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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Final Fantasy VI... jogo denso (para dizer o mínimo)!


Que assunto é tabu, em um jogo de videogame??


Aparentemente para os japoneses, poucas coisas podem ser consideradas tabus. E aqui estou eu com mais um jogo da minha franquia predileta e dessa vez, estou trazendo um jogo que é considerado por muitos especialistas em videogame, como o melhor jogo da franquia Final Fantasy. Eu, como já disse muitas vezes, tenho uma lista dos meus jogos prediletos e acho que todo gamer deve ter também (clique aqui, para ver meu top Five). Esse jogo não apareceu na minha lista pura e simplesmente pelo motivo mais óbvio possível: não pude jogar-lo na época que era para ter jogado. Quando conheci FF VI, já foi no PSP, rodando o game para o PSX. Acredito que os jogos prediletos, sejam aqueles que o jogador se conecte com a história e principalmente, tenha muitas memórias dela. Esse é o meu caso com Chrono Trigger e FF VII. São jogos pelos quais eu me apaixonei e que marcaram minha vida, de certa forma. Não significa que eu não reconheça que a história de FF VI seja muito mais elaborada que a de FF VII, afinal assuntos como gravidez na adolescência e suicídio, não são exatamente coisas comuns em games (imagina naquela época?).


Falando sobre época, esse jogo saiu originalmente para plataforma SNES e no Japão era chamado Fina Fantasy VI. No ocidente, esse jogo recebeu o nome de Final Fantasy III, por conta daquela velha história que todo gamer já sabe, mas vou dar fazer um resumo básico. O primeiro FF saiu no Japão e posteriormente para o ocidente; na plataforma NES, que veio a ser vendida nos EUA. Acontece que FF II e FF III saíram apenas para o Japão. Então quando FF IV saiu no Japão e veio a ser vendido aqui no ocidente, os malditos distribuidores dos EUA mudaram o nome para FF II (afinal até aquele momento, o segundo e o terceiro jogo da franquia nunca havia saído nas America/Europa). Como tudo que está mal pode piorar, o FF V saiu apenas no Japão. Então, quando FF VI foi lançado para Japão e EUA/Europa adivinha... se chamava FF VI (Japão) e FF III (EUA). Complicado leitor? Apenas mais um dia comum na vida dos gamers naqueles tempos. Depois de tantas caneladas (para não dizer coisa pior), quando FF VII foi lançado no Japão, no Ocidente continuou sendo FF VII. Os outros jogos, digamos, “perdidos” foram sendo lançados depois, para outras plataformas como GBA e Playstation (PSX).


Vamos ao jogo em questão. Final Fantasy VI é um jogo em formato RPG, de uma franquia que ficou famosa exatamente por esse gênero; lançado para SNES em 1994 e posteriormente para outras plataformas como GBA e o PS1. O jogo, como já disse antes, é considerado pela impressa especializada como o melhor da franquia e o melhor do gênero de todos os tempos. Não podemos deixar de mencionar que é um jogo que traz um certo grau de polêmica. Assuntos como suicídio, psicopatia, gravidez na adolescência, genocídios entre outras coisas, você verá nesse jogo. São 14 personagens jogáveis (o que até onde eu sei é um Recorde para FF) e foi o primeiro jogo da franquia que nos apresentou algo mais voltado para tecnologia. E já que eu falei de polêmica, reza a lenda que Kefka é o maior vilão de todos os tempos nos games. Meu vilão predileto é Sephiroth, não que isso signifique muita coisa; significa apenas que estou ligado sentimentalmente ao FF VII. Entretanto tenho que admitir que, depois de jogar FF VI, para efeito de conversa, Kefka realmente é muito mais sinistro.


Sobre a história, vamos ao básico e como sempre sem muitos spoilers. Mil anos antes do que vemos no jogo, Deuses denominados Magis travaram uma violenta guerra e como toda guerra tem conseqüências, essa guerra em questão acabou por transformar parte dos humanos em seres mágicos poderosos denominados Espers. Aparentemente esses Deuses de arrependeram e acabaram por se trancar em 3 estátuas. Como os Deuses estavam “trancados” nas estátuas, a única fonte de magia restante eram os Espers e esses preferiram se isolar, em um “mundo próprio”, afinal como manda a tradição, tudo que é diferente costuma ser hostilizado. A magia então é meio que extinta e a vida corre. Eis que surge o Império do General Gestahl, e seus generais Kefka, Celes e Leo com o maligno propósito de ressuscitar a magia, usando os Espers para tal propósito. Deste ponto em diante, o que posso dizer é que traições aconteceram, personagens mudarão de lado e revelações serão feitas de modo a levar o jogador para um tsunami de emoções na qual cada coisinha do jogo, vai ganhando uma importância vital para o entendimento total do enredo.


Jogo bem adulto e muito à frente do seu tempo, FF VI é uma história incrível e que influenciou muitos outros jogos que vieram depois, e falando de influências, esse jogo é considerado por Raphael Draccon (famoso escritor de fantasia aqui no Brasil – autor de Dragões do Éter e Fios de Prata: reconstruindo Sandman) como “o jogo da sua vida”. Nem preciso dizer que é mais do que uma recomendação do autor desse blog, eu diria que é uma obrigação jogar esse jogo. Agora sobre qual versão jogar, eu só posso recomendar a versão que eu joguei (por sinal, joguei antes de escrever o post), ou seja, a versão chamada Final Fantasy Anthology para PS1. Realmente, depois de jogar FF VI, quase mudei minha lista TopFive. Porém vou mexer nela. Apenas acrescentar mais um jogo. Depois de conhecerem Kefka, não será qualquer vilão que vós deixareis impressionados. Vou ficando por aqui. Obrigado pela atenção e recadinhos da paróquia, quem puder me seguir pelo twitter e Facebook eu agradeço, para sempre estar recebendo atualizações sobre os posts. E vou deixar o link da Saraiva para os livros do grande Raphael Draccon. Recomendo fortemente seus livros (que por sinal já li!) e espero escrever sobre eles em breve aqui no blog. Deixo também links dos vídeos de FF VI, para algumas versões. Abraços.


