucesso; com 4 livros publicados: Eragon, Eldest, Brisingr e Inheritance. Os 3 primeiros, inclusive, ganhei de aniversário do meu irmão Chuck (Thank you so much for that, brother...) e o último comprei recentemente.


O escritor Christopher Paolini, conta a história de Eragon Bromsson, um típico rapaz do campo que mora com o tio e seu primo, em uma pequena fazenda em Alagaesia. Tudo muda, quando acha um estranho objeto esférico, enquanto caçava. Este objeto era um ovo de dragão e sem saber, acaba de se envolver em uma guerra muito mais antiga do que podia imaginar. Os livros tratam não apenas das aventuras de Eragon, para se vingar (...se vingar de quê, não vou dar spoilers...), mas mostra também como ele cresce e se torna o último dos Cavaleiros de Dragões vivo. Além disso, conheceremos a mitologia que o autor cria, sobre a história e sobre Alagaesia. Gostei muito do livro e recomendo, principalmente se vocês são jogadores de RPG medieval, onde precisamos de uma boa dose de imaginação para criar o cenário na cabeça. São livros cativantes, de leitura e abordagem fácil e com personagens bem interessantes, e é claro não podemos esquecer, das grandes reviravoltas na trama.


Agora sobre o filme, amigos se puderem optar e não vê-lo, façam isso. É terrível o que fazem o personagem e com a obra em si. Não é por nada que esse filme foi um fracasso retumbante. Claro que não foi graças ao elenco. Eragon, o filme, tem John Malkovich interpretando Galbatorix, tem Jeremy Irons como Brom, Sienna Guillory como Arya e a voz espetacular de Rachel Weisz (Amo essa atriz!!!), dando vida à Saphira, o Dragão fêmea de Eragon. Na verdade a adaptação não é pior que a interpretação de Edward Speelers como o protagonista Eragon. Simplesmente Terrível. Mas antes terem feito uma animação, como fizeram com Beowolf. Paciência, as vezes Hollywood acerta, porém as vezes erra. Esse erro doeu nos fãs dos livros. Meu conselho é que esqueçam o filme, e simplesmente mergulhem nos livros.
Para fechar o assunto, também foram lançados games sobre o filme. Por aí vocês já podem imaginar o porcaria que foi. Imagina transformar aquele filme horrível em game. Sim nerds, fizeram isso. Saiu para XBOX360, PS2, PSP, DS e PC. Destes todos, só joguei a versão do PSP e do PS2, e assisti uns reviews sobre os jogos para outras plataformas e acreditem, é tenebroso em qualquer plataforma. É impressionante a capacidade que alguns seres humanos têm de estragar algo, mesmo quando possuem todos os meios para não fazê-lo. Bem amigos do blog, vou ficando por aqui, agradeço a todos que gostaram do post e como de costume, deixarei aqui o site do Senhor Saraiva, para aqueles que pretenderem comprar os livros e um link de um gameplay desse jogo pavoroso, para os que apreciam um bom filme de terror. Abraços.
http://www.livrariasaraiva.com.br/

terça-feira, 5 de março de 2013

Robert E. Howard



Quem nunca ouviu falar de conan, o Bárbaro??
Sim amigos nerds, finalmente um post sobre um dos meus maiores ídolos, o escritor criador de Conan, o Bábaro: Robert E. Howard. Nascido no Texas, em 1906 Robert Ervin Howard foi um grande escritor do gênero fantasy e aventura. Conheci este grande mestre, com seu personagem mais célebre, o bárbaro cimeriano. E Conan, também foi meu primeiro contato com  as HQs, isso lá pelo início da década de 80. Naquela época, eu já ficava fascinado, não apenas pelas histórias, mas também, pela arte dos quadrinhos. Muito tempo depois, conheci os textos do próprio autor, e pude fazer a comparação com o que vi nos quadrinhos. Não há como desmerecer as duas formas de se conhecer Conan. Nos quadrinhos, tive a oportunidade de ler roteiros de Roy Thomas, com o traço do todo poderoso John Buscema, então sim, tive uma boa introdução ao universo de Robert E. Howard.



Claro que não foi o único personagem que conheci do Gênio. O Rei Kull, conheci na época dos quadrinhos e infelizmente nunca consegui ler algo sobre Kull em manuscrito, tendo conhecido apenas sua versão nos quadrinhos. Outro personagem que conheci, foi o puritano Salomão Kane. Apesar de não ser seu personagem mais famoso, para mim, era um personagem que funcionava maravilhosamente bem nos quadrinhos, dando inclusive a oportunidade de explorar o terror e o oculto, de formas que Conan não poderia. Acho o universo e a mitologia de Salomão Kane, de uma originalidade ímpar, e as histórias eram espetaculares, tanto manuscrito, quanto nos quadrinhos, tendo inclusive influenciado muitas pessoas que escreviam sobre terror ou horror.




