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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Wild Cards... pequeno update!


Novamente, eu quero ser um ás!!


Não tem muito tempo que eu fiz um post sobre cartas selvagens. Na ocasião, a única referência que eu tinha eram os quadrinhos, que por sinal são muito bons. Não havia tido a oportunidade de ler os livros e claro que eu fui atrás deles. Acontece é que, como muitos de vocês são fissurados em leitura (quadrinhos e livros), eu também o sou! E para me organizar, eu costumo deixar uma "fila" de livros, lendo na ordem que eu estipulo. Raramente eu "furo a fila" dos meus livros. Fiz isso com os livros do Martin (Crônicas de Gelo e Fogo), a muito tempo atrás e me arrependi da graça, pois no momento que você começa a ler a obra dele, é impossível parar. Eis que faço novamente, "furo a fila" e os livros em questão são do Martin. Dessa vez no maravilhoso Universo de Wild Cards.


Como eu disse, é impossível para e de ler. Portanto fiquei um fim de semana inteiro lendo as obras sobre Wild Cards, um livro atrás do outro, cada página me trazendo saudades e lembranças dos bons e velhos tempos de GURPS Super. Agora, para ser bem sincero, não sei o que eu poderia acrescentar sobre este Universo fantástico. Claro que são mais histórias, muito mais detalhes, só que não dou spoilers nos meus post, escrevo especificamente sobre minha experiência e por qual motivo (ou motivos), as obras em questão deveriam ser lidas. É exatamente por isso que não tenho muito a acrescentar sobre o Universo Wild Cards, entretanto se me permitirem uma pequena recomendação, posso dizer que é muito mais interessante ler os livros depois de ter lido os quadrinhos. Eu gostei de ter reconhecido os personagens, não imaginado pela descrição do Martin. Enfim, é apenas um pequeno update. Muito obrigado pela atenção, quem puder me seguir pelo Facebook e Twitter eu agradeço. Abraços.

Link dos livros no Senhor Saraiva:

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Cartas Selvagens... HQ, RPG e Universo estendido!


Como todo mundo que leu, eu gostaria de ser um Ás!!


Hoje caros amigos do blog, eu vou escrever sobre uma HQ, que também é um RPG e por acaso também são livros; Cartas Selvagens é um cenário de RPG onde podemos jogar com pessoas com super poderes. Reparem que vocês leram: “pessoas com super poderes” e não “heróis” com super poderes. Como na vida real, ninguém garante que “com grandes poderes, temos grandes responsabilidades”; ainda mais que, se fosse assim no mundo real, os americanos seriam o povo mais bacana no mundo.  No Universo de Cartas Selvagens, o mundo foi vítima de uma invasão alienígena; nada como frotas espaciais ou robôs gigantes, enfim nada de clichês! Os caras (alienígenas) simplesmente mandaram um vírus maldito, para saber qual seria o efeito se este fosse utilizado por eles. Queriam usar a gente de cobaia. Esse vírus tinha a promessa de desenvolver poderes nos infectados e como esses alienígenas queriam poderes, decidiram testar nos pobres terráqueos.


Um desses alienígenas, não concordava com essa idéia de soltar uma bomba virótica em um planeta só para ver o que acontece e tentou de todas as formas impedir a detonação. Fracassou e dessa forma o vírus Carta Selvagem foi disciminado na Terra. A maioria das pessoas que são afetadas morrem; os que não morrem, transformam-se em aberrações das mais variadas formas. Entretanto, uma pequena porcentagem contaminada desenvolve poderes incríveis. Vão desde a capacidade de voar, telecinesia, invulnerabilidade, até coisas bestas como mudar a cor dos olhos ou um super paladar. Acontece que não têm como saber quem vai dar a sorte de ser um defunto, um coringa (afetado deformado) ou um Ás (afetado com poderes). E que fique muito claro, esse vírus é contagioso. Portanto as pessoas que não sofreram mutações ou ganharam poderes e simplesmente escaparam da infecção, acabam por ter um preconceito com os afetados. Imaginem o vírus da AIDS 20 anos atrás...


Esse cenário de aventuras era o que podíamos jogar com a expansão GURPSSUPER, que como o próprio nome diz pertence ao sistema de RPG chamado GURPS. Já citei aqui outras vezes e volto a citar, GURPS sempre foi meu sistema favorito para jogar, ainda que não tenha sido meu primeiro sistema de RPG. Comecei com AD&D, que hoje voltou a ser apenas D&D. A grande parte das partidas que eu joguei, eram na área da fantasia medieval. Dragões, elfos, gnomos, e tudo o mais. Meu irmão Black Kamen Rider tinha o módulo básico de GURPS e possuía também a expansão GURPS FANTASY. Um belo dia, ele me aparece com outra expansão (GURPSSUPER) e com essa podemos construir personagens com poderes. Na época era simplesmente o máximo poder reconstruir os seus personagens prediletos dos quadrinhos, em uma mesa de RPG. E mais, podíamos reconstruir Universos dos quadrinhos inteiros, como o da Marvel e da DC. E é claro que poderíamos usar o Universo de Castas Selvagens, por sinal muito bom!