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Final Fantasy IV: The Complete Collection!

Come to the Dark Side!!
Ou não. E aqui estou mais uma vez para escrver um pouco sobre a minha franquia favorite novamente. Dessa vez o jogo em questão está na minha top 5, que por sinal publiquei ontem; Final Fantasy IV, o segundo lugar da minha lista de 5 jogos. Agora o que tem de tão especial nesse jogo? Afinal não sou o único a dizer que FF IV está entre os preferidos da maioria dos gamers. Qual o motivo de tanta paixão? Começa pela trilha sonora, que é na minha humilde opinião, a mais bela trilha de todos os jogos da franquia. E a historia cativante, que faz jus ao termo fantasy. Foi publicado para SNES em 1991 pela Square, a atual Square-Enix, sendo um grande sucesso, como qualquer jogo dessa franquia. Curiosamente, nos EUA esse jogo recebeu o título de FF II. Acontece que, por lá o jogo Final Fantasy já havia sido lançado, só que FF II e FF III só foram lançados no Japão. Daí quando FF IV chegou para os EUA, ele se chamava FF II. Não tive a oportunidade de jogar essa versão do SNES. Se nos EUA era difícil, imagine para cá!
Ainda bem que posteriormente este jogo saiu para várias plataformas (SNES, GBA, PSX, PSP e NDS). A versão do GBA eu cheguei a jogar, mas não pude terminar o jogo. Meu contato real com esse clássico, se deu pelo meu PSP, que como já disse várias vezes, é um dos meus consoles favoritos de todos os tempos, por contada sua portabilidade. Primeiro joguei com emuladores, depois com a belíssima versão Final Fantasy IV: The Complete Collection, por sinal é dessa versão que estou falando, pois foi essa a versão que eu terminei. Alias, não é apenas um jogo que essa versão possui, são 3 jogos no total: FF IV After Years (se passa depois do que vimos em FF IV) e FF Interlude (a aventura se passa entre esses dois jogos). Não podemos esquecer da música e dos gráficos melhorados. Realmente é um presente para fã. Nada mais justo para um jogo que é considerado pela mídia especializada, o primeiro RPG eletrônico a trazer uma trama mais complexa, com uma dramaticidade nunca vista até o momento em videogames; foi nesse jogo também que o Active Battle System foi inaugurado na franquia.
Vamos a história, sem spoilers. O mundo em questão é o Blue Planet, que para efeito de conversa vamos deixar assim mesmo. Temos basicamente a galera da superfície (humanos) e a galera do submundo (Dwarves). Existe também uma lua artificial onde vivem os Lunarians; eles criaram essa lua e por lá ficaram, “descansando” até o momento que acharem conveniente coexistir com os humanos. No jogo identificamos lumarians pela marca de lua na testa. Temos um total de 12 personagens que podem ser controlados, entretanto apenas 5 podem ser usados por equipe, que por sinal muda no decorrer do jogo. Nosso principal personagem é Cecil Harvey, um Cavaleiro Negro e é também capitão das Red Wings (uma espécie de Zeppelin bélico, muito maneiro), as Red Wings são a força de elite do reino de Baron. Um grande herói não é ninguém sem um grande par romântico e aqui eu falo sobre Rosa Farrell, por quem Cecil se apaixona perdidamente. Isso pode parecer forçado, mas o papel de Rosa está em dramatizar e operar a mudança de Cecil (não vou dizer qual mudança... joguem o jogo!).
Tsunami!
Tudo começa quando as Red Wings atacam a cidade de Mysidia, para roubar o Cristal da Água. E ali também começa o drama de Cecil que não vê a utilidade de tanta destruição e questiona suas ordens. Acaba por ser destituído de seu posto de capitão das Red Wings. Como punição, recebe a missão de levar um pacote para o vilarejo de Mist. Coisas terríveis saem do tal pacote e o vilarejo inteiro é destruído. A única sobrevivente, Rydia, invoca um poderoso terremoto que separa Kain (que havia ido com Cecil para lá) e Cecil. Este por sua vez resgata Rydia e acaba por se envolver na sua jornada de vingança, quando a defende de soldados enviados para prender-la. E assim começa a jornada de Cecil que, não é apenas por amor ou por justiça, para ele é uma forma de redenção. E muita coisa vai acontecer daí por diante, Rosa que havia seguido Cecil, encontra-se doente e uma das missões é justamente salvar-la, novos personagens são apresentados, algumas reviravoltas (bota algumas nisso...), enfim é uma baita jornada do herói, como diria EduardoSporh (leia A Batalha do Apocalipse). Com final digno dos grandes filmes de aventura fantástica, que já não se vê mais!
Como eu já disse antes, o jogo desse post é o Complete Collection, então não posso deixar de falar um pouco sobre After Years e Interlude. Em Interlude, Cecil é o principal personagem e a trama começa com um sonho que Cecil teve, sobre uma das câmaras de cristal e uma voz dizendo que “sei lá o que finalmente tem nova forma”. E então a história se desenvolve em cima do mistério por trás da “voz”. Já em After Years, o máximo que posso dizer é que se passa depois dos acontecimentos de FF IV e que o personagem principal é Ceodore, que tem um grau de parentesco com Cecil, só não vou dizer qual. Trata-se de uma nova aventura, com participações de alguns personagens do jogo original. Não têm como eu dizer mais que isso sem dar spoilers sobre FF IV.
Resumo da Ópera, é um baita jogo; entra para a lista daqueles jogos que todo gamer tem que jogar. Questão básica agora... vamos dizer que, você vai jogar FF IV e não sabe em qual plataforma dar preferência. Meu conselho é que jogue a versão do PSP, que de longe é a melhor e mais completa. Caso pense em emuladores, jogue a do PSX ou do GBA. Não gostei muito da versão do NDS, que é idealizada em 3D, apesar de ter seu valor. Por fim, divirtam-se com um jogo que tem um enredo muito bom e foi feito para agradar aqueles que, como eu, amam o gênero fantasy. Vou ficando por aqui. Não se esqueçam de clicar nos links do twitter e Facebook, obrigado pela atenção. Abraços.