E falando de personagens, não podemos nos esquecer de Red Sonja, uma personagem feminina que cativou uma legião de fãs. Sempre gostei muito da Sonja (por motivos mais que óbvios...), mas minha personagem predileta do universo de Conan é e sempre será Bêlit, a pirata. A saga de Bêlit, com certeza, é até hoje considerada a melhor de todas no que diz respeito a mitologia de Conan. E acreditem amigos nerds, poucas revistas emocionam tanto, quanto o último número da saga de Bêlit. Simplesmente uma obra prima. Agora falando de novo de Robert E. Howard, poucas pessoas sabem, mas ele e H. P. Lovecraft eram grandes amigos e se correspondiam bastante. Eram “penpals”, termo usado para definir amigos que se correspondiam bastante por carta. Acho que,  a grande proximidade com Lovecraft, fez Robert E. Howard vez ou outra, beber na fonte do horror e do terror. Em várias histórias de Conan, podemos ver a nítida influência de Lovecraft. Inclusive, em uma das histórias mais clássicas e adoradas do cimério, chamada “A Torre do Elefante”. Nesta aventura, Conan encontra uma criatura fantástica, que não apenas era mágica, mas vinha do espaço. Não é mera coincidência, com os seres fantásticos criados por Lovecraft.



Por fim, acredito que Robert E. Howard é um dos maiores escritores de fantasia de todos os tempos! Junto à meus outros ídolos J. R. R. Tolkien e C. S. Lewis, deixou um legado de importância mundial, para todos aqueles que são fãs do gênero, ou para os abençoados que enveredam pelos mares da escrita e criação. Até hoje, acompanho as aventuras do bárbaro da Ciméria, do Rei Kull, que muitos conhecem como “Kull, o sonhador”, mato demônios com o puritano Solomon Kane e porque não dizer, que sonho com Red Sonja, a guerreira que homem nenhum consegue vencer (apesar de, em uma história clássica de Conan, aparentemente o bárbaro venceu o duelo... mas dizem alguns, ela escorregou em uma poça de lama e por isso, nosso amigo cimério levou a melhor... nunca saberemos!!).
Robert E. Howard morreu em 11 de junho de 1936, por volta de 8h da manhã; depois de receber a notícia de que sua mãe jamais sairia do coma, cometeu suicídio. Matou-se com um tiro, sentado no banco da frente de seu carro. Sua mãe morreu no dia seguinte. Seu grande amigo Lovecraft sentiu muito a perda. Reza a lenda, que depois da morte do amigo, simplesmente deixou de se tratar do câncer de intestino, vindo a falecer no outro ano. Amigos do blog, espero que tenham gostado do post; agradeço a atenção e novidades estarão a chegar pelo blog agora em março, contarei com o apoio da galera!! Abraços.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Resident Evil.






   Quem tem medo de Zumbis??


Como prometido, aqui está o post de Resident Evil. De longe, uma das minhas franquias prediletas, do gênero terror. Foi o jogo que me apresentou esse tema, o já consagrado "Survival Horror". Claro que cada um tem seu RE predileto...ainda mais se vocês forem pensar na quantidade de títulos que a Capcom já lançou. Os meus prediletos são, RE 2, RE 3 e Code Veronica. Esses são os melhores para mim (significa que foram os que eu mais gostei de jogar...).

O mais assutador, sem dúvida foi o primeiro...quem não deu altos pulos de susto, pricipalmente quando apareciam aqueles cachorros malditos, do nada...Bons tempos, que não voltam jamais! Isso não significa que não gostei dos outros. RE 4, trouxe uma nova proposta, e o jogo é muito bom. O RE 5, foi o primeiro para o PS3, XBOX e PC, além dos gráficos (que nem preciso dizer...), poderíamos jogar cooperativamente. Claro que transformaram o Cris em uma espécie de "Rambo", mas tudo bem!!! Operation Raccon City, foi um jogo que também gostei. Bem assim: se vocês não estiverem fazendo nada, e não tiver nada de bom na Steam, até vale a pena um pouco (just a little...). Em RE 6, o portifólio do jogo foi bem comentado, a jogabilidade ganhou um up, porém os fãs não gostaram muito não (apesar de terem comprado...RE 6 vendeu bem!!!). Eu gostei em termos. A campanha do Leon, por exemplo, é mais cheia de puzzes e lembra um pouco o bom e velho esquema do passado. A campanha do Cris, achei muito ação..."Vô mata Tuto...". A campanha do Jake, foi uma grata surpresa. Quando nós terminamos as 3, podemos jogar a campanha da Ada (uma das minhas personagens prediletas...porém pouco explorada!!).
Enfim, fã que é fã, sempre vai comprar, nem que seja, depois, uma decepção. Apesar da crítica ter caído de pau, não é ruim como falam. Mas caso você queria ver como deveria ser RE de verdade, jogue os antigos. RE 1,2,3 e Code Veronica, até mesmo RE Outbreak, estão valendo.