Essa expansão (GURPS SUPER) vinha com um quadrinho muito bom, que explicava o plot central do cenário. Além de nos apresentar personagens que poderiam ou não ser usados na campanha. Adivinhem quem é o criador desse cenário??? Ninguém senão o todo poderoso George R. R. Martin. Sim leitores do blog ele mesmo. O cara por trás de Crônicas de Gelo e fogo (livros que deram origem ao megaboga seriado Game of Thrones). Depois dessa nem preciso dizer o quanto Cartas Selvagens é bom certo? Sobre os quadrinhos, posso dizer que também são muito bons. Eu comprei a versão minissérie e também tenho a versão encadernada! Foram lançadas pelo selo Epic (que pertence a MARVEL) e aqui no Brasil, foi publicada pela editora Globo, em 1992 (versão minissérie) e 1993 (versão encadernada). Sobre os livros, sei apenas o que muitos da minha geração sabem: os quadrinhos são uma adaptação desses livros, que são mais de 20 (eu acho!!!) e alguns já estão sendo publicados por aqui. Achei em versão digital também, portanto como não li, não posso falar sobre. Contudo, sei que a um tempo atrás, na página oficial do Martin, estava escrito que esses livros seriam TODOS lançados por aqui. Fica a esperança que tal notícia seja verídica.


E com esse raio de luz, eu termino o post de hoje. Espero que eu tenha esclarecido ou pelo menos ajudado a muitos curiosos sobre esse incrível Universo. E fica a dica para os jovens leitores que não descobriram ainda o prazer de uma boa partida de RPG. Pense em GURPS SUPER e saiba que ler sobre o Wolverine é legal; interpretar o Wolverine no entanto, é muito melhor! GURPS pode te proporcionar isso, alias, proporcionou para mim! Muito obrigado pela atenção. Quem puder é só dar um clique e curtir a fan Page do blog no Facebook ou me seguir pelo Twitter, para saber de novos posts. Abraços.
PS: Quem quiser ler em formato digital essa HQ, clique no link abaixo.
       E no outro link, alguns livros para vender no senhor Saraiva. 


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Dune... by Frank Herbert! Universo Feudal... e muito Melange!


Who control the spice control the Universe!!

Quem disse que Frank Herbert não tinha razão? O ponto é: Who control the spice today? Quem sentiu uma vontade imensa de discursar sobre política internacional, guerras pelo petróleo e falsidade entre países, não é mero acaso. Duna é um livro que foi feito para isso; para criar discussão, causar reflexão e exatamente por isso, mexe com assuntos que, até aquele momento, não era muito comum na ficção científica como filosofia, religião e psicologia (além de ecologia, não podemos nos esquecer). É um livro com uma narrativa muito forte e que exigem muita atenção do leitor, pois como diz o ditado: “O segredo está nos detalhes”. Reza a lenda, que o livro Duna é considerado “a obra definitiva” do gênero, apesar de muitos outros especialistas da literatura acharem que tal título seria de um livro do Asimov. Eu sinceramente não saberia qualificar uma obra como essa, fora o fato de Asimov ser um grande ídolo para mim. Digo apenas que Duna me mostrou algo totalmente diferente do que eu imaginava que sci-fi pudesse ser. Portanto ler este livro é uma obrigação moral, para qualquer pessoa que goste de ficção científica.

Vamos à história, como sempre sem dar spoilers (ou muitos spoilers): temos um futuro que, como sempre, não é uma maravilha. Na verdade, se tem uma coisa que está cada vez mais claro, é que o futuro é negro. Terminator nos ensinou a desgraça que ia ser, se por acaso as máquinas tomassem consciência de uma hora para outra. Quem pira a cabeça usando o sistema da Apple siri, deveria se lembrar que assim que a Skynet começou. Por outro lado, a trilogia Matrix, esfregou na nossa cara a impotência do ser humano ao criar algo que, em teoria, é tão inteligente quanto ele (se bem que, no final, homens e máquinas aprendem que dependem um do outro). Asimov também já escrevia muito sobre isso, assim como outros gênios da literatura científica. Em Duna não existem máquinas. Aparentemente o ser humano aprendeu a lição e decidiu não criar algo mais inteligente que ele próprio e isso é uma verdade tão grande nesse Universo, que acaba por ser um dos pilares da religião. Sim leitor. Uma religião que diz “não” às máquinas. Mas existem máquinas no Universo deste livro? Claro que sim. Não existem máquinas pensantes, computadores, inteligência artificial.