Gameplay abaixo, só para dar um gosto:





quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Final Fantasy Tactics... o vício em forma de jogo!



Ganha a Guerra quem tiver a melhor tática!!
Pura verdade. Seja esta guerra real ou no videogame. E mais uma vez volto a escrever sobre a minha franquia predileta dos games: Final Fantasy. Entre as coisas que mais amo nessa franquia, é que literalmente, existe gosto para tudo. Quer dizer, se você procura um game com os gráficos lindos e de tirar o fôlego, você tem FF XIII. Caso seu interesse é um game com uma história que te prenda do início ao fim, você tem FF VII. Quer romance e uma história simples, porém marcante, jogue FF VIII e se você quer a típica história medieval, com cavaleiros, dragões, reviravoltas, romance, o melhor da lista é FF IV (acredito que é o jogo com a trilha sonora mais marcante, pelo menos para mim!). Para todos os gostos e todos jogos muito bons. O que estava faltando era um jogo diferenciado, um jogo estratégico (palavra que deriva de estratégia, do grego Stratègós – vem da junção de “Stratos”<exército> e “Ago”<liderança>, do latim estrategie, etc). E assim nasce FF Tactics.
Originalmente produzido para o PS1, este jogo foi e é até hoje um grande sucesso. Lançado em 1997, o jogo tinha intenção de ser algo semelhante ao que já existia em Tactics Ogre (um belo jogão também). E foi um sucesso. Final Fantasy Tactics fez mais sucesso que Tactics Ogre e é considerado até hoje um dos melhores (senão o melhor...) jogo estratégico já feito para videogame. Eu concordo em gênero, número e grau, ainda mais quando o Jogo é altamente viciante. Sério, quem já jogou este jogo sabe do que estou falando. Na época do PS1, quem tinha esse jogo simplesmente não conseguia para de jogar. O sistema de classes e como nós conseguíamos evoluir o personagem era muito dez. Até hoje, quem joga se diverte muito. 
Sobre a história, vou dar uma sinopse sem spoilers (marca registrada desse blog): Tudo gira em torno da Lion War, que por sinal é uma sucessão da War of Roses. O Rei Omdoria morre e não deixa um herdeiro coroado, coisa muito clássica em histórias medievais e sempre dá problemas. Temos portanto duas pessoas que poderiam assumir o trono. De um lado temos o Príncipe Larg e do outro temos o Príncipe Goltana e obviamente se tornam rivais, pois cada um deles tem um favorito para o trono. Larg quer Ovelia, filha adotiva do Rei. Goltana quer Orinas, o caçula do Rei. Cada um procura apoio da maneira que pode. Larg tem o apoio dos cavaleiros, além da família Real e Goltana de alguns Nobres e membros do Senado. 
Neste ponto o jogo começa e finalmente conhecemos Ramza Beoulve, o herói do jogo. Ele e seu amigo Delita não sabem, mas em breve terão de fazer escolhas que os levaram por caminhos sem volta. Esse jogo tem uma história que é muito épica. Não tem como você não se envolver durante o desenrolar do enredo, que por sinal tem muitas reviravoltas e muitas surpresas (que nem sempre são boas, acreditem!). O diferencial desse jogo é que muitos personagens são carismáticos e é impossível não ter simpatia por eles. Galfarion e Algus por exemplo, entre outros que vira e mexe aparecem pela trama. Muitos segredos, como por exemplo o papel das pedras do Zodíaco na Guerra, são alguns pontos que fazem valer a pena ler cada diálogo e prestar atenção em cada cena.
Compreendem o que quero dizer com vício? Mestre em tudo...hehehe
Realmente esse jogo é demais. Sobre a jogabilidade, vou dar destaque aos sistemas de Jobs que os personagens podem evoluir. São muitos e de acordo com a evolução de seu personagem, você pode “mudar” de profissão. Quer dizer, você pode escolher ser um Monk ou um Knight ou um Sorcerer, enfim esse sistema é muito maneiro, pois dá uma liberdade de personalização do personagem que torna o jogo um vício. As horas que a gente perde, entrando em batalhas aleatórias apenas para evoluir aquele personagem, para mudar sua profissão. Fora o fato das vantagens e desvantagens de se ter uma equipe com Jobs diferenciados. Bons tempos. Vou ficando por aqui galera. Essa recomendação de jogo é classe obrigatória. Qualquer gamer que se preze não pode deixar de jogar FF T. Meu vício nesse jogo é tão grande, que eu tenho as duas versões. A versão original, para PS1 que foi a primeira que zerei e tenho a versão do PSP, que zerei também. A do PSP é melhor, só para constar. Obrigado pela atenção. Abraços.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Final Fantasy XII...quando tudo mudou!

 Quando as coisas começaram a mudar em Final Fantasy??

Eu já escrevi um post sobre Final Fantasy X, que para muitos foi um dos melhores senão o melhor. Eu, como já disse antes, continuo firme e forte com o FFVII e o FFVIII. Sei que os gráficos de FFX são melhores e tal, porém gostei mais da história e não podemos nos esquecer do fator nostalgia. De qualquer forma, um Final Fantasy sempre é um jogo de respeito e sou um dos que pode se gabar de ter jogado praticamente todos os jogos da série (com exceção das versões para Nintendo DS, essas não joguei ainda... mas por outro lado, as versões para GBA, tenho no PSP e no Smartphone). Com FFXII não foi diferente. É um jogo com gráficos lindos, tão bonitos que nem parece que foram desenvolvidos para PS2. A inovação sempre foi a marca registrada da franquia e neste jogo não podia diferente.