Sobre Resident Evil Revelations, eu estou muito ansioso para jogar. Daqui a um tempinho, devo estar com meu 3DS em mãos, e portanto estarei apto a jogar o único título que falta na minha coleção. É verdade que RE Revelations irá sair para PS3 e XBOX, pelo menos segundo o que a Capcom falou, além da já esperada versão para o Wii U, no entanto, gosto de pensar que é sempre bom ter uma versão portátil de uma das minhas franquias prediletas...alias já tenho algumas. RE 1,2 e 3 eu tenho no meu PSP. Vez ou outra, me pego jogando esses jogos novamente, por puro saudosismo ou quem sabe algo mais!!!

Sobre os filmes de RE, eu prefiro não falar...não porque os filmes não prestam, ou por terem inventado uma protagonista que não existe no jogo, simplesmente pelos filmes não me chamaram a atenção. Mas, como diz o ditado, se não tiver fazendo nada...estiver de bobeira...

Bem amigos nerds, esse post fica por aqui. Vou deixar o link de um canal do youtube, de um brother chamado Zangado...ele fez uma ótima retrospectiva sobre RE, então curta o video. Abraços.




terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Perry Rhodan.


Quem não ama ficção científica??

Sim nerds, que acompanham o canal do Pyrenteau. Muito antes de eu ter a oportunidade de conhecer a obra dos mestre Issac Asimov ou do grande Willian Gibson, conheci a famosa série de livros, Perry Rhodan. Quando eu comecei a ler quadrinhos, isso lá com meus 9 anos, eu fiquei encantado com as histórias de Roy Thomas e os desenhos de John Buscema, na revista "A Espada Selvagem de Conan". E bem nessa época, eu conheci os livros de bolso da série PR. Lembro que fiquei completamente fascinado com a mitologia em torno da série, e me senti pequeno na época, porque não sabia nada sobre personagem ou a história em si. E o pior, não podia pesquisar na internet, afinal, aqui no Brasil quase 20 anos atrás, internet era um mito, que talvez existisse em um lugar tão tão distante, tipo Europa e USA. Então, para mim poder me atualizar das histórias, eu ia para uma biblioteca pública (CENTUR), e ali encontrei toda a obra. Fiz meu cadastro e emprestava os números antigos. Bons tempos.

Quando você mergulha na história, você acaba se afeiçoando aos personagens de tal forma, que é impossível parar. A série foi criada por uma equipe de escritores, que iam se revesando na produção de conteúdo, isso lá pela década de 60. Eu conheci a obra na década de 80, então por aí dá para entender o quanto da história eu perdi. Mas a mitologia gira em torno da conquista terrana ao espaço, e a descoberta de novas formas de viva (alienígenas). Claro que, no decorrer dos ciclos, enxergamos aqui e ali, certas críticas a sociedade como um todo e podemos identificar também, problemas típicos dos seres humanos, ambições, traições, etc. O núcleo de personagens é imenso, e claro que alguns acabam sendo mais importantes que outros, porém alguns coadjuvantes são importantes apenas em um ou dois livros. Essa era uma tirada bacana da série, você podia ler qualquer livro, de qualquer ciclo, que cada livro é uma história completa. 

Sobre os ciclos, óbvio que não consegui ler todos. Na verdade, é bem difícil a gente conseguir reunir toda a obra, mas possuo alguns completos. Funciona mais ou menos assim:

1º Ciclo: Via Láctea
a) A terceira potência;
b) Atlan e Árcon;
c) Os Pós-bis;
d) O segundo império.


