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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Castlevania: Symphony of the Night... o melhor da série!


Bons tempos, antes dos vampiros virarem modinha!!


Ola amigos leitores que acompanham o blog, o post de hoje é sobre um jogo mega nostálgico e que, durante muito tempo, deixou a galera grudada na tela da TV. Essa versão de Castlevania, como todas as outras é muito difícil. O grau de dificuldade da série diminuiu com as versões para PS2 (eu gostei, mas prefiro as mais antigas). É um jogo em 2D, ou em formato plataforma, desenvolvido e distribuído pela Konami em 1997 e que nos apresentou uma nova jogabilidade, sendo essa inclusive uma das principais razões para o sucesso do jogo. A primeira plataforma que recebeu esse jogo foi o PS1, que até aquele momento era apenas Playstation. Posteriormente recebeu conversão para o falecido Sega Saturn 1 ano depois. A versão para Saturn só saiu para o Japão, entretanto eu joguei; um conhecido meu (descendente japoneses), possuía esse CD e graças a ele, eu pude jogar as duas versões. Nota de curiosidade: as diferenças que pude notar entre as versões, estão principalmente nos gráficos. O Saturn, por ser uma plataforma mais poderosa, tinha gráficos bem melhores que o PS1. Além disso, na versão do Saturn podíamos jogar com Maria Renard e Richter Belmont desde o início do jogo e se não me engano, possuía um boss a mais, além de mais duas novas áreas!


Hoje podemos jogar em praticamente todas as plataformas e uma delas, inclusive a minha predileta, é no PSP. No caso específico do PSP, podemos baixar em formato digital pela Playstation Network e jogar no PSP, PSvita e PS3 ou comprar/download o jogo Castlevania: The Dracula X Chronicles, que SOTN é liberado logo que você termina o jogo. Não é de hoje que eu digo isso, o PSP é sem sombra de dúvidas o meu console predileto, justamente pela portabilidade que ele oferece; um verdadeiro console “tudista”. Jogar clássicos do PS1, SNES, MEGADRIVE, GBA, além dos jogos próprios para o gadget, de forma portátil não tem preço. Se você que lê, não conseguiu jogar todos os jogos desejados na sua infância, vai me entender por pirar com esse tipo de portabilidade.


Sobre a jogabilidade desse jogo, volto a bater na mesma tecla; é demais! Os cenários são lindos e nosso personagem principal (Alucard) não tem acesso a todas as possibilidades dos mapas, logo no início. A partir do momento que Alucard vai ganhando experiência e novos poderes, como por exemplo: a habilidade de mudar de forma (LOBO, MORCEGO, NEBLINA); áreas antes bloqueadas para ele (inacessíveis), tornam-se acessíveis. Os elementos de RPG estão lá, bem reconhecíveis para os fãs de RPG eletrônicos, como o bestiário, relíquias pelo caminho, etc. Não coloquei esse jogo na categoria RPG, simplesmente por não achar que seja um RPG no sentido que eu estou acostumado. Muitos fãs e até mesmo a mídia especializada costumam categorizar Castlevania SOTN como RPG action. Vai do tipo de percepção que cada um tem para o termo.


Para terminar, a trilha sonora é um absurdo de boa. Dá o tom perfeito para a proposta do jogo, que é meio sombrio e super difícil. É um grande clássico dos games, sobretudo para os que conheceram Castlevania na geração 16bits. Os jogos 16bits eram bem difíceis, não tanto quanto os de 8bits, contudo eram jogos feitos para o player se envolver e gastar um determinado tempo ali. Quando o PS1 estava no auge, eu por exemplo, achava que muito do grau de dificuldade da geração anterior havia se perdido. Castlevania SOTN não tem nada de fácil. Prepare-se para um jogo difícil e que por vezes te irritará tanto, que só parando, dando um tempo e voltando mais calmo, para passar certos mapas. E é isso galera, vou ficando por aqui. Agradeço a atenção de todos e aviso que, quem gostou do post, pode me seguir pelo twitter e facebook, para saber de novos. Abraços.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Resident Evil: Code Veronica... é um dos melhores!


Zumbis ainda são legais??