Criado em 2006, esse jogo veio para ser o início de um novo tempo na franquia. Para começo de conversa, o sistema de batalha por turnos deixou de ser usado. Foi umas das coisas que mais me chocaram na época, quer dizer: “Como assim?” Para quem passou anos e anos com o mesmo sistema, que era a marca registrada de todo RPG, ou pelo menos, todo jogo que tinha a proposta de ser um RPG, a mudança causou um certo espanto. Entretanto o sistema não é tão ruim assim, apesar de minha preferência ser pelo bom e velho sistema de turnos. Aqui em FFXII, temos o controle do personagem em 3ª pessoa, onde podemos inclusive ter uma visão de 360° do ambiente. Os combates por outro lado, são um caso a parte. Agora as batalhas são em tempo real, com a utilizações de linhas azuis (que demonstram nossa intenção) e linhas vermelhas (que demonstram a intenção de ataque dos inimigos). Parece meio complicado, mas garanto que não é. Na verdade, é bem fácil de se acostumar no decorrer o jogo.


Sobre a história, com o sempre sem dar spoilers, é bem bacana também. Não é aquela coisa épica que vimos em FFVII, nem o clima de ação de FFX. Aqui temos uma história redonda e bem contada com personagens cativantes, além de uma dublagem excelente. Nosso personagem principal, chama-se Vaan, que é um garoto de 17 anos (idade predileta de personagens de jogos eletrônicos japoneses...), que perdeu os pais com 12 anos e seu único irmão, foi assassinado em uma guerra. Ele então se vê em situações perigosas e é obrigado a tomar partido de conflitos que ocorrem nesse mundo fictício de Ivalice. Na verdade, podemos dizer que vai haver reviravoltas, o que também é marca registrada da franquia. No caso dessa história em particular, os fatores políticos envolvidos tornam o jogo imprevisível de certa forma. 


Por fim amigos, é um bom jogo apesar dos pesares. Entre os pontos fortes, com certeza tenho que dar ênfase aos gráficos que são incríveis e com certeza, utilizaram toda a potência gráfica do PS2 ou então chegaram muuuuuuuuito perto disso. O áudio também é um espetáculo, boas músicas sempre são parte do show de um Final Fantasy, destaque para “Kiss me goodbye”. Sobre a receptividade de FFXII, podemos dizer que foi boa. Não tão boa quanto FFX por exemplo, contudo com bons números. FFXII está no quarto lugar, entre os jogos mais vendidos da franquia e segundo a Sony, o décimo jogo mais vendido para o console. Foi muito bem nas críticas também. A toda poderosa Famitsu, concedeu nota máxima para o jogo. Segundo dados oficiais, FFXII foi o sexto jogo a receber nota máxima e o primeiro jogo do PS2 a ter a famigerada 40/40. Como eu disse é um jogo espetacular, para dizer o mínimo. Recomendo de olhos fechados. Que tiver a oportunidade de ter um PS2, não pode deixar de jogar. Vou ficando por aqui. Obrigado pela atenção. Aproveitem os vídeos abaixo, para dar um gostinho do que é o jogo. Abraços.



segunda-feira, 1 de julho de 2013

Final Fantasy X, o primeiro para PS2!


Existem grandes títulos de RPG para o PS2??


Sim, existem. E este post é sobre um deles ou provavelmente o melhor deles. Finalmente chegamos ao Final Fantasy X, o primeiro para PS2 e considerado por muito, um dos melhores de toda a franquia. Lançado no dia 31 de janeiro de 2002, esse jogo foi um sucesso retumbante. Além do fato de ser o primeiro título da franquia para a segunda geração do Playstation (PS2), marca a entrada das dublagens, o que deixou os diálogos muito mais realistas. No mundo fictício chamado Spira, um grupo de aventureiros tem a missão de derrotar Sin, um monstro errante com poderes sobrenaturais e uma força descomunal. Bem clichê, mas nem por isso perde o chame. “Não importa o destino e sim o caminho”, não é esse o lema dos aventureiros?


Esse mundo, Spira, é bem diferente dos outros mundos apresentados nos outros jogos da franquia. É formado basicamente de 3 continente e esses 3 continentes possuem particularidades, como clima, espécies de animais e grupos étnicos. A maioria é humana, entretanto podemos dizer que alguns são mais humanos que outros. Por exemplo, os Al Bhed, que além da grande vantagem tecnologia, possuem indivíduos com olhos verdes, quase que predominantemente. Os Guado, que são um pouquinho menos humanos, possuem dedos mais longos e entre suas características mais marcantes, está a habilidade de conjuração. Magia e tecnologia na medida certa. Não podemos esquecer da enorme quantidade de monstros e outros seres que encontramos pelo caminho. Como podem ver, em FF X a gama de criaturas está bem diversificada.


Nosso personagem principal é Tidus, que é uma espécie de “estrela do esporte” em Spira. Ele é jogador de Blitzball, do time Zanarkand Abes (nome ruim para um time né?). Durante uma partida, é sugado para o viria a ser 1000 anos no futuro. Por aí a história já me conquistou, visto que o meu RPG favorito de todos os tempos (Chrono Trigger), se passa totalmente dentro da temática “viagem no tempo”. Sem dar spoilers, posso dizer que essa trama é bem complexa e quando vocês forem jogar (...e eu espero que joguem, amigos!), prestem bastante atenção nos detalhes. Existem momentos de reviravoltas e quando isso acontecer, é importante que tenham as informações antes passadas no decorrer do jogo. Uma pequena dica para os navegantes: prestem bastante atenção sobre o que são os Fayths. Esse tipo de informação vai fazer toda a diferença para o entendimento do jogo.