É isso mesmo caro leitor. No Universo de Duna, todos os cálculos e outras atividades que deveriam ser feitas por computadores, são realizados por humanos treinados para esse fim, os chamados Mentets. E todo a história gira em torno de disputas políticas entre 3 grandes casas imperiais, de um governo feudal intergaláctico mais ou menos 24 mil anos no futuro. Esqueça a Terra. A Terra já se foi e muito da sua história já se perdeu. Mas, qual o motivo de tanta discórdia entre essas 3 casas? O controle da especiaria conhecida como melange. É graças a essa especiaria, que é possível as viagens espaciais, além de ser a base do poder de humanos escolhidos a dedo. Essa especiaria, só existe em um único local no Universo (que se saiba); em um planeta chamado Arrakis, ou Duna, como é popularmente conhecido! Este planeta é um gigantesco deserto, habitado por vermes colossais praticamente indestrutíveis. Ou seja, é um lugar muito maneiro. Só que, apesar desse planeta não ser uma das maiores maravilhas da existência, é só lá que tem a tal melange, então sua importância para o império é crucial. O Imperador Shaddan IV, da casa Corrino, vê uma grande ameaça no Duque Leto Atraides, que cresce em popularidade entre os outros nobres. Como têm receio de lançar um ataque mais direto a uma das grandes casas e outras casas se unirem contra ele, usa a grande rivalidade entre as casas Atraides e Harkonnen como um meio de eliminar o seu rival.

Leto Atraides é enviado para “gerenciar” o planeta Arrakis, substituindo a casa Harkonnen que até aquele momento “mandava na parada”. O resto vocês podem imaginar. Esperem traições, reviravoltas, mulheres ambiciosas, e tudo mais que se possa esperar de uma boa trama política. Na verdade, em certo momento do livro, você vai notar semelhanças entre o que está lendo e o que você conhece da história do mundo. Especiaria mega importante para o mundo? Que se extrai do deserto? Casas políticas brigando pelo controle total dessa especiaria? Quem controla a especiaria controla o mundo? Substitua melange, por petróleo quando estiver lendo o livro! Antes que alguém pense que é muito chato ler esse livro, por conta dos grandes diálogos e da temática extremamente política, não se engane. Também é um livro de aventura e com a maior de todas as motivações: vingança. É um grande livro e o filme baseado no livro não é mal também. Agora, confesso que o jogo sobre Duna é uma caso à parte. Foi um dos primeiros RTS que joguei e um dos mais divertidos também. Eu tenho Dune2000, que saiu para PS1 no PSP. Entretanto não é nem de longe tão bom quanto o primeiro.

Bem amigos, vou ficando por aqui. Tentei não dar muitos spoilers sobre o livro, pois tenho esperança de que muitos de meus leitores se animem para conhecer a obra de Frank Herbert. A dica é: primeiro ler o livro e depois ver o filme. O jogo vem como um belo bônus, para aqueles que quiserem explorar um pouco mais o Universo de Herbert. Este livro, possui outros 5 livros em continuação. Estou lendo o terceiro atualmente e ainda estou empolgado. Quem sabe um dia não posto por aqui um pouco de O Messias de Duna e Os filhos de Duna, os dois primeiros que já li! Antes do fim, para quem está cobrando o post de Ozimandias, sai ainda esta semana. Aguardem e assinem minha página do facebook e me sigam pelo Twitter. Links aí no final do post para os livros de Frank Herbert, direto do grande Senhor Saraiva. Muito obrigado pela atenção, pelas visualizações e pelos pedidos feitos à partir dos meus links. Abraços.

Obs: Eu não falei sobre os quadrinhos propositalmente. Pretendo trazer para o blog um post sobre esse quadrinho em um futuro não tão distante!



terça-feira, 26 de novembro de 2013

Isaac Asimov: Gênio Sci-Fi!


Quem não gosta de ficção científica??

Eu, como todo bom nerd, não gosto! Eu AMO ficção científica. Confesso que não é um gênero fácil para se escrever e é bem raro bons escritores, com um material realmente inovador. Asimov é um dos melhores e não podemos deixar de mencionar que: influenciou toda uma geração de escritores (de sci-fi ou não), escreveu livros considerados “obras primas supremas” e adora robôs (isso é muito importante!). Falando em robôs, o meu primeiro livro de Asimov foi justamente “Eu, robot” (e calma, não me xinguem sem motivo. Eu sei que robô está escrito com T, mas minha versão é assim mesmo). Na verdade, este livro não era meu. Eu meio que “esqueci” de devolver para o meu pai, quando ele me emprestou e a versão dele (que agora é minha), não era brasileira e sim portuguesa. De qualquer forma, esquecendo ou não de devolver, este livro foi uma porta aberta para a ficção científica de boa qualidade, li quando tinha por volta de 12 anos. Portanto, como todo bom fã de Star Trek e Star Wars, esse tipo de literatura me abriu os horizontes. Afinal, sci-fi não precisa estar ligado ao espaço necessariamente!