Nesse primeiro grande ciclo, temos a viagem tripulada para lua, primeiro contato com culturas alienígenas, a entrega dos ativadores celulares, conhece Atlan (personagem mega importante na série...), encontra os antecedentes dos arcônidas (os aconenses...), surgem os poderosos pós-bis (robôs positrônicos-biológicos...), o conflito com os blues, a busca pelos 25 ativadores celulares espalhados pelo universo, etc. Desses microciclos, o meu predileto foi o segundo. Não tenho todos, mas algo em torno de 70%.

2) Ciclo: Galáxias Alienígenas
e) Os senhores das galáxias (meu predileto ever, e mais, completo!!!)
f) M-87

Neste ciclo, conhecemos os senhores das galáxias, os Maahks, descobrem a entrada dos transmissores solares, Rhodam viaja ao passados e descobre a  história dos Lemurenses- A primeira humanidade (melhor parte do ciclo...), o encontro com os policias do tempo, a viagem para a galaxia M-87, etc. Vejam bem, aqui nesse ponto, estamos falando de 399 livros publicados aqui no Brasil, pela editora ediouro (na época, tá nerds?).

3) Ciclo: Desintegração do Império
g) Os Cappins;
h) O Enxame (completo também...);

Daqui por diante, eu infelizmente deixei de acompanhar a série, pois não estavam chegando os livros aqui na minha cidade e na época, não tinha como consegui-los via sedex ou pela internet. No entanto, a serie continuou ativa aqui no Brasil e outras series se seguiram; colocarei aqui  o blog, porém só voltarei a descrever os acontecimentos, à partir do momento que comecei a acompanhar a serie de novo!!!

i) Os velhos mutantes;
j) O Xadrez Cósmico;
k) O Concílio.

4) Ciclo: Super inteligências
l) Afilia;
m) Bardioc;
n) Pan-Thau-Ra;
o) Os Castelos Cósmicos.

Desses microciclos, acompanhei até Bardioc. Os outros eu não comprei por motivo de força maior (dinheiro, óbvio!!!). Infelizmente ficou muito caro, e não pude dar conta, mesmo porque ainda tenho os quadrinhos, os livros, os jogos, etc. Sou professor, então nem preciso explicar, né? Nesse ciclo, até onde eu acompanhei, sob a influência do solMedalhão, a humanidade ficou insensível, Rhodan é banido pelos Afílicos, e com sua nave SOL, tenta alcançar a Via Láctea, na esperança de quebrar o poder dos sete (perdi o microciclo O Concílio...então dependi da sinopse  que achei na net...). O que mais me chocou, por um lado, foi o desentendimento entre Atlan e Rhodan...mas deu um grande sabor a trama, afinal. A editora SSPG, publicava os livros até 2007, e o que veio depois é material inédito aqui. Mas sei que existem, lá fora, mais 4 grande ciclos...que infelizmente acho que nunca vou ler!!!

Enfim, amigos do blog, essa é minha experiência om a série Perry Rhodan. Apesar de não tê-la completa, os volumes que eu tenho são muito bons e me proporcionaram muitas horas de alegria, além de muito material sobre sci-fi. Quando fui mestre, em algumas partidas de RPG de temática futurista, me inspirei nos personagens de PR, inclusive alguns npcs, foram tirados diretamente da série, em forma de homenagem. Quem tiver a chance, conhece esse universo não vai se arrepender. Vou terminando por aqui, este post me custou um tempo considerável e olha que nem falei nem da metade do que eu poderia falar. Obrigado pela atenção. Abraços.


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Diablo III: A Ordem.


Quem não conhece a célebre frase: "Hello, my friend! Stay a while and listen!" ??

Se você não conhece, meu caro nerd, você está marcando. Esta frase é icônica, do jogo Diablo. Pronunciada por nosso querido amigo Deckard Cain, Diablo, um dos jogos mais viciantes de todos os tempos, teve sua continuação tão esperada em 2012. Diablo I, foi um baita jogão. Um excelente point and click, que nos leva para um mundo medieval fantasioso, cheio de inimigos bem conhecidos dos amantes de RPG. era um PC game, que teve uma versão até bacaninha, para PS1 (que por sinal, eu jogo no PSP...). Alguns anos (angustiantes de espera!) depois, temos Diablo II, que conseguia ser ainda melhor que o seu antecessor. E depois de mais de uma década, a tão esperada continuação sai em 2012. Confesso que não foi bem o que eu esperava. Temos que jogar linkados na internet (o que me deixou pau da vida!!!). Mas o jogo é bom, tirando esse grande inconveniente. Na crista da onda de sucesso de Diablo III, sai um baita livro, que gostei até mais do que do jogo. Neste livro, conhecemos um pouco de Cain, personagem amado pelos gamers fã da franquia. Nate Kenyson é bastante feliz, na tentativa de expandir o universo do jogo e trás um livro que foi feito para os apaixonados pelo gênero fantasy. 