Na atual situação dos games, eu já nem sei o que pensar. Em parte fico triste, afinal sou da geração que chorou lágrimas tecnológicas quando jogou pela primeira vez Resident Evil (imaginem, eu fiquei entusiasmado com aquele live action do início...), no finado PS1 e quando vejo como os jogos de zumbis estão hoje, realmente não é a mesma coisa. Claro que existem exceções! Pelo amor de Lavos, quem não se emocionou com The Last of Us não tem coração ou pelo menos não merece ser chamado de gamer. O jogo é uma obra prima e ponto. A questão é: ainda vale a pena jogar os precursores? Eu acredito que sim. Com tanto jogo chato e com uma história chatinha, é bem mais fácil tirar seu PS2 do baú e jogar um dos bons e velhos clássicos. Agora, falando de clássicos do terror/horror, Code Veronica é considerado por muitos como o melhor da série (não por mim, que já disse certa vez que o meu predileto é RE 2). Recentemente, me peguei jogando de novo esse bom e velho clássico. Meio que me perdi um pouco com a movimentação, mas nada que alguns minutos de adaptação não possam resolver. Empolguei-me tanto, que não parei até terminar o jogo novamente e dessa vez, coletar algumas anotações para esse post.



Antes de mais nada, tenho que dizer que eu joguei a versão do PS2. Não que seja muito diferente das outra versões, apenas nunca tive um dreamcast. E se passa mais ou menos 3 meses depois do que vimos em RE 2 e RE3. Podemos jogar com 2 personagens, Cris Redfield e Claire Redfield (personagens muito queridos da série). Cada um com um objetivo específico: Claire têm que sair da ilha infestada por T-Virus ao passo que Cris precisa achar sua irmã perdida. Obviamente não é uma simples história de sobrevivência, muitas coisas serão reveladas, coisas muito importantes para a cronologia oficial, por assim dizer. Sobre a jogabilidade, é a clássica que eu já citei acima. Para quem já jogou os primeiros jogos, não vai ficar surpreso. Gostei muito da câmera deste jogo, que é na minha humilde opinião, uma das melhores dos games clássicos. Realmente é impressionante como um tema tão batido como zumbis pode oferecer uma história tão bacana. Imaginem todas as informações sobre a Umbrella, sobre o T-Virus e o mais importante... o que veio antes! As propriedades mutantes do mother vírus, entre outras coisinhas mais.


Então chegamos em um ponto que, para jogar tanta coisa que não vale a pena, antes jogar um jogo mais antigo que é muito bom e vai te divertir até mais do que um desses jogos novos sem sal. Esse post foi rapidinho, mas eu tinha que dividir a experiência de passar tanto tempo sem jogar esse jogo e de repente joga-lo e descobrir que ainda vale muito. Vou terminando por aqui. Não posso deixar de dizer que aí no final do post tem um gameplay básico, para que, quem não conhece possa conhecer. Muito obrigado a todos que me acompanham. Quem puder pode me seguir no Twitter ou no Facebook para saber quando têm novos posts. Abraços.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Final Fantasy VI... jogo denso (para dizer o mínimo)!


Que assunto é tabu, em um jogo de videogame??


Aparentemente para os japoneses, poucas coisas podem ser consideradas tabus. E aqui estou eu com mais um jogo da minha franquia predileta e dessa vez, estou trazendo um jogo que é considerado por muitos especialistas em videogame, como o melhor jogo da franquia Final Fantasy. Eu, como já disse muitas vezes, tenho uma lista dos meus jogos prediletos e acho que todo gamer deve ter também (clique aqui, para ver meu top Five). Esse jogo não apareceu na minha lista pura e simplesmente pelo motivo mais óbvio possível: não pude jogar-lo na época que era para ter jogado. Quando conheci FF VI, já foi no PSP, rodando o game para o PSX. Acredito que os jogos prediletos, sejam aqueles que o jogador se conecte com a história e principalmente, tenha muitas memórias dela. Esse é o meu caso com Chrono Trigger e FF VII. São jogos pelos quais eu me apaixonei e que marcaram minha vida, de certa forma. Não significa que eu não reconheça que a história de FF VI seja muito mais elaborada que a de FF VII, afinal assuntos como gravidez na adolescência e suicídio, não são exatamente coisas comuns em games (imagina naquela época?).


Falando sobre época, esse jogo saiu originalmente para plataforma SNES e no Japão era chamado Fina Fantasy VI. No ocidente, esse jogo recebeu o nome de Final Fantasy III, por conta daquela velha história que todo gamer já sabe, mas vou dar fazer um resumo básico. O primeiro FF saiu no Japão e posteriormente para o ocidente; na plataforma NES, que veio a ser vendida nos EUA. Acontece que FF II e FF III saíram apenas para o Japão. Então quando FF IV saiu no Japão e veio a ser vendido aqui no ocidente, os malditos distribuidores dos EUA mudaram o nome para FF II (afinal até aquele momento, o segundo e o terceiro jogo da franquia nunca havia saído nas America/Europa). Como tudo que está mal pode piorar, o FF V saiu apenas no Japão. Então, quando FF VI foi lançado para Japão e EUA/Europa adivinha... se chamava FF VI (Japão) e FF III (EUA). Complicado leitor? Apenas mais um dia comum na vida dos gamers naqueles tempos. Depois de tantas caneladas (para não dizer coisa pior), quando FF VII foi lançado no Japão, no Ocidente continuou sendo FF VII. Os outros jogos, digamos, “perdidos” foram sendo lançados depois, para outras plataformas como GBA e Playstation (PSX).