O curioso é que pessoas abençoadas com o dom da escrita, acabam por apresentar não apenas a sua obra, mas toda uma infinidade de autores, que como fãs, declaram aos quatro ventos amor eterno a Asimov. Eu conheci William Gibson (pai do gênero cyberpunk e o meu autor de ficção científica predileto!) graças a Asimov. Li em uma revista que Gibson era um apaixonado por Asimov e quando fui atrás para saber quem era esse tal W. Gibson, achei um livro chamado NEUROMANCER. E assim nascia minha paixão por cyberpunk. Com o gênero fantasy foi quase a mesma coisa. Muitas influências e muitas idéias foram plantadas por esse grande autor inclusive no cinema; e sobre o cinema, pelo amor de tudo que é sagrado na literatura, eu não estou falando do maldito filme do Will Smith. Esse filme é uma verdadeira abominação, no que diz respeito à obra de Asimov. Não desmerecendo o filme de todo, mas para quem é fã do livro ficou um pouco decepcionado com a forma que a obra foi tratada.

Neste livro, temos a noção do que é conviver com robôs de uma forma mais humana (entenda como quiser...). Um rápido resumo sem spoilers: para começo de conversa não é um livro convencional; são vários contos que são amarrados de forma brilhante por Asimov. E não posso deixar de falar que foi nesse livro que fiquei conhecendo as famosas “3 leis da robótica”, que viriam a ser utilizadas por outros autores, com certas “licença poética diga-se de passagem. Achamos referência as 3 leis inclusive em livros onde a temática é mais fantasiosa. Li um conto de um autor espanhol, onde o personagem principal era um necromante. Neste conto, este necromante tomava algumas precauções para que sua “criação” (zumbis, só para constar...) não atacassem o criador ou atacassem quem o necromante proibisse. Para tanto, o feiticeira lançava uma magia que obrigava sua criação a obedecer a 3 regras, definidas por ele. Referência velada ao mestre Asimov. A essência de sua obra não está diretamente ligada a ficção científica e pode sim ser aproveitada em muitos outros estilos. No total são 9 contos e cada um deles explora alguma particularidade humana, além de mostrarem a evolução dos robôs no decorrer dos anos. No último conto da lista, “O conflito evitável”, temos o retrato de um mundo que pode ou não estar sendo governado por um robô. Será que o coordenador geral Stephen Byerley é mesmo um robô? Será que um dia estaremos sendo comandados por 4 máquinas, que ditam tudo no mundo? Leia e descubra!

Depois de “Eu, robô”, muitos outros livros vieram para aumentar a minha estante, sendo que alguns deles do próprio Asimov (O fim da eternidade, Viagem fantástica e Os próprios deuses – este, sem dúvida, o livro mais espetacular de ficção científica já escrito, na minha humilde opinião) e outros que eu conheci por intermédio dos livros e pesquisas sobre ele (William Gibson, Arthur C. Clarke, J. J. Benítez, entre outros). Autores assim costumam marcar a vida de qualquer leitor, pois além da óbvia mudança de perspectiva ao qual somos expostos, aprendemos a buscar o que ler. Reza a lenda que, segundo a mídia especializada, o melhor livro de ficção já escrito é de Asimov (Os próprios Deuses). Entretanto, isso é discutível, já que muitos especialistas literários consideram a obra de Frank Herbert “Duna”, a obra definitiva do gênero. Preferências a parte, eu adoro as duas obras, porém meu coração tende para o lado de Asimov. E você leitor?

Bem amigos, vou ficando por aqui. Matei dois coelhos com apenas um golpe de saber de luz. A muito tenho sido cobrando para mais posts sobre livros e aqui está. Claro que vou deixar o link do senhor Saraiva para quem quiser conhecer não apenas livros de Asimov, mas livros de Frank Herbert, William Gibson, Arthur C. Clarke e outros. Boa leitura amigos. Obrigado pela atenção. Quem puder me seguir no Twitter e Fan Page do Facebook eu agradeço. Abraços.

Asimov:
http://busca.livrariasaraiva.com.br/search#w=asimov&PAC_ID=&af=

Frank Herbert:
http://busca.livrariasaraiva.com.br/search#w=Frank%20Herbert&PAC_ID=&af=

Willian Gibson:
http://busca.livrariasaraiva.com.br/search#w=Neuromancer&PAC_ID=&af=



sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Neuromancer... sem pílula!




What is Matrix??

Não amigos. Se vocês acham que esse post será sobre a famosa trilogia dos irmãos Wachowski, se enganaram redondamente. Irei falar sobre uma das mais famosas obras de cyberpunk que já foi escrita, inclusive foi esta obra que influenciou filmes e livros, por sinal influencia até hoje. Estou falando do clássico de Willian Gibson, Neuromancer. Este livro trás uma luz para todos os que são fãs de tecnologia e não abrem mão do lado mais policial de uma boa história. Li pela primeira vez a mais de 20 e tenho que confessar que até hoje, a história ainda me cativa. Temas futurísticos são muito difíceis de serem retratados e para deixar bem claro o que estou falando, basta ler qualquer livro do Asimov. Não é para qualquer um. Agora imagina trazer uma abordagem com uma cara tão diferente de tudo que já tínhamos visto até então? Isso é Neuromancer.