Sei que muita gente vai dizer, que esse tipo de livro é basicamente para fãs da franquia, mas não é bem assim. Eu diria que é para qualquer pessoa que gosta de aventura, drama  e muito suspense. Basicamente, vemos nosso amigo Deckard Cain, o último dos Horadrin, vivendo uma busca por outros sobreviventes de sua ordem, para salvar o mundo de Santuário. A história, obviamente, se passa muito antes do primeiro jogo. mas no decorrer do livro, encontraremos alguns personagens bem conhecidos dos games, como Leah. Veremos o jovem Cain, tentando fugir do seu destino e  acaba por conhecer, toda a maldade e os terrores que o mundo pode lhe oferecer. Não é exatamente o que os gamers estão acostumados a ver, nos jogos. Para vocês nerds, que lembram apenas do velho leitor de pergaminhos, que encontramos perambulando por Tristam, serão surpreendidos por um grande heroi, bem ao estilo do que adotamos quando estamos jogando. Se você quer vencer demônios e outras criaturas malditas, ser jogado no meio de uma guerra mais velha que o mundo e conhecer o universo de Diablo, por uma outra perspectiva, esse é o livro. Obrigatória para todo nerd gamer e para todo fã de fantasy (que como vocês já estão cansados de saber, é meu gênero favorito!). 

O livro está sendo distribuído pela editora Galera Record e vocês podem compra-lo na Saraiva tranquilamente. Deixarei um link da Livraria Saraiva aqui, como sempre, e vou deixar 3 links do gameplay de cada um dos jogos. Obrigado pela atenção. Abraços.








segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Aventuras Fantásticas.


O começo para muitos RPGistas??

Sim nerds, esses livros foram o começo para muitos RPGistas, inclusive eu. Conheci a série de livros, lá com meus 17 anos. E fiquei apaixonado pela temática e pela forma de jogar. É o tipo de jogo, que você não precisa de ninguem, nem para interagir, nem para avançar na aventura. Só a pessoa, papel e caneta, e um D6. Fechou, você viverá, me desculpem o humor, aventuras fantásticas.

Não tenho toda a coleção, mas digo a vocês nerds, que tenho alguns. E posso garantir, que não são todos do mesmo gênero. Alguns são de fantasy, outros são dos mais variaveis temas inclusive futuristas, como "O planeta rebelde" (um dos meus favoritos...apesar de, o meu favorito mesmo, ser "A cripta do vampiro"). Esses livros fizeram parte da minha adolescência, e um deles na verdade, é um romance que eu já li várias vezes: "As guerras de Trolltooth". Muito bom, e com várias referências ao que costumamos encontrar, nos RPGs de mesa.


Enfim, devemos agradecer aos mestres Ian Livingstone e Steve Jackson (esse é outro tá, nerds? Não é o Steve Jackson criador do GURPS...); graças a eles, muitos jovens puderam conhecer e se encantar com o maravilhos mundo dos RPGs de mesa, bem como explorar vários gêneros de literatura, de forma mais íntima. Este post é dedicado a todos os saudosistas, que em algum momento, conheceram planetas, enfrentaram vampiros, bruxas ou até mesmo o minotauro, tomaram decisões que se arrependeram e vivenciaram o famoso "felizes para sempre". Esse tipo de literatura, é bom para quem está começando a se interessar por livros, assim como aos mais experimentados, que querem ter sua visão de livro expandida. Como sempre, agradeço a todos que leram, e se puderem, me sigam no Twitter e Facebook. Abraços.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Espada da Galáxia.


Quem disse que o Brasil não produz livros de ficção??

Neste livro de Marcelo Cassaro, temos um romance onde os brasileiros são protagonistas. Lendas urbanas, alienígenas, naves vivas, etc. Uma aventura completa. Comprei esse livro no ano de lançamento, em 1995, ainda mais que, nessa época, eu era fiel leitor da revista Dragão Brasil (revista especializada em RPG e Magic...). Marcelo Cassaro trabalhava nessa revista, e eu acompanhava o trabalho dele nas matérias, bem como nos quadrinhos. Quando o livro saiu, eu já conhecia alguns personagens e era impossível não se apaixonar pela história. 