Sobre os personagens, todos são muito bons e carismáticos. Tidus é um típico adolescente de 17 anos, estrela do esporte e com muita personalidade e bom humor. Coisa que não é muito usual da franquia, que prefere protagonistas mais sérios e compenetrados. Inevitavelmente, iremos comparar Tidus com o predileto de todos: Cloud de FF VII. A diferença entre os 2 é brutal, então meu conselho é nem tentem. Yuna, por outro lado, é a alma do jogo. Ela é filha do High Summoner Braska e é o personagem mais surpreendente do jogo. Ela que faz as invocações e é, por assim dizer, a “White mage” do grupo. Auron, como não podia deixar de ser, é a força bruta do grupo. Temos Wakka, um personagem equilibrado e com muito valor em batalha, além de Lulu, a mais pomposa entre os personagens. Apesar de ser a mais fraquinha no que diz respeito a força, é a maga do grupo. Um grupo de RPG sem mago, não é grupo!


Sobre a jogabilidade, novamente temos uma mudança do que vimos em FF IX. Ainda no bom e velho sistema de turnos, onde podemos controlar até 3 jogadores em batalha, e um sistema que nos permite trocar de personagens. É bem bonito e intuitivo. Não vou dizer que os limit breaks voltaram, vou dizer que eles mudaram de nome e se chamam agora Overdrives (WTF). Enfim, estão mais intuitivos e realmente fazem toda a diferença na batalha (pelo menos para mim!). A trilha sonora, como sempre, é magnífica. Engraçado como todo FF tem essa particularidade. O jogo às vezes não é bem o que esperamos (falando de FF XIII, que me decepcionou um pouco...), entretanto o visual e a trilha sonora é sempre incrível. Na minha humilde opinião, essa é a marca registrada mais comum em todos os FF. O cuidado com o “conjunto da obra”. Sempre que jogamos um FF, temos a impressão nítida que aquele jogo usou todos os recursos da plataforma. Reparem nos CGs desse jogo e vocês vão ver do que estou falando.



Com altas pontuações e recordes invejáveis, esse jogo é o terceiro mais vendido da franquia (o segundo lugar é FF VIII e o primeiro lugar só poderia ser FF VII) e é o oitavo jogo mais vendido para PS2. Com certeza uma obrigação para todo fã de RPGs eletrônicos. Na última conferência da Sony, aquela onde foi apresentado o PS4, que deu uma surra na sua concorrente Microsoft, foram anunciados alguns jogos e entre eles, um lançamento de FF X para o PSvita. Acho bastante válida essa tentativa de salvar o portátil que anda levando uma surra de todos os seus concorrentes, inclusive do seu irmão mais novo, o PSP. Bem amigos, vou ficando por aqui. Vou deixar um link de vídeos sobre o jogo, para quem não conhece conhecer e quem conhece, matar a saudade. Obrigado pela atenção. Abraços.




segunda-feira, 27 de maio de 2013

Final Fantasy IX...o último suspiro do PS1!


Dá para imaginar um protagonista de Final Fantasy com cauda??

Dá sim! Basta apenas você jogar Final Fantasy IX. Sejam bem vindos para mais um post sobre games e dessa vez sobre uma série que é a minha predileta. Como todos já devem saber, FF IX foi o último Final Fantasy para a plataforma PS1. Foi lançado em 07 de julho de 2000 no Japão e 16 de fevereiro de 2001 no ocidente. Teve bastante sucesso e segundo os sites especializados chegou a vender cerca de 5 milhões até 2003. Diferente do que vimos em FF VII e FF VIII, o nono jogo da série foi medieval fantasioso e teve uma mudança meio que radical no estilo de gráfico. Na verdade, segundo a lenda, Hironobu Sakaguchi (criador da série) tinha em mente uma homenagem aos fãs antigos de FF e fez de tudo para produzir um RPG mais no estilo clássico, popularizado por jogos como o próprio Final Fantasy, Dragon Quest, etc. Acabou por ser uma decisão mais do que acertada!


A CG inicial é um espetáculo e ali, temos uma das principais características da série, a inovação. Final Fantasy tem o talento absoluto de usar todo potencial que um hardwere pode oferecer e até hoje é impressionante. Sobre a história é mais ou menos isso: Está para acontecer uma festa grandiosa, para celebrar o aniversário da princesa Garnet Til Alexandros XVII. Esta festa, irá acontecer no castelo do reino de Alexandria, apena para a família real e alguns seletos convidados. Para celebrar a tal festa, ficou decidido pela apresentação de uma peça de teatro, que por sinal era a predileta do reino, uma tal de “I Want to be Your Canary” (WTF). Não consigo imaginar do que se trata uma peça de teatro com um nome desses (Eu quero ser seu canário), mas por outro lado, eu não moro em Alexandria...


Enfim, esta tal peça será encenada por um grupo de teatro chamado Tantalus, que na verdade não são atores e sim ladrões profissionais. E a intenção desse grupo é sequestrar a princesa. Agora dando apenas um pouquinho de spoiler, a ordem de sequestrar a princesa parte do Regente Cid, do estado maior de Lindblun, que é o mais porrada de Mist Continent. Acontece que, paralelo a esse “plano infalível”, a queridíssima princesa também está a fim de pegar o beco de lá. O plano dela é fugir enquanto todos estiverem desatentos, prestando atenção na peça de nome esquisito. Cid que interrogar a sobrinha sobre o que se passa por traz das movimentações com o exército Alexandrino. Ela por outro lado, quer falar com seu tio sobre acontecimentos recentes e daí começa a verdadeira aventura.