Willian Gibson nasceu em 1948, nos EUA e entre suas enormes contribuições para a literatura, está o termo “Cyberspace”, que foi apresentado pela primeira vez no conto Burning Chrome (que só pude ler mil anos depois de ter lido Neuromancer, afinal na época que eu li, não existia Google ainda...). Na época que ele escreveu Neuromancer, ainda não se sonhava que a era da informação viria a se tornar o que é hoje. Portanto nesse contexto, ele foi um grande pioneiro, ainda mais quando levamos em conta que o mundo cibernético de Gibson é uma realidade para todos nós. Não uma realidade literal, entretanto podemos dizer sem medo de ser redundante, que não é uma realidade literal ainda. É um dos mais conhecidos escritores de ficção científica no mundo e sua obra serviu de influência para muitos autores. Inclusive, uma curiosidade agora, Gibson chegou a escrever 2 episódios para a famosa série de TV X-Files (Arquivo X), além do primeiro roteiro de Alien 3. E escreveu o roteiro do filme Johnny Mnemonic. Sobre esse filme, prefiro nem falar.

Sobre Neuromancer, um pequeno resumo sem spoilers. Nosso personagem principal se chama Case e ele é um hacker, o que por si só já é suficiente para cativar qualquer público. Na história, ele é um ex-hacker ou cowboy, essa é a definição de hacker na história. Ele entrava na web/rede e vazia serviços por dinheiro. Até que, em uma tentativa de roubar um determinado empregador, foi pego e envenenado com uma neurotoxina que afeta seu sistema neural. Ele se plugava na web/rede através de conectores na cabeça e com seu sistema neural comprometido, não poderia mais trabalhar.  Na busca por cura, ele acaba por encontrar os outros personagens da trama, como Molly, Armintage, Wintermute e meio que acaba se metendo em uma trama que é muito maior do que ele poderia imaginar. Que acha que Matrix era original, definitivamente tem que ler esse livro. Existe também os quadrinho de Neuromancer. Comprei  e acho que vale o esforço. Contudo depois de ler o livro, a experiência não é a mesma.

Bem amigos, vou ficando por aqui. Já tem um tempo, eu escrevi um post sobre Shadowrun, um grande RPG que também tem uma trilogia de livros, fora os jogos de videogames. Para vocês verem o quanto essa obra vai longe. Tenho que dizer que, um novo jogo de Shadowrun já está no mercado. Então além da dica de leitura, indico de olhos fechados esse jogo. Quem puder comprar, compre que é muito 10. Meu irmão Black Kamen Rider foi o primeiro lá de casa a zerar Shadowrun para SNES, então está mais do que na hora de eu passar a frente dele e zerar este jogo de computador antes dele. Obrigado pela atenção. Abraços.

Novo jogo de Shadowrun: Shadowrun Returns.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Os Heróis do Olimpo: O Herói Perdido!

                    

Existe mitologia melhor do que a grega??

Atendendo a pedidos, estou aqui para falar sobre uma série de livros que eu gosto muito e que não é bem a série original, mas é no mesmo universo. Um pequeno update antes. Algumas pessoas me perguntam, qual o motivo de terem mais posts sobre quadrinhos. O motivo é o mais simples possível: muitas pessoas me pedem sobre quadrinhos. E minha biblioteca de quadrinhos é bem maior do que a de livros. Sim, minha biblioteca de livros é bem grande, no entanto a de quadrinhos chega a ser 2 vezes maior. Basicamente é por esse motivo. Não significa que não postarei sobre games e livros. Alias, sobre o autor do livro relativo ao post, eu tenho sua primeira série de sucesso. Percy Jackson foi um grande sucesso, virou filme (um filme horrível, por sinal!) e está entre os livros mais vendidos e populares na literatura fantástica. Com vários fãs, essa série de fantasia mitológica está dando “crias”. E aqui neste post falo sobre o primeiro volume da série Herois do Olimpo.


Neste livro não somos apresentados ao universo em si, pelo contrário, nesta série a ambientação é bem mais light, principalmente se levarmos em conta o que vimos na série Percy Jackson. Temos a participação de algumas figurinhas carimbadas e temos também a introdução dos atuais protagonistas. A pergunta de 1 milhão de dólares...quem nunca leu sobre a série Percy Jackson, vai entender o que se passa aqui? Sim, pois a aventura não depende dele. Eu, por outro lado, aconselho aos leitores que comecem com a série original, apenas para se localizar melhor. Outra pergunta de 1 milhão de dólares...qual das duas séries é a melhor? Olha sobre isso é complicado.