Vamos ao jogo em questão. Final Fantasy VI é um jogo em formato RPG, de uma franquia que ficou famosa exatamente por esse gênero; lançado para SNES em 1994 e posteriormente para outras plataformas como GBA e o PS1. O jogo, como já disse antes, é considerado pela impressa especializada como o melhor da franquia e o melhor do gênero de todos os tempos. Não podemos deixar de mencionar que é um jogo que traz um certo grau de polêmica. Assuntos como suicídio, psicopatia, gravidez na adolescência, genocídios entre outras coisas, você verá nesse jogo. São 14 personagens jogáveis (o que até onde eu sei é um Recorde para FF) e foi o primeiro jogo da franquia que nos apresentou algo mais voltado para tecnologia. E já que eu falei de polêmica, reza a lenda que Kefka é o maior vilão de todos os tempos nos games. Meu vilão predileto é Sephiroth, não que isso signifique muita coisa; significa apenas que estou ligado sentimentalmente ao FF VII. Entretanto tenho que admitir que, depois de jogar FF VI, para efeito de conversa, Kefka realmente é muito mais sinistro.


Sobre a história, vamos ao básico e como sempre sem muitos spoilers. Mil anos antes do que vemos no jogo, Deuses denominados Magis travaram uma violenta guerra e como toda guerra tem conseqüências, essa guerra em questão acabou por transformar parte dos humanos em seres mágicos poderosos denominados Espers. Aparentemente esses Deuses de arrependeram e acabaram por se trancar em 3 estátuas. Como os Deuses estavam “trancados” nas estátuas, a única fonte de magia restante eram os Espers e esses preferiram se isolar, em um “mundo próprio”, afinal como manda a tradição, tudo que é diferente costuma ser hostilizado. A magia então é meio que extinta e a vida corre. Eis que surge o Império do General Gestahl, e seus generais Kefka, Celes e Leo com o maligno propósito de ressuscitar a magia, usando os Espers para tal propósito. Deste ponto em diante, o que posso dizer é que traições aconteceram, personagens mudarão de lado e revelações serão feitas de modo a levar o jogador para um tsunami de emoções na qual cada coisinha do jogo, vai ganhando uma importância vital para o entendimento total do enredo.


Jogo bem adulto e muito à frente do seu tempo, FF VI é uma história incrível e que influenciou muitos outros jogos que vieram depois, e falando de influências, esse jogo é considerado por Raphael Draccon (famoso escritor de fantasia aqui no Brasil – autor de Dragões do Éter e Fios de Prata: reconstruindo Sandman) como “o jogo da sua vida”. Nem preciso dizer que é mais do que uma recomendação do autor desse blog, eu diria que é uma obrigação jogar esse jogo. Agora sobre qual versão jogar, eu só posso recomendar a versão que eu joguei (por sinal, joguei antes de escrever o post), ou seja, a versão chamada Final Fantasy Anthology para PS1. Realmente, depois de jogar FF VI, quase mudei minha lista TopFive. Porém vou mexer nela. Apenas acrescentar mais um jogo. Depois de conhecerem Kefka, não será qualquer vilão que vós deixareis impressionados. Vou ficando por aqui. Obrigado pela atenção e recadinhos da paróquia, quem puder me seguir pelo twitter e Facebook eu agradeço, para sempre estar recebendo atualizações sobre os posts. E vou deixar o link da Saraiva para os livros do grande Raphael Draccon. Recomendo fortemente seus livros (que por sinal já li!) e espero escrever sobre eles em breve aqui no blog. Deixo também links dos vídeos de FF VI, para algumas versões. Abraços.


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Final Fantasy IV: The Complete Collection!