Aos moldes de um legítimo RPG medieval, esse jogo arrasa seja lá qual for o tempo que você decidir jogar. Recentemente, tive a ideia de jogar todos os Final Fantasy que tenho aqui, um por um e claro que comecei com os do PS1. Zerei novamente FF VII e FF VIII, para ter maiores informações para fazer o post, e agora chegou a vez de FF IX, que continua me surpreendendo até hoje. Os personagens são bem diferentes do que estamos acostumados. O principal é Zidane, um ladrão de 16 anos que é de uma raça de hominídeos com cauda (E antes que as piadas comecem, não! Ele não é uma Sayajin!). E claro que se envolverá romanticamente com Garnet, afinal ambos tem a mesma idade. A trilha sonora é ótima e, segundo o próprio  Nobuo Uematsu, é seu melhor trabalho para a série.



Quanto a jogabilidade, novamente temos algumas inovações. Podemos explorar bastante as cidades e conversar com os NPCs de modo a achar itens ou participar de mini games e quests diversas. No que diz respeito as batalhas, podemos jogar com até 4 personagens e o sistema é o ultra tradicional “ação por turnos”. Cada personagem possui habilidades específicas; alguns são invocadores outros usam magia negra e Zidane pode roubar itens e dinheiro. Uma coisa interessante é que, igual FF VI, podemos equipar até 5 itens por personagem. O resumo da ópera é que o jogo vale muito. Uma pequena observação: recentemente, uma missão nova foi descoberta, isso 13 anos depois do jogo ter sido feito. Foi postado na internet a tal missão, entretanto reza a lenda que é uma missão chata. Claro que vou lá conferir. Pois é amigos, vou ficando por aqui. Vou deixar alguns vídeos para você relembrarem, ou mesmo para os que não conhecem, poderem conhecer. Muito obrigado pela atenção. Abraços.

Para aqueles que quiserem saber sobre a tal peça de teatro com nome esquisito: "I Want to be Your Canary"...



Gameplay básico...

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Final Fantasy VIII: existe amor nos videogames!!!


                 
                        
Cansa jogar Final Fantasy??

Não amigos, definitivamente não. Esta é uma das franquias mais amadas de todos os tempos e eu, como bom gamer das antigas, também me rendo. Já disse em outras postagens que o RPG não é mais o mesmo nos videogames. Na verdade, RPG não é mais o mesmo em lugar nenhum. Como meus leitores já devem saber (aqueles que estão aqui pela primeira vez, digo agora), tenho uma grupo de RPG, e jogamos via Skype. Não é o ideal, apesar de servir para o propósito. Jogar RPG é sempre uma boa forma de interação com as pessoas, além de divertido, podemos interpretar, deixar a imaginação nos levar. Antigamente, os jogos de videogames tinham esse poder quase sobrenatural, de nos dar algo para sonhar ou quem sabe, nos entreter por horas. Quem perdeu horas na frente da tela, brigando com a própria limitação com o idioma inglês, se surpreendendo em cada fase ou obstáculo transpassado, deixou uma lágrima saudosista rolar pela face. Não se fazem mais jogos de RPG para videogames como antigamente.

  

Agora, deixando a tristeza da introdução e indo ao que interessa, vamos ao jogo. Diferente de seu antecessor, que foi um divisor de águas, neste temos um jogo mais claro e fácil e até meio “romântico”. FFVII era um jogo bem diferente, tanto pelo carisma dos personagens, como pela história em si, que é uma epopeia, por assim dizer. Não por nada que rendeu filmes e outros jogos, e dizem até as lendas, que ganhará um reboot. Em FFVIII, o que vemos é uma história bem costurada, com motivações elementares e por que não dizer, humanizada. Apesar de não ter tido o mesmo sucesso (entretanto rendeu mais de 50 milhões de dólares, nas 13 primeiras semanas de lançamento, record absoluto até hoje!!!), seus personagens são bons, e é neste jogo, uma das cenas mais bonitas que eu já vi em CGs de videogame, a cena da dança. Sim amigos, existe amor nos videogames. Essa abordagem foi uma coisa inédita na época e nunca tinha sido abordado até aquele momento, pelo menos não nos videogames.

 

Temos a história de Squall Leonheart, especialista em gunblade (uma arma maluca, que é uma mistura de revolver e espada, daí o nome sacaram? Gun+Blade...), que é aluno de uma escola que treina seus alunos, para enfrentarem as mais diversas situações. Como todo bom herói de videogame, Squall é uma cara meio tímido e “na dele”. É esforçado e tem como maior rival, uma cara chamado Seifer, outro especialista de gunblade. Ambos tem como maior vontade, se tornarem membros do grupo de elite chamado SEED. Como o reacionamento entre eles não é bom, e Squall de certa forma é o alvo do ódio de Seifer, este acaba por se unir a Edea, uma feiticeira que está sendo controlada por Ultimécia, a grande vilã do jogo. Neste meio tempo, Squall conhece Rinoa, líder dos Fore Ows e ambos acabam por se envolver romanticamente. Em resumo, eu poderia dizer que é um jogo bem “sessão da tarde”, com aventura, romance e muita ação. Não é a primeira vez que a série FF tenta isso. Em FFIV, foi o amor de Rosa que mudou o Dark Knight Cecil. Drama na medida certa.

   

A jogabilidade desse game foi completamente reconstruída e é bem diferente do que vemos em FFVII. Não existe mais a barra de MP e as magias passam a ser “capturadas” como itens. Os Limit Breaks mudaram também, deixando o jogo bem mais complicado em alguns momentos. Alias, fica a dica para os que gostam de evoluir o personagem no início, para não ter tanta dificuldade mais para frente no jogo. Isso funciona bem com vários jogos, mas aqui quanto mais poderoso você for, mais difícil se tornará o inimigo. Então quando for jogar, não se preocupe tanto assim em ficar forte. Aprendi esse da pior forma, acreditem!!!

  

A trilha sonora desse jogo é um espetáculo a parte. Este jogo, foi o primeiro a receber uma música tema cantada. Inclusive, no Japão, essa música tema foi lançada como single, como forma de divulgação do jogo e tal. É um dos prediletos por todos os viciados em músicas de games (including me of course!!!). O nome da música é Eyes on me e esse jogo também tem uma ópera em latin, Liberi Fatali que também é muito boa.