                       

Entendam da seguinte forma: quando você começa a ler sobre uma série, a pior parte dela é quando ela acaba. Os personagens que você aprendeu a gostar, as tramas, enfim tudo fica para trás. Quem está acostumado a ler séries inteiras, sabe do que estou falando. É triste se despedir de uma série; e quando numa virada do destino, surge a oportunidade de continuar acompanhando as aventuras daqueles personagens, ainda que como coadjuvantes, é sempre muito bom. Então, na minha humilde opinião, não tem como dizer qual das duas é a melhor, pois as duas são a mesma série. Por outro lado se fossemos falar de outra série de Rick Riordan, aí é outra coisa. Para aqueles que não sabem, o autor Rick Riordan também é autor de uma série sobre mitologia egípcia. Click aqui para ler meu post sobre esta série.

Olha o próximo da série. O filho de Netuno!
Sem dar muitos spoilers, um pequeno resumo sobre o que vocês podem esperar desse livro. Como já vimos em Percy Jackson, os Deuses do Olimpo não são tão mitológicos assim. Eles são reais e, tal e qual estudamos nas aulas de história, gostam de ter filhos com os mortais. Esses filhos, chamados de semi-deuses, estão por aí. Vivendo entre os humanos. E esses semi-deuses, costumam viver aventuras, quase sempre com muita ou pouca ajuda de seus “pais”. Na série Percy Jackson, conhecemos alguns desses semi-deuses e aqui nesta outra série, conheceremos outros semi-deuses. A trama, como sempre, tem haver com um grande mal que pode se espalhar pelo mundo dos mortais. E como nas histórias dos livros, cabe aos semi-deuses resolver o problema e de forma definitiva, de preferência.
Para aqueles que gostaram da série original, vão amar este novo formato. Além de matar a saudade dos antigos personagens, os novos personagens não deixam a desejar. De certa forma, os novos protagonistas são tão carismáticos quanto seus antecessores e é bem provável que esta nova série culmine em um grande encontro do “novo com o velho”. Os antagonistas dessa nova série, não desapontam, assim como as cenas de ação. Nesse quesito, posso dizer que o ritmo é mais frenético e deve agradar os fãs, que na primeira série reclamavam que queriam mais ação. Rick Riordan atendeu aos pedidos e escreveu um livro completo e divertido, fácil de ler, com muitas reviravoltas e surpresas, marca registrada dos seus livros. Recomendado para qualquer bom amante de literatura fantástica. Vou ficando por aqui e como não podia deixar de ser, vou deixar o link do grande Senhor Saraiva, que vende todos os livros de Rick Riordan por um preço mais do que camarada. Muito obrigado pela atenção. Abraços.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

H. P. Lovecraft, o pai do horror!

Realmente, ele é a cara do Bluehand (entendedores entenderam!)

Dá para imaginar o medo de algo indescritível??

Não amigos, não dá. Se você consegue entender o conceito disso, então tenha cuidado, pois você está entrando ou começando a entender o inominável mundo de H. P. Lovecraft. Ele é simplesmente o maior de todos os escritores de horror de todos os tempos, e sua obra é influência de grandes mestres como Stephen King e Clive Barker. Howard Phillips Lovecraft nasceu em Providence (Rhode Island), em 20 de agosto de 1890 e morreu em 15 de março de 1937. Suas histórias são uma verdadeira lenda entre os fãs de literatura fantástica, bem como toda a mitologia em torno da de suas histórias. Conheci Lovecraft cedo, pois para os que não sabem, ele era um grande amigo de um grande ídolo meu: Robert E. Howard, ou como é mais conhecido, “criador de Conan, o Bárbaro”.

Quando comecei a ler quadrinhos, lá com meus 10 anos mais ou menos, eu comecei bem. Afinal, “Espada Selvagem de Conan” era uma ótima revista e uma ótima forma de uma garoto entrar no mundo fantástico. Conforme eu crescia, minha admiração por Robert E. Howard crescia também e comecei a procurar por livros dele. Em reportagens de revistas especializadas, fiquei sabendo de seu grande amigo H. P. Lovecraft. E assim nascia um fã do horror ou do horror fantástico ou do horror psicológico. Todos esses termos se aplicam a obra de Lovecraft. Sua maior criação foi o mito de Cthulhu, esse nome impronunciável que significava algo de não poderia ser narrado ou descrito. A ideia me fascinou e é claro que me cativou na hora. As histórias dele, tinham um “algo mais” que lembrava ficção científica, com magia e tudo que possa imaginar.

Muito tempo depois, já calejado e conhecendo bem Lovecraft, descobri o RPG de Call of Cthullhu e aí que a coisa virou algo profissional; a maneira de interpretar personagens que vão enlouquecendo no decorrer da trama, trás ao RPG uma nova visão e trás ao leitor uma nova perspectiva. Bons e velhos tempos de RPG. Agora para quem pensa que Lovecraft influenciou apenas a literatura, muitos músicos beberam nas fontes da loucura escrita de sua obra. Videogames, quadrinhos, não tem limite para sua influência e entre os nerds, ele é um verdadeiro herói. Não é tão fácil ter toda sua obra, porém para aqueles que, como eu, amam seus livros e contos e fazem questão de ter a maior parte deles em mídia física, podemos achar no Senhor Saraiva. Vou deixar o link aqui. Sei que muita gente não curte o gênero horror, entretanto sua obra transcende o horror e vai cativar aqueles que sabem apreciar uma obra que é excelente pela originalidade. Conheçam Lovecraft.