Basicamente, é uma guerra entre espécies. De um lado temos os Metalianos, mega poderosa raça metálica e do outro lado, o Traktorianos, moluscos robotizados. E a raça humana bem no meio da guerra. O livro, de leitura simples e bem cativante, mostra o Brasil de uma forma bem natural e até ingênua. Marcelo Cassaro, terminou o livro e deixou no ar, o que poderia ser uma continuação. No entanto, preferiu desenvolver um complemento para GURPS, que foi lançado em forma de ebook.

Para quem gosta de prestigiar os escritores nacionais, este livro é um achado. Quem gosta de Sci-Fi, é quase um sonho ler sobre aliens zanzando pelo Brasil, descobrir o que é o chupa-cabra, e saber que aqui, também tem uma comunidade Trekker bem forte. O livro, vocês podem achar no submarino ou pelo link direto que deixarei aqui embaixo. Obrigado pela atenção. Abraços.

http://www.submarino.com.br/

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Shadowrun.




Já imaginaram misturar tecnologia com magia??

Sim nerds, essa é a proposta de Shadowrun. Inicialmente começou como um RPG de mesa, que tinha essa proposta meio cyberpunk, com uma tirada de fantasy. Agradou e até cheguei a jogar, mas o sistema não me cativou tanto. Sou um eterno apaixonado pelo sistema GURPS, e tenho muito boas recordações do sistema D&D e STORYTELLER (Vampire, Werewolf, Mage, etc). No caso de Shadowrun, o sistema e a mitologia do game bebe e muito na fonte de Willian Gibson (Sabe quem é né? Escreveu Neuromancer...enfim, se você não conhece, está marcado nerd. Este sujeito é tão importante para Sci-Fi, quanto o semi-deus Isaac Asimov...fica a dica!). Gibson explora o tema do cyberspace (criado por ele, diga-se de passagem...), dando à visão de "rede", um sentido muito mais abrangente.

Em Shadowrun, você tem tecnomancers ou seja, magos da rede. Pessoas que entram na "Matrix" (me desculpem a tirada, não pude evitar...) e conseguem informações, cash, whatever... Bem, até aí tudo bem. Mas, onde entra o conceito fantasy? Vamos a isso! Neste tempo futurista, a magia está voltando. Pessoas antes comuns, estão se transmutando em seres mágicos. Elfos, orcs, anões, dragões, etc. Tudo está voltando e nesse mundo mágico que se forma, não há espaço para todos. Os transmutados são meio que párias da sociedade e vivem a margem, na clandestinidade. Daí o conceito cyberpunk fantasy, não são apenas foras-da-lei comuns, são foras-da-lei elfos, orcs, e tudo mais tentando sobreviver neste futuro extremamente hostil para quem sofre o Kawaru (como os japoneses chamam a transmutação!). O mundo é dominado por grandes complexos empresariais, que para piorar vivem em guerra entre si. Na onda do sucesso do RPG, foram lançados livros sobre esse universo. Uma trilogia, que dá uma boa ambientação sobre o sistema. Eu tenho estes livros e confesso que gostei mais do que do RPG. Escritos por Robert Charrette, vemos a luta de um irmão, para reencontrar a irmã. Na sua jornada, aprende que a magia existe, que existem varios tipos de magos, que os dragões são mais perigosos do que qualquer um pode pensar, que podemos fazer amigos nos lugares mais estranhos e que nem sempre o que parece bom, é bom.


Se você é muito fã de fantasy, tem que ler Shadowrun. Será uma experiência interessante, ver magia e tecnologia se degladiando. Leitura nerd obrigatória. Agora, embalados pelo sucesso do RPG e dos livros (romances), foram criados jogos de videogames com o tema Shadowrun. No total foram 4, todos com o mesmo título: Shadowrun. 1º para SNES, em 1993; 2º para Megadrive, em 1994; 3º outro jogo criado para SEGA, em 1995; e por fim 4º para XBOX360. Pergunta básica: quais eu cheguei a jogar?
Resposta: do Megadrive e do SNES...alias jogo até hoje, nos emuladores que eu tenho no PSP. Não cheguei a jogar o do XBOX, mas sei que é um FPS. Isso para mim foi o fim. Transformar um RPG em FPS... não me parece boa ideia!!! Mas enfim, vou deixar o link da livraria Devir, onde vocês podem comprar o romance e o livro de RPG, e vou deixar uns videos, para que vocês possam ter uma ideia de como são os jogos do Mega e o SNES (respectivamente...). Valeu pela atenção. Abraços.





quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

D&D: Dungeons & Dragons (books)!



Quem nunca sonhou em viver aventuras??