                        

Por fim, digo a todos você que são fãs de fantasy, não deixem de jogar FFVIII, pois é uma experiência que mostra bem o que é uma boa história, aliada de um bom sistema de jogos. RPGistas iram simplesmente amar, pois esse jogo traz um pouco da fantasia medieval, com uma pitada de futurismo. Muita gente pergunta, qual o motivo de eu sempre postar sobre jogos antigos. Como disse antes, esse tipo de jogo está se perdendo hoje em dia. Vemos hoje uma briga alucinada por muitos gráficos realistas e muito show, pirotecnia de pixels e não temos o mesmo cuidado com a história. Posto, para que outros saibam que um jogo é mais do que só gráfico, é história. Vou ficando por aqui. Deixo alguns links para quem quiser conhecer o jogo, e não é difícil jogar pelo computador. O que não falta são emuladores de PS1. Eu continuo jogando com o meu bom PSP. Obrigado pela atenção. Abraços.

Eyes On Me... Demais, eu sei!!!!


Liberi Fatali...OST. Opening Theme Final Fantasy VIII...e nossa querida Marta Suplicy diz que games não são cultura...chupa essa manga Martinha!!!!

Gameplay básico...

segunda-feira, 25 de março de 2013

Final Fantasy VII: Crisis Core

 

Como tudo começou??
Quando um jogo é tão icônico quanto Final Fantasy VII, inevitavelmente surgem questões que os fãs querem saber. E no caso de FF VII, além da história do herói, queremos saber um pouco mais sobre Sephiroth, de longe o personagem mais conhecido de todos os jogos da série e porque não dizer um dos maiores (...na minha opinião, o maior...) vilões de todos os tempos. Este jogo é um RPG, como seus antecessores, porém com uma mecânica diferente na jogabilidade. Saiu dia 13 de setembro de 2007, no Japão e 25 de março de 2008, para o Ocidente. Veio exclusivo para plataforma PSP, apesar de poder ser baixado digitalmente para o PS3 e PS Vita. O jogo se passa aproximadamente 7 anos antes dos acontecimentos vistos e FF VI, e é protagonizado por Zack, o ex mentor de Cloud. Basicamente, saberemos nesse jogo como Zack se tornou um Soldier 1st Class, conheceremos Angeal, ex mentor de Zack e portador da Buster Sword. Saberemos como a Buster Sword foi passada para Zack e posteriormente para Cloud, entre outras curiosidades.

                    
Sobre gráficos e trilha sonora, é desnecessário falar algo, visto que todos os jogos da série são perfeitos nesse sentido. Alias, um dos grandes pontos fortes desse jogo, foi que conseguiram usar de forma primorosa, todos os recursos do hardwere do PSP. As CGs estão tão bonitas que chegam a causar espanto em algumas horas. Na verdade, o jogo traz algo cinematográfico na forma que a história é contada, e isso é faz com que a experiência do jogador se torne quase íntima, no decorrer do jogo. Sou muito fã de FF e não é segredo para ninguém, e como já joguei literalmente todos os jogos da série, posso dizer que esse é um dos meus prediletos (não é o predileto, mas um dos prediletos!!!).

  
Tenho esse jogo para PSP, mas já joguei no PS3 também. A campanha é relativamente grande, apesar de não ser tão grande quanto a dos outros títulos da série. Sobre isso, quero dizer umas palavras: Em primeiro lugar, quero lembrar aos nerds que jogos custam caro. São caros para serem produzidos e mais caros ainda quando chegam as lojas (ainda mais se você mora no Brasil, a terra dos impostos...). Então se vocês são pessoas que jogam por paixão, então o melhor a se fazer é aproveitar o jogo, curtir o momento. Tem pessoas que gostam de se gabar, por terminarem um jogo o mais rápido possível. Eu não acho isso uma coisa válida, porque quem faz isso, não curte o jogo e tudo que ele pode proporcionar. Eu costumo demorar bastante para terminar um jogo, exatamente para poder aproveitar melhor a experiência que o jogo oferece. Ainda mais quando o jogo em questão é um RPG. Meu conselho aos nerds que me acompanham é, curtam o jogo. Explorem tudo que o cenário te mostrar, curta a trilha sonora, encante-se com os detalhes, mergulhe na história do jogo. Você pagou para ter essa experiência. Então faça valer seus direitos de consumidor. Em segundo, terminar um jogo com rapidez não te faz um jogador melhor. Certa vez, vi uma entrevista de um rapaz que terminou Chrono Trigger em 6 horas ou menos, ou algo do tipo. Então, o entrevistador colocou uma trilha sonora de fundo e continuou a entrevista. Lá pelas tantas, o entrevistador pergunta ao rapaz: “Reconhece essa trilha?” e o rapaz diz: “Não!” categoricamente. A trilha em questão era de Chrono Trigger. Especificamente “The Frog Theme”. Uma das melhores de todo o jogo. O entrevistador disse: “Que graça tem você terminar o jogo tão rápido, se não consegue reconhecer uma das melhores músicas que o game tem?” Acho que é por aí amigos nerds. Tenho um primo que é produtor de trilhas sonoras para games, e com toda certeza, o trabalho de um compositor é tão admirável, quanto todo o resto.
       
É isso então amigos, espero que tenham gostado do post. Se vocês gostam de Final Fantasy VII, além dos filmes e do jogo, não deixem de conhecer este capítulo, pois vale muito. Vou deixar aqui no post links para os vídeos de FF VI: Crisis Core e o link do canal do meu primo André...confiram um pouco do trabalho dele. Agradeço a atenção. Abraços.



sábado, 9 de março de 2013

Final Fantasy Anniversary Edition.

                                                

Quem acredita em fantasia??