Bem amigos, vou ficando por aqui e espero ter motivado meus leitores a conhecer a obra de Lovecraft. E deixo aqui uma pequena homenagem. A leitura é muito importante na vida de uma pessoa, ainda mais se podemos dizer que o que lemos nos molda. Entretanto, conquistar o hábito da leitura não é algo fácil. Para isso precisamos de oportunidade e porque não dizer, inspiração. Eu tive ambos. Minha querida Tia Ruth, me apresentou Saint-Exupéry e teve a paciência de me explicar o que não podia aprender sozinho naquela época. Conheci Alexandre Dumas graças a ela também, afinal nada melhor do que pirar com as aventuras dos mosqueteiros mais famosos do mundo direto da fonte. E minha consciência política também vem dela, quem vocês acham que me apresentou George Orwell? Aprendi suas lições Tia Ruth. E nunca esqueço do seu livro de cabeceira. Obrigado. Você não me ensinou a ler, mas me ensinou o que ler. Obrigado pela atenção de todos. Abraços. 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Artemis Fowl, o menino prodígio do crime!


                             

Quem gosta de um bom anti-heroi??

Tanto na literatura quanto nos quadrinhos, existem vários exemplos de anti-herois. Qual o motivo para esses personagens serem tão populares. Acredito que tenha algo haver, com a forma com qual se portam diante das situações. Os anti-herois fazem coisas e dizem coisas que os heróis jamais falariam ou fariam. E muitas vezes, os heróis não são capazes de fazer o que precisa ser feito. De certa forma, um grade herói da MARVEL, o Wolverine, é um anti-heroi clássico, exatamente por isso. Ele faz o que tem que ser feito e nem sempre o que tem que ser feito é uma coisa fácil ou bonita de se ver. Alias amigos, ele mesmo não cansa de dizer que é o melhor no que faz, só que o que ele faz não é bonito de se ver. Agora imaginem um anti-heroi, com esse mesmo espírito, porém adolescente e com um intelecto maior que o Reed Richards? Este é Artemis Fowl.

                                      

Criado por Eoin Colfer, um professor irlandês, Artemis Fowl é um verdadeiro sucesso entre a literatura fantástica. Seu personagem, como já deixei bem claro na minha introdução, não é exatamente um herói legalzinho e cheio de boas intenções. Na verdade é o oposto disso. Não estou dizendo que ele é malévolo e capaz de maldades. Mas, é determinado e não tem medo ou escrúpulos de fazer o que tem que ser feito, doa a quem doer. Esse personagem é muito bom e os livros são uma mistura de ação, aventura, fantasia e ficção científica. A trama é bem construída, e no decorrer dos livros, você vai se afeiçoando aos outros personagens de forma que cada um, se torna indispensável e inevitavelmente, entristece o leitor quando o livro termina, pois é impossível não querer mais de Artemis Fowl quando se termina um único livro.

                           

No primeiro livro, temos a apresentação dos personagens. E também a grande sacada da série, introduzir a fantasia em tempo contemporâneo. Neste primeiro livro, descobrimos quem é Artemis, exploramos um pouco de sua personalidade e temos a revelação de que, existem fadas. Só que se vocês acham que as fadas de Artemis Fowl são aquelas coisas bonitinhas, com asinhas e que soltam pozinho mágico, não se engane. Neste livro, as fadas são duronas e jogam sujo quando precisam jogar. Existem momentos cômicos, além de grandes reviravoltas. Infelizmente, pelo que o autor andou dizendo em sua página oficial, The Last Guardian será o último da série. Uma legião de fãs está em protesto por isso. Entretanto nunca se sabe. Se tem uma coisa que eu aprendi, em todos esses anos lendo e jogando, é que nem sempre o que é o fim, é “realmente” o fim.

  

No decorrer do blog, falarei mais de Artemis Fowl, portanto por hora, basta vocês saberem que é uma excelente leitura. Rápida e divertida, e que surpreende muita gente que tem certo preconceito com literatura infanto-juvenil. É o tipo de leitura que pode ser compartilhada com pais e filhos. Muito se fala, sobre filmes para família e jogos para família, e no caso, acho que existem livros para a família. Este é o caso de Artemis Fowl. Aqui no Brasil, o primeiro livro ganhou o título: Artemis Fowl, o menino prodígio do crime. É óbvio que vou deixar o link do Senhor Saraiva, para aqueles que quiserem comprar o livro. Vale muito a pena. Vou ficando por aqui e quando vocês menos esperarem, Artemis Fowl voltará ao blog. Agradeço a atenção. Abraços.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Michael Crichton: um bom autor.


                           

Quem gosta de ler??