Come to the Dark Side!!
Ou não. E aqui estou mais uma vez para escrver um pouco sobre a minha franquia favorite novamente. Dessa vez o jogo em questão está na minha top 5, que por sinal publiquei ontem; Final Fantasy IV, o segundo lugar da minha lista de 5 jogos. Agora o que tem de tão especial nesse jogo? Afinal não sou o único a dizer que FF IV está entre os preferidos da maioria dos gamers. Qual o motivo de tanta paixão? Começa pela trilha sonora, que é na minha humilde opinião, a mais bela trilha de todos os jogos da franquia. E a historia cativante, que faz jus ao termo fantasy. Foi publicado para SNES em 1991 pela Square, a atual Square-Enix, sendo um grande sucesso, como qualquer jogo dessa franquia. Curiosamente, nos EUA esse jogo recebeu o título de FF II. Acontece que, por lá o jogo Final Fantasy já havia sido lançado, só que FF II e FF III só foram lançados no Japão. Daí quando FF IV chegou para os EUA, ele se chamava FF II. Não tive a oportunidade de jogar essa versão do SNES. Se nos EUA era difícil, imagine para cá!
Ainda bem que posteriormente este jogo saiu para várias plataformas (SNES, GBA, PSX, PSP e NDS). A versão do GBA eu cheguei a jogar, mas não pude terminar o jogo. Meu contato real com esse clássico, se deu pelo meu PSP, que como já disse várias vezes, é um dos meus consoles favoritos de todos os tempos, por contada sua portabilidade. Primeiro joguei com emuladores, depois com a belíssima versão Final Fantasy IV: The Complete Collection, por sinal é dessa versão que estou falando, pois foi essa a versão que eu terminei. Alias, não é apenas um jogo que essa versão possui, são 3 jogos no total: FF IV After Years (se passa depois do que vimos em FF IV) e FF Interlude (a aventura se passa entre esses dois jogos). Não podemos esquecer da música e dos gráficos melhorados. Realmente é um presente para fã. Nada mais justo para um jogo que é considerado pela mídia especializada, o primeiro RPG eletrônico a trazer uma trama mais complexa, com uma dramaticidade nunca vista até o momento em videogames; foi nesse jogo também que o Active Battle System foi inaugurado na franquia.
Vamos a história, sem spoilers. O mundo em questão é o Blue Planet, que para efeito de conversa vamos deixar assim mesmo. Temos basicamente a galera da superfície (humanos) e a galera do submundo (Dwarves). Existe também uma lua artificial onde vivem os Lunarians; eles criaram essa lua e por lá ficaram, “descansando” até o momento que acharem conveniente coexistir com os humanos. No jogo identificamos lumarians pela marca de lua na testa. Temos um total de 12 personagens que podem ser controlados, entretanto apenas 5 podem ser usados por equipe, que por sinal muda no decorrer do jogo. Nosso principal personagem é Cecil Harvey, um Cavaleiro Negro e é também capitão das Red Wings (uma espécie de Zeppelin bélico, muito maneiro), as Red Wings são a força de elite do reino de Baron. Um grande herói não é ninguém sem um grande par romântico e aqui eu falo sobre Rosa Farrell, por quem Cecil se apaixona perdidamente. Isso pode parecer forçado, mas o papel de Rosa está em dramatizar e operar a mudança de Cecil (não vou dizer qual mudança... joguem o jogo!).
Tsunami!
Tudo começa quando as Red Wings atacam a cidade de Mysidia, para roubar o Cristal da Água. E ali também começa o drama de Cecil que não vê a utilidade de tanta destruição e questiona suas ordens. Acaba por ser destituído de seu posto de capitão das Red Wings. Como punição, recebe a missão de levar um pacote para o vilarejo de Mist. Coisas terríveis saem do tal pacote e o vilarejo inteiro é destruído. A única sobrevivente, Rydia, invoca um poderoso terremoto que separa Kain (que havia ido com Cecil para lá) e Cecil. Este por sua vez resgata Rydia e acaba por se envolver na sua jornada de vingança, quando a defende de soldados enviados para prender-la. E assim começa a jornada de Cecil que, não é apenas por amor ou por justiça, para ele é uma forma de redenção. E muita coisa vai acontecer daí por diante, Rosa que havia seguido Cecil, encontra-se doente e uma das missões é justamente salvar-la, novos personagens são apresentados, algumas reviravoltas (bota algumas nisso...), enfim é uma baita jornada do herói, como diria EduardoSporh (leia A Batalha do Apocalipse). Com final digno dos grandes filmes de aventura fantástica, que já não se vê mais!
Como eu já disse antes, o jogo desse post é o Complete Collection, então não posso deixar de falar um pouco sobre After Years e Interlude. Em Interlude, Cecil é o principal personagem e a trama começa com um sonho que Cecil teve, sobre uma das câmaras de cristal e uma voz dizendo que “sei lá o que finalmente tem nova forma”. E então a história se desenvolve em cima do mistério por trás da “voz”. Já em After Years, o máximo que posso dizer é que se passa depois dos acontecimentos de FF IV e que o personagem principal é Ceodore, que tem um grau de parentesco com Cecil, só não vou dizer qual. Trata-se de uma nova aventura, com participações de alguns personagens do jogo original. Não têm como eu dizer mais que isso sem dar spoilers sobre FF IV.
Resumo da Ópera, é um baita jogo; entra para a lista daqueles jogos que todo gamer tem que jogar. Questão básica agora... vamos dizer que, você vai jogar FF IV e não sabe em qual plataforma dar preferência. Meu conselho é que jogue a versão do PSP, que de longe é a melhor e mais completa. Caso pense em emuladores, jogue a do PSX ou do GBA. Não gostei muito da versão do NDS, que é idealizada em 3D, apesar de ter seu valor. Por fim, divirtam-se com um jogo que tem um enredo muito bom e foi feito para agradar aqueles que, como eu, amam o gênero fantasy. Vou ficando por aqui. Não se esqueçam de clicar nos links do twitter e Facebook, obrigado pela atenção. Abraços.