Existem jogos que marcam a vida da gente. Jogos que emocionam, que nos fazem acreditar, que trazem felicidade, nos fazem esquecer os problemas e nos transportam para um mundo, onde tudo pode ser resolvido. Sim amigos nerds, eu acredito em fantasia e como os meus leitores já estão carecas de saber, este é meu gênero favorito. Já li sei lá quantos livros do gênero, e leio até hoje, sejam quadrinhos, sejam livros, devoro tudo, mas alguns jogos realmente são impagáveis na memória. Quem já leu meu post sobre Chrono Trigger, sabe do que eu estou falando. Esse é e sempre será o meu jogo predileto.  Agora, imagina uma franquia inteira de jogos? Sim amigos, Final Fantasy é uma franquia de jogos de sucesso, que exploram o tema de forma incrível. Claro que nem todos foram especiais ao extremo, no entanto todos tem seu valor e uma história tão real e cativante, que faz inveja a muitas malucas que fazem milhões, escrevendo sobre vampiros brilhantes ou homens dominadores!!
                      
Sobre Final Fantasy, o que posso dizer é que, infelizmente, não pude jogar na época que foi lançado. Jogos de RPG não eram muito populares aqui no Brasil, lá no início da fase dos videogames, década de 80. Não era qualquer um que podia ter um console, e menos ainda os que tinham acesso a bons jogos. Outros tempos. Portanto, nessa época meu acesso a esses jogos foram muito tímidos. Quando ouvi falar de Final Fantasy, já estava no sétimo. Então a partir daí, fiquei com isso na memória..."E os outros jogos?" Hoje sei como são, quais são e estou jogando-os, em versões remasterizadas. Pena que não são todos que conseguem apreciar um bom RPG eletrônico. Menos ainda, os que se dispõem a termina-los. Sou um desses. E para mim, é como na música: com tanta coisa ruim surgindo hoje em dia, antes jogar os antigos. Não estou dizendo que só tem jogo ruim hoje, no gênero RPG. Tem jogos bons sim. Está aí Ni No Kuni para provar isso, entre outros. O que reclamo é que, são muito poucos. 


Este jogo, originalmente foi lançado em 87, para o sistema NES (o popularmente conhecido nintendinho, aqui no Brasil...). A franquia foi criada pelo gênio Hironobu Sakaguchi e foi desenvolvido, pela SQUARE (que hoje é a SQUARE-ENIX). Apesar desse jogo ter sido lançado em 87, só chegou na América em 90 e foi um grande sucesso. O gênero RPG para consoles, estava em alta e Final Fantasy cumpriu bem seu papel. Como eu disse, não pude jogá-lo na época, mas eu conhecia RPGs eletrônicos. O que fazia um relativo sucesso aqui, era Phantasy Star (que é posterior à Final Fantasy, entretanto veio para o Brasil com relativa facilidade...). Este eu joguei e na época, achava uma baita evolução. Voltando a Final Fantasy, a história é centrada em 4 herois (que no meu jogo, batizei de: Pyrent-warrior, Sapaum-black mage, Kct-monk e Xlorie-red mage...), estes chamados de "The Light Warriors" e tem como missão, restaurar o poder de 4 orbes (cristais), que perderam o poder graças aos Fiends of Chaos (monstros, óbvio!). Então, mate os bichos, restaure o poder e salve o mundo. Pode apostar que nem tudo é o que parece e nesse jogo, veremos algumas surpresas e reviravoltas (marca registrada da franquia...). 

O jogo começa, com o jogador escolhendo as classes dos "Light Warriors" e seus nomes. Entre as classes que vocês podem escolher, estão:

a) Warrior (no original era Fighter...): podem usar armas de vários tipos, armaduras e causam muito Hit Points. Quando muda de classe, vira um Knight que, além de melhores armas e armaduras, pode usar White Magic. O meu personagem virou Sir Pyrent!!!

b) Monk: especialistas em artes marciais. Lutam com Nunchaku e quando evoluidos, tornam-se mestres, e podem acreditar nerds, são os personagens que causam mais dano. Meu personagem tornou-se Mestre Kct.

c) Thief: é fraquinho, porém quando evoluido, torna-se um ninja (podendo usar literalmente todas as armas que aparecem no jogo) e lança Black magic. Não quis usar essa classe.

d) White Mage: o nome já diz tudo. É capaz de usar White Magic e evolui para o White Wizard. Suas magias são curativas. Não usei esse personagem também.

e) Black Mage: o nome diz tudo também. Assim como o White Mage, não muito bom na "porrada", todavia em sua especialidade, Black Magic, é mortal. Evolui para Black Wizard. Tenho um desses...

f)  Red Mage: é por assim dizer, um mago porradeiro. Lança White/Black Magic e sai na porrada de boa. Evolui para Red Wizard. 

E claro os demônios do caos, famigerados Fiends of Chaos:

1 ) Linch: bicho morto-vivo que é encontrado perto do Cristal da Terra

2) Marilith: é tipo de sereia/serpente/dragão/mulher que é encontrada perto do Cristal do Fogo

3) Kraken: dispensa apresentações, é um monstro marinho e é encontrado perto do Cristal da Água

4) Tiamat: nossa esse tem história. Quem lembra do desenho "Caverna do Dragão", acho que sabe mais ou menos como é esse bicho. Dragão de 5 cabeças, absorve energias elementais e é encontrado perto do Cristal do vento.

Como vocês podem ver, é um jogo bem estruturado, com várias inovações e uma ótima história. Para quem quer conhecer um mundo fantástico, cheio de criaturas mágicas, lutas e reviravoltas, esse jogo supre as necessidades com maestria. Como de costume, deixarei um link para vocês verem uma amostra desse jogo. Joguei a versão do PSP, contudo não perde em nada, para a versão original, pelo contrário, acrescenta muitas coisas. Obrigado pela atenção. Abraços.