Antes de começar o post, um pequena explicação. Tenho recebido alguns recados via facebook e twitter, perguntando qual o motivo de eu não dar maiores detalhes dos livros, quadrinhos e jogos sobre os quais que eu escrevo. Em primeiro lugar, a proposta do blog não é essa. Não estou aqui para dar spoilers e sim para dividir o que sei sugestionando. Sou adepto do "conheça você mesmo", então eu dou umas dicas de leituras obrigatórias ou sugestões para aqueles que querem entrar no mundo nerd. Bem como jogos, quadrinhos, etc. É muito fácil dizer que é um gamer e que conhece esse ou aquele jogo, mas hoje em dia, para conhecer um jogo, basta entrar no You Tube e voilá... No entanto, você jogou aquele jogo? Ou leu aquele livro ou aquele quadrinho? Tenho conhecido muitas pessoas que andam se dizendo nerds, e querem se vestir de nerds (seja lá o que isso signifique...), mas acham que o Constantine é a cara do Keanu Reeves, ou pensam que Peter Jackson (...dos filmes Lord of The Rings, Hobbit, etc) e Steve jackson (criador de GURPS), são a mesma pessoa. Aqui você pode saber o que o nerd Pyrenteau gosta e ver que, quando eu conheci esse ou aquele jogo, este ou aquele quadrinho, este ou aquele livro, nem se pensava em usar o termo nerd. Tudo que eu mostro aqui, faz parte da minha história e me mudou de alguma forma. Agora, sem mas delongas, vamos ao post de hoje.

 

Para quem não sabe, D&D é um jogo de RPG de mesa. Que começou aos moldes de um jogo de tabuleiro, e depois virou algo muito maior. Nunca cheguei a jogar D&D original. Conheci praticamente nos moldes do que é hoje em dia. É um sistema de jogo que te dá uma enorme percepção do mundo medieval e te permite ser o que você quiser nesse mundo. Joguei muito D&D, e é uma pena que hoje seja tão difícil achar pessoas para jogar, tanto D&D, quanto qualquer outro sistema. Os videogames meio que afastaram um pouco as pessoas desse tipo de jogo, porém quem é das antigas, de tempos em tempos, se encontram e fazem aquela sessão de RPG clássica.

O que talvés alguns de vocês não saibam, é que existem livros de D&D (romance). E são ótimos. Por enquanto tenho apenas 3 deles, os 3 de Dragonlance. São maravilhosos na descrição e obrigatórios para os fãs de RPG de mesa ou para aqueles que, como eu, tem como  tema predileto de leitura, o gênero fantasy. Os livros de Dragonlance, você se depara com cenas bem clássicas de RPG de mesa, assim como personagens bem típicos. O destemido lider, o cavaleiro, o bárbaro, o ladrão e é claro, o mago. As situações que o livro nos mostra, são bem conhecidas para quem joga e a história te prende do início ao fim. Romance, aventura, drama, nesses livros de Dragonlance você encontra tudo isso e muito mais. Tanto o mundo de D&D, como os livros de aventuras que se passam dentro dele, foram escritos por Margaret Weis e Tracy Hickman em 1982.

Principais Personagens:
Tanis: Um meio-elfo que lidera o grupo.
Flint: O anão melhor amigo de Tanis.
Tasslehoff: Um kender ladrão.
Caramon: Um guerreiro bondoso e generoso.
Raistlin: Irmão gêmeo de Caramon e um mago sedento de poder com caráter um tanto duvidoso.
Kitiara: Irmã de Caramon e Raistlin. Guerreira não foi ao encontro do restante do grupo quando este se reuniu novamente.
Laurana: Uma elfa que foi criada desde criança com Tanis e que é perdidamente apaixonada por ele.
Tika: Garçonete de uma taverna que conhece Caramon, Raistlin e Kitiara desde criança.
Lua Dourada: A bárbara líder de uma aldeia destruída que traz em mãos um grande segredo.
Vendaval: Bodyguard fiel de Lua Dourada que tem como missão protegê-la até a morte.
Nos livros você encontra ainda, algumas curiosidades sobre o processo de criação, entre outras coisas. Caso alguem queira comprar exemplares, estes livros estão sendo vendidos pela editora DEVIR. Tanto os de Dragonlance (que eu tenho!!!), quanto os de Forgotten Realms (que já comprei, mas estou esperando chegar!!!). Abraços nerds e boa leitura.

sábado, 19 de janeiro de 2013

The Hobbit: There and back again.




E aí nerds, já viram O Hobbit??