Gameplay abaixo, só para dar um gosto:





terça-feira, 5 de novembro de 2013

The Legend of Zelda: Ocarina of Time


Time is on my side. Yes it is!
Muito bem amigos, depois de muitos e muitos pedidos, finalmente chegou a vez do jogo que é considerado por grande parte das pessoas (gamers) e pela mídia especializada, como o melhor jogo de todos os tempos; estou falando de Zelda, Ocarina of Time. Antes de começar o post por assim dizer, gostaria de dizer que amo Ocarina of Time, mas este não é o meu jogo predileto. Sei que a história é boa demais, sei que a jogabilidade é espetacular, entretanto continuo dizendo que meu jogo predileto é Chrono Trigger. Não está em questão o quanto um jogo é bom ou ruim, e não está em questão a habilidade dos desenvolvedores ou algo do tipo. Quando elegemos um jogo para ser o nosso predileto, o que devemos levar em conta é a experiência que temos com o jogo; a história que você tem com aquele jogo. Infelizmente, nunca tive um N64, e quem sabe é esse o motivo para Ocarina of Time não estar em primeiro lugar na minha lista de melhores jogos. Isso não significa que eu não goste do jogo e não significa que não esteja “na minha lista”. Simplesmente não está em primeiro lugar.
Respondendo a pergunta antes que ela seja feita, este é meu top 5 (e repare que Ocarina of Time está presente!):
                1º Lugar: Chrono Trigger (SNES, PSX, PSP)
                2º Lugar: Final Fantasy IV (SNES, PSP) obs: post em breve!
                3º Lugar: Final Fantasy VII (PSX)
                4º Lugar: The Legend of Zelda Ocarina of Time (N64, Game Cube, 3DS)
                5º Lugar: Shining Force II (Mega Drive)
Vamos ao ponto. Este jogo foi desenvolvido pela Nintendo e foi publicado em 1998. A plataforma foi o saudoso N64, que foi o sonho de consumo de muita gente da minha idade. Foi o primeiro Zelda a ser totalmente 3D, e quando eu digo 3D, me refiro a movimentação em si. Reza a lenda que o jogo vendeu mais de 8 milhões de cópias e segundo a pequena pesquisa que eu fiz, 5 milhões de unidades foram vendidas apenas nos 5 primeiros meses. Se isso não é sucesso eu não sei o que é! Infelizmente não aproveitei o jogo como deveria ser aproveitado. Como já disse, não tive um N64, apesar de conhecer pessoas que o tiveram. Na casa dessas pessoas, tive meu primeiro contato com o jogo, e de cara achei bem difícil. Não era o que eu esperava (eu já conhecia a franquia; já tinha jogado The Legend of Zelda: A Link To the Past no GBA de amigos e achei demais. Ocarina of Time é bem mais difícil!). Como não podia levar o console do amigo para casa, nesta época não o zerei. Muito tempo depois, através de emuladores, pude finalmente terminar o jogo e matar minha curiosidade.
Sobre a história, sem spoilers, é mais ou menos isso: Link é um Kokiri, uma espécie de “elfo” que vive em Kokiri Forest. Ele é um guardião da floresta, e quando atingem uma determinada idade, recebem uma fada guia da famosa Deku Tree. Detalhe: Link era o único que ainda não possuía uma fada guia. Quando a fada Navi o chama para a presença da Deku Tree, esta diz a Link que está amaldiçoada. Um homem de armadura negra era o culpado por isso e queria a ajuda de Link. Ao entrar na árvore, Link se vê em batalha com um tipo de aranha chamada Gohma. Ele vence o bicho só que não consegue salvar a árvore. Antes da árvore morrer, Link escuta uma história de como o mundo foi feito, sobre as 3 Deusas e a Triforce, além de receber a esmerald kokiri, que seria a pedra espiritual da floresta. Ele também recebe a missão de encontrar a princesa Zelda. E lá vai nosso herói atrás de sua princesa, entretanto antes de sair da floresta propriamente dita, recebe uma ocarina de Saria, como prova de amizade eterna. Ao encontrar Zelda, descobre que um sujeito chamado Ganondorf quer a Triforce para si. Afinal, de posse desse artefato, pode literalmente comandar o mundo para o bem ou para o mal.
Claro que nosso herói não poderia deixar tal coisa acontecer. Acontece que para entrar onde a Triforce se encontra, é necessário ter as 3 pedras espirituais. Link já tem uma e sai a procura das outras. E um pouco antes de sair do castelo, Impa uma criada da princesa lhe ensina a canção de Zelda (Zelda Lullaby). Daí por diante se eu contar seria muita maldade de minha parte, pois o grande boom da aventura em si, é a busca. Os desafios que Link precisa enfrentar e acredite, cada “chefão” tem um macete específico. Não é tão fácil terminar esse jogo. Quando você acha que é só encontrar as 3 pedras, você se depara com uma grande reviravolta na história e assim novas buscas precisam ser feitas, sábios precisam ser acordados, não podemos esquecer a Espada (marca registrada da série), é história que não acaba mais; e vale a pena pois o final é absolutamente DEMAIS.
Para quem procura um jogo que, em certos momentos, vicia; este é o mais indicado! História nota máxima, gráficos maravilhosos (em todas as plataformas), trilha sonora que fica na cabeça, The Legend of Zelda Ocarina of Time é um jogo obrigatório para qualquer gamer se ouse assim se denominar! Agora, em relação a plataforma a escolher, eu escolheria o N64 (mesmo que seja no emulador), para dar aquele clima de jogo clássico. Porém, quem puder jogas no 3DS ou no Nintendo Wii ou mesmo no Game Cube, vale do mesmo jeito. Dessas plataformas todas, só tive contato com a versão N64, contudo assisti vídeos do jogo em outras plataformas e fiquei impressionado do mesmo jeito. Quem puder jogue. Deixarei uns links de vídeos aqui no final do post para a galera ter uma idéia! Vou ficando por aqui. Agradeço a atenção, peço que quem puder me siga no Twitter e Facebook para saber quando outros posts virão. Abraços.



Quem puder assine o canal do vídeo abaixo. Muitas risadas garantidas!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Super Metroid...ou simplesmente: I Love Samus!



O que faz um jogo ser um clássico??
Novamente, atendendo a pedidos, volto a falar dos bons e velhos clássicos do SNES, que para muitos nerds é considerado o melhor console de todos os tempos. E dessa vez, o jogo escolhido foi um que eu joguei muito, praticamente até a exaustão. Não é apenas um jogo difícil, é também um jogo de raciocínio, quase como um puzzle de ação. Estou falando de Super Metriod, que na longínqua década de 90 (mais precisamente em 1994) era considerado o sonho de consumo de todos que tinham um SNES. Claro que não era para qualquer um ter esse cartucho; afinal, naquele época os videogames eram muito caros (não que hoje eles sejam muito mais baratos...), e eu era como a maioria dos meus amigos, dependente dos pais. Convencer um pai a gastar dinheiro com videogame, a 20 e poucos anos atrás, era bem difícil. Então para poder jogar, no alugávamos os cartuchos e passávamos boa parte do tempo tentando zerar (terminar) o jogo, antes que o prazo do aluguel do cartucho terminasse. E tem mais, SNES não tinha cartão de memória. Portanto se você não conseguisse terminar o jogo, o seu save, que ficava no cartucho quando era devolvido para a loja, pode ter certeza que seria apagado, entendeu? Mesmo que posteriormente você alugasse o cartucho de novo, teria que começar tudo de novo.
Para piorar a situação, era uma época que não tínhamos as facilidades da internet. Hoje em dia não é a coisa mais difícil terminar um jogo; quem tem preguiça de ficar tentando a sorte, procura na web por um detonado e a mágica está feita. Antigamente não era assim, não! Para terminar um jogo, às vezes montávamos uma força tarefa, com 3 amigos ou mais se revezando no joystick e um único objetivo, vencer o jogo. Lembro que com esse jogo, eu e mais outros 2 amigos (Sapo e Zé Roberto), virávamos noite com a droga daqueles puzzles e labirintos. Mas terminamos e acreditem, até hoje a memória desse jogo está gravada na minha memória. Quando decidi escrever esse post, fui jogar novamente, para criar um ambiente na minha cabeça. O jogo fluiu de tal forma, que por um momento quase tive a impressão que o jogo não era tão difícil assim. Na verdade o que estava acontecendo é que, eu joguei aquelas fases de Super Metroid tantas vezes, que elas simplesmente ficaram gravadas em brasa no cérebro. Portanto, não é que o jogo seja fácil; ele ficou fácil para mim depois de todas as horas e tentativas intermináveis de zerar o dito cujo. Aparentemente eu não esqueci.
Sobre a história por trás do jogo, aí a parada muda de figura. Acontece que, naquela época nós só nos importávamos com a história, quando era um RPG, visto que a história fluía por nossa causa. Nós íamos conhecendo a história do jogo a partir do momento que o jogo ia fluindo. Alguns jogos, como Super Metroid, não trazia um enredo sendo contado no decorrer do jogo. Para se saber melhor da história, era preciso ter a caixa e o jogo original, com os manuais e um explicação do que estava acontecendo. Só fui saber mesmo da história por trás desse jogo, muito tempo depois pela internet, ou melhor, por aquele arremedo de internet que existia lá pela década de 90. Quem viveu aquele tempo terrível das conexões discadas, o nosso telefone ficava ocupado, era tudo muito lento, etc. Todavia haviam vantagens. Podíamos procurar certas coisas (informações, por exemplo...) que de outra forma não seria tão fácil conseguir. E assim finalmente conheci a história por trás do jogo.
Vamos à história: Nossa personagem principal chama-se Samus e como eu já disse no início do post, eu sou apaixonado por ela (eu e todo mundo da minha época...). É uma história bem futurista, onde a humanidade finalmente conquistou o espaço e partiu para colonização de outros planetas. Claro que era inevitável encontrar raças que não fossem muito amigáveis e foi exatamente o que aconteceu. E esse encontro veio por trazer muitos problemas para a Federação Galáctica. Os chamados “Piratas Espaciais” eram um grande problema, então uma equipe foi montada para resolver esse problema de forma definitiva e diretamente no planeta dos bichos. Algo deu errado (como sempre...). Para piorar, esses seres roubaram o último ovo chocado de uma larva Metroid. Samus tem que trazer o “filhote” de Metroid (filhote é ótimo, mas eu prefiro filhote à larva recém chocada...) de volta. Como isso acaba? Jogue e descubra, eu me matei tanto nesse jogo no passado, que me dói contar o final de forma tão fácil. É isso amigos, vou ficando por aqui. Obrigado pela atenção. Curtam o vídeo de gameplay abaixo. Abraços. 
 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Rock & Roll Racing... o melhor jogo de corrida de todos os tempos!


Quem não gosta de Rock?? Let The Carnage Begin!!!
Existem muitos que não gostam desse gênero musical, assim como alguns de nós não temos neurônios danificados o suficiente para gostar de coisas como Calipso e/ou Sertanejo. Falar sobre música é sempre complicado, ainda mais quando estamos no Brasil, a terra de todos os ritmos. Aqui, dependendo do Estado que você se encontra, é bem comum existirem uma infinidade de estilos musicais, alguns de ordem cultural e outros que sabe- se como apareceu. Mas uma coisa é certa, o brasileiro gosta de som e gosta de música, ainda que o gosto musical de muitos seja um tanto quanto duvidoso. Então não é nenhum mistério o fato de nós, brasileiros gamers, termos uma atenção especial pela trilha sonora dos jogos. Como vivemos em um país muito musical, é praticamente impossível não notarmos quando u trilha de um jogo não é boa. Na verdade, existem pesquisas que mostram que o brasileiro adora trilhas sonoras, seja de filmes, novelas, seriados e games (sim, por incrível que pareça!). Neste ponto, chego à questão máster: quem nunca fez alguma coisa com trilha sonora escolhida a dedo? Tem pessoas que estudam com música, outros preferem trabalhar com música e existem aqueles que jogam com música. Agora imagina quando o jogo tem trilha tão boa, que você simplesmente se pega cantando a mesma, ainda quando não está jogando! 
Em Rock & Roll Racing, você tem uma trilha sonora que não é original, por outro lado é um lista de composições de verdadeiros clássicos do Rock e quando eu digo clássicos, estou falando de pérolas de bandas como Deep Purple e Black Sabbath. Imaginem a felicidade de quem conhece as músicas ao jogar o jogo. Agora pense que, este jogo é antigo, foi idealizado para a geração 16 bits. Ouvir Paranoid, clássico do Black Sabbath, no meu videogame é simplesmente impagável. Nem preciso dizer que o jogo foi um sucesso absoluto. Lançado em 1993 (nos bons e velhos tempos da “Guerra entre consoles”), esse jogo foi produzida por uma lenda chamada Blizzard Entertainmant e publicada pela Interplay. Essa parceria já era velha conhecida, afinal outro clássico desse tempo também era fruto dessas duas empresas. Estou falando de The Lost Vikings, um jogo muito original, com trilha sonora animal e que é uma lenda entre os gamers até hoje. Em Rock & Roll Racing não podia ser diferente; apesar de, este jogo ser de outro gênero. TheLost Vikings era um puzzle, ao passo que Rock & Roll Racing é de corrida. 
Sobre a jogabilidade do jogo, é muito boa e os comandos eram muito bons. Não era apenas correr e vencer. Você podia trocar de carro, customizar o carro, adicionar elementos que melhoravam a performance ou que deixavam o carro mais resistente. E não podemos esquecer do sistema de batalhas, pois os outros carros não estavam apenas tentando vencer, a intenção dos carros era te explodir. Lasers, mísseis, óleo no chão, tachinhas, tudo era permitido e graças a isso o jogo se tornava mais divertido e mais emocionante. As frases marcantes jogo era demais também. Até hoje quando escuto Highway Star, do Deep Purple, confesso que minha mente automaticamente associa a música as frases: Is About To Blow; The Stage Is Set, The Green Flag Drops; Scores In First Place, Is Knockout. Como eu disse, são os bons e velhos tempos.  
Esse jogo saiu para várias plataformas, e na plataforma Mega Drive tinha uma música a mais. Era uma música chamada Radar Love, by Golden Earring. Naquele tempo, quando eu e alguns amigos descobrimos isso, fomos atrás de alguém que tivesse um Mega Drive e possuísse o jogo, afinal queríamos conhecer todas as músicas e infelizmente, no nosso grupo só tinha SNES. Não conseguimos, pois todos os colegas que nós tínhamos e que eram portadores de um Mega Drive, infelizmente não tinham esse cartucho específico. Outros tempos. Naquela época não era tão fácil ter acesso aos jogos. Finalmente, conseguimos jogar o jogo e conhecer a tal música, quando fomos apresentados aquelas casas que alugavam videogames por hora. Ali, tivemos contatos com muitos jogos que não tínhamos dinheiro para comprar ou simplesmente não achávamos onde comprar. Eu e meus amigos fomos apresentados a vários clássicos da Era 16 bits (como o maravilhoso Top Gear, F-Zero, Donkey Kong, entre outros...) nesses lugares. 

Esse post foi bem nostálgico e é totalmente datado. Antigamente, acho que havia um maior esmero para com os jogos. Apesar da tecnologia não ser o que temos hoje, vários clássicos foram produzidos e são divertidos de se jogar até hoje. É até engraçado quando eu penso que, naquele tempo eu gastava todo o dinheiro de mesada que eu recebia, nas casas de jogos e que para conseguir 1 jogo, era uma tarefa quase que hercúlea. Quando lembro dos meses que passei, junto com os meus amigos, procurando uma casa de jogos que alugasse ou tivesse um único jogo específico e vejo que hoje, eu tenho uma biblioteca gigante de SNES e Mega Drive no meu PSP, além de ter um monte de jogos do GBA no meu Smartphone (incluindo The Lost Vikings e Rock & Roll Racing), quase tenho pena dessa geração. Tudo para eles parece ser mais fácil, pelo menos no quesito games. Em outros coisas, como vestibular por exemplo, a concorrência não era tão absurdamente grande como hoje. Não se pode ter tudo! Vou ficando por aqui. Agradeço a atenção. Abraços.


PS: Lista de músicas do jogo e alguns videos para matar a saudade!

          *Black Sabbath: Paranoid

          *Henry Mancini: Peter Gunn Theme

          *George Thorogood and the Destroyers: Bad To The Bone

          *Steppenwolf: Born To Be Wild

          *Deep Purple: Highway Star

          *Golden Earring: Radar Love (essa música apenas na versão Mega Drive)