Dessa vez em vez de falar de livros e quadrinhos que eu li, vou escrever sobre um escritor. Michael Crichton está na minha lista de escritores que gosto. Desde já, aviso que não é meu escritor predileto. Como todos que me acompanham aqui já estão carecas de saber, meu gênero predileto é fantasy, portanto por simples questão de obviedade, Tolkien é meu escritor predileto, seguido de C. S. Lewis e muito bem acompanhado, pelo senhor G. R. R. Martin. Estou falando de escritores não nacionais. Se os escritores nacionais entrassem na lista, tenho que falar da Roberta Spindler e Oriana Comesanha. São as melhores do gênero fantasy atualmente, e não sou só eu que digo não! A grande blogueira e escritora de mão cheia Gleice Couto, do blog Murmúrios Pessoais, que está na minha lista de amigos do blog por sinal, a esquerda do post, também acha essa dupla incrível. Mas não é do gênero fantasy que vou falar. Michael Crichton é um ótimo escritor, apesar de ser mais conhecido por livros que foram adaptados para o cinema. É sobre isso que vou falar.

                             

Existem filmes que são bons e outros nem tanto. Agora, quando você assiste a um filme, que foi baseado em um livro, claro que na maioria das vezes é uma grande decepção. Tem vezes que você até acha o filme “bonzinho”. Mas quando conhece o livro, tudo muda e não tem quem te faça ver o filme com os mesmos olhos. Sobre os livros de Michael Crichton é bem por aí. Para quem não sabe, ele escreveu Jurassic park. Foi um mega sucesso do cinema e teve até uma continuação, que por sinal ele também escreveu. The Lost World: Jurassic Park foi a continuação do aclamado Jurassic Park. Enfim, eu até achava o filme “bacaninha”, e lembre-se que Jurassic Park foi um filme de 1993. Neste ano eu ainda era um adolescente. Sua continuação, O mundo perdido, foi escrito em 1995 e virou filme em 1997. Esse filme eu não gostei. Quando li os livros, peguei ódio dos filmes. No entanto, como escritor, Michael Crichton me convenceu. Depois desses dois livros, li um mais antigo chamado “Devoradores de Mortos”, de 1976. E para minha grande surpresa, lá este filme virou filme também. Na adaptação para o cinema, o livro recebeu o nome de “O 13º Guerreiro”. Pelo amor de Tolkien, nem quero comentar sobre isso.

                                       

No entanto, em 1998, vi um filme chamado Esfera(Sphere) e para minha grande surpresa, descobri que o filme era baseado em um livro de Michael Crichton. Nem preciso dizer que fui atrás do tal livro e para minha surpresa again (outra para variar...), não achava em canto nenhum. Vejam bem amigos do blog, em 1998 não existia a internet como a conhecemos hoje no Brasil. Então achar um livro desses não era uma tarefa tão fácil assim. Na verdade, as livrarias e editoras não eram o que são hoje. Então, infelizmente tive que me contentar com o que vi nas telas. Verdade seja dita, o elenco ajudou. Dustin Hoffman e Samuel L. Jackson (pelo amor de Shakespeare!!), além de Peter Coyote, Liev Schreiber (Dentes-de-Sabres) e Sharon Stone. O filme não é ruim não. Vale a pena e eu até recomendo. Muitos anos depois, eu finalmente boto a mão em um exemplar de “Esfera” e aí vem o dilema: Será que este livro vai desgraçar a imagem de um filme que eu gostei? Por incrível que pareça, não. Dos livros que viraram filmes, este é o que teve a melhor adaptação. Claro que o livro é melhor, pois não dá para comparar a quantidade de informações em mídias tão diferentes. Contudo, o filme se aproxima do que é o livro. Bem verdade que este livro tem aspectos um tanto quanto "Lovecraftianos" se é que vocês me entendem. Depois dessa nem preciso falar mais nada, certo? Lovecraft é o Deus do terror, que outro gênero que gosto muito. 

                                       

O que quero dizer com esse post? Que gosto do autor Michael Crichton e pelo menos um livro teve uma adaptação bem decente. Porém vejam só, antes que eu termine, vou dizer uma coisa curiosa. O filme “Sol Nascente”, com Sean Connery (eterno 007), Harvey Keitel e Steve Buscemi, é um ótimo filme e também é baseado em um livro de Michael Crichton. Só que o livro em questão, eu particularmente não gostei. Para vocês verem. Amei o filme e não gostei do livro. De uma forma ou de outra, em se tratando de Michael Crichton tudo pode acontecer!!! Vou ficando por aqui amigos e a dica é: leiam Michael Crichton. É um ótimo autor e possui livros muitos bons, apesar de nem sempre os filmes baseados em seus livros serem tão bons. E a maior de todas as dicas: leiam “Esfera”. Para quem gosta de livros impressionantes, é uma excelente escolha. Recomendo o filme também, entretanto aconselho a primeiro ler o livro. Obrigado pela atenção e como sempre, deixo o link do grande Senhor Saraiva, para aqueles que quiserem adquirir livros de Michael Crichton. Abraços.