Bem se vocês não viram, então já passou a hora de vê-lo. O filme é ótimo, mas um aviso aqueles que leram o livro: se tem algo que aprendemos com Peter Jackson é que, livro é uma coisa e filme é outra. Quem leu o livro vai ver algumas coisas diferentes e sentir falta disso ou daquilo, porém como disse certa vez mestre Jovem Nerd, do site http://jovemnerd.ig.com.br/, tente ver o filme como um documento visual. Quer dizer, uma coisa é você imaginar Smaug, outra coisa é você vê-lo, ter a imagem na cabeça. De todos os lugares de Middle Earth, o meu predileto é de longe Rivendell, e graças aos filmes  The Lord Of The Rings e agora The Hobbit, não só pude visualizar Rivendell (que para o português recebeu o nome de Valfenda...), mas pude ver Elrond. Sou muito fã deste elfo em particular (Filho de Eärendil -um meio-elfo de ascendência Noldo- e Elwing -também pertencente a linhagem do meio-elfos de ascendência Sinda- irmão gêmeo de Elros). É guardião de Vilya, o Anel do Ar, um dos três anéis citados no verso do anel, que havia recebido de Gil-galad. Enfim, um arquivo visual sempre é bem vindo. 

Claro que nem todos os filmes conseguem esse propósito. Alguém se lembra de Eragon?
Nossa essa doeu. Mas pelo amor de Deus, não juguem o livro pelo filme. Os 4 livros do mestre Christopher Paolini são espetaculares, especialmente para quem gosta do estilo fantasy. Eu os tenho (Eragon, Eldest, Brisingr e Eldunari) e podem esperar posts sobre estes livros. 

Mas voltando ao Hobbit, veremos no filme velhos conhecidos de quem viu a trilogia, cenas de luta muito boas e algumas cenas que alguns até poderiam chamar de infantis. Neste filme, podemos ver finalmente, as diferenças entre goblins, orcs e Uruk-hai. Vejam bem, The Hobbit é um livro completamente diferente de The lord of The Rings e quando Tolkian o escreveu, ainda não tinha pensado que aquele anel era "O anel". Peter Jackson,sabiamente, acrescentou cenas que preparam para o que veríamos em LOTR. A versão inicial do The Hobbit, não continha tais referências. Reza a lenda que foram acrescentadas em uma das últimas revisões da obra, posterior a obra LOTR. 

Enfim, o filme vale muito a pena e se você não conhece o livro, depois de assistir vai querer conhecê-lo. Este post vai ficando por aqui e não esqueçam, final do ano tem a segunda parte. Abraços.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O que eu estou lendo?

                                                    
Será que eu adoro este gênero??

Como já deixei bem claro, tenho minhas preferências literárias e entra elas eu posso dizer sem sombra de dúvidas que o tema "fantasia" é o meu predileto. Quando comecei nesse caminho, vamos chamar assim, eu tinha cerca de 10 anos e recebi de presente meu primeiro livro do Tolkian. E dali por diante estava formada a paixão. O Hobbit, foi um marco na minha vida e acredito, na vida de muitas pessoas pelo mundo. Ali foi-me apresentado um mundo fantástico, com seres míticos e besta mortais que eu nunca tinha ouvido falar. E um conceito. Magia.

De lá para cá, eu comprei todos os livros do Tolkian e os li(alguns mais de uma vez!!). E estava portanto, firmada na minha mente meu estilo de literatura predileto: Fantasy.
Claro que naveguei pelos mares de Narnia, com C.S. Lewis e explorei esse tema com os livros de D&D, bem como nos RPGs. Mas nada me preparou para o que eu achei em "Os Contos de Meigan". O livro escrito por duas nerds assumidas(o que por si só já é uma maravilha!!), vai do épico ao suspense, da tristeza à felicidade, do romance à comédia. Este livro é enorme meus amigos, o bicho é grande e eu sempre estava com ele na minha mochila, durante a semana que eu levei para ler. Na minha sala de aula, os meus alunos se adimiravam por eu não largar o livro de jeito nenhum. E tal e qual acontece com os games, me pego aqui fazendo esse post pois estou relendo.

Se vocês gostam de magia, se vocês algumas vez já jogaram RPG de mesa, se vocês já rodaram os 3 D6 no gurps esperando um sucesso, por favor comprem esse livro. Acho que qualquer pessoa que acompanha o que eu escrevo, sabe a sensação que dá em ler esse tipo de coisa. Uma boa notícia sobre Meigan é que é uma trilogia, então graças aos Deuses veremos mais de  Meigan por aí. Esse post vai ficando por aqui, com essa dica literária. Abraço a